Reflexões

Por que preciso me decidir?

escolhas

Tomar decisões poderia ser algo mais fácil. Deveríamos simplesmente fazer uma lista de prós e contras e o que prevalecesse, seria o decidido. Mas não é bem assim.

A gente faz a lista, mas empata. Ou então mesmo que tenha mais itens em uma lista que na outra, parece que pesam mais. E o pior: quando você finalmente acha que tomou a decisão e começa a ver um monte de notícias contra o que você decidiu.

Pois é. Decidir ainda é pessoal. Conselhos, estatísticas, comparativos e listas só nos ajudam a começar uma reflexão, mas na hora em que a decisão é feita, foi nossa escolha. Nossa!

Muita gente tem medo de decidir por si só e descobrir que decidiu errado. Ou então que a partir daquela decisão terá mais trabalho. Pois é… são consequências. Faz parte da vida adulta.

Deixar de decidir é muito pior. Ficar enrolando em uma situação que não está boa esperando que alguma coisa aconteça, é tortura. Saber o que precisa ser feito e decidir não fazer é colocar um peso de dez quilos no pescoço para correr a meia maratona.

Em algum momento você vai acabar decidindo, porém talvez da forma errada ou em um momento em que não esteja mais aguentando. Sofreu por mais tempo, à toa.

Uma decisão difícil tomada na hora certa é melhor do que qualquer decisão nunca tomada e uma falsa sensação de que está tudo certo.

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Curso Vida equilibrada

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De tempos em tempos faço cursos online para me atualizar ou para aprender coisas novas e geralmente escolho as mesmas instituições porque já conheço e sei que são sérias; então será um valor bem investido.

Nesta busca por cursos encontrei o Curso Vida Equilibrada, da Juliana Goes.
A Juliana começou falando sobre beleza, maquiagem, etc e com o tempo foi focando em mindfulness e autoconhecimento. Li a grade do curso e achei super interessante. Ia bem de acordo com o que eu estava interessante, e como nunca havia feito curso de alguma blogueira, seria bom pela experiência.

Confesso que tinha um certo preconceito porque achei que ia ser superficial, muito puxado pro “zen”, mas tive uma surpresa super positiva!
Assista o vídeo de apresentação do curso:

 

São 35 vídeo aulas, por um preço super acessível (R$67,00) e tem emissão de certificado. Legal, né?

O formato é diferente do que costumo fazer, confesso que me senti um pouco assistindo ao youtube. Não me pareceu um curso formal, mas o conteúdo é muito interessante:

  • Seja sua melhor companhia
  • Roda da Vida
  • Introdução à nutrição
  • E mais clicando aqui

Se você está procurando um curso leve que te direcione mais pra dentro de você, indico. Não me arrependi, já indiquei pra amigos e agora estou indicando a vocês.

Quem já fez, me deixe sua opinião!

Ah! E fique ligado porque ainda neste ano teremos o lançamento do primeiro curso do Dica pra Hoje, sobre autoconhecimento!

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O perigo de perder tempo.

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Eu sou muito intensa. Vivo cada dia como se fosse o último, de verdade. Tenho um medo desesperador de sentir que perdi tempo e que não consegui aproveitar todos os momentos.
Minha maior angústia é olhar pra trás, depois de velhinha, e perceber que não fiz tudo o que podia. Sabe aquela sensação de olhar pra trás e perceber que podia ter aproveitado mais oportunidades?

Às vezes me faz mal porque sempre estou com expectativas altas em relação a tudo, e às vezes me faz bem porque consigo perceber oportunidades que muita gente não consegue. Tudo pra mim é aprendizado. Toda hora é hora.

O perigo de não vivermos tão intensamente, de deixarmos a vida rolar, é que realmente podemos deixar de viver coisas importantes por acharmos que “ainda dá tempo”. Só que esse ‘tempo’ nunca é aproveitado.

E como sempre achamos que vai dar tempo, que ainda será possível, não nos planejamos e passamos a viver à sombra dos nossos sonhos: Continuamos em empregos que não nos realizam, nos mantemos em relacionamentos abusivos ou sem amor, vivemos acumulando dívidas ou jogando dinheiro fora com coisas não importantes, não tentamos novos projetos inspiradores, etc.

São tantos os malefícios de não percebermos que o tempo se perde sim, que não quero nem perder tempo te falando desse ponto de vista. Quero te convencer a olhar para o seu tempo como uma moeda. Como algo de valor. Como um benefício que não sabemos até quando teremos.

Vale a pena aproveitar a vida, porque mesmo que você acredite em outras vidas, a vida que você está vivendo neste exato momento é ESTA! Você não sabe como será a próxima.

Certas coisas são inegociáveis: pessoas que amamos, nossos valores e nosso tempo. 

Não perca tempo com o que não vale a pena e não perca tempo porque não tem coragem de fazer o que sabe que tem de ser feito.

Lembre-se: Ainda dá tempo! 😉

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A leitura e o autodesenvolvimento na era da tecnologia.

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O hábito da leitura é muito valorizado pelas pessoas. Mesmo aquelas que falam que não gostam de ler assumem que é algo importante.
Você pode aprender diferentes assuntos, se aprofundar em temas que não imaginava poder, e tudo através de um livro.

Na época da internet, as pessoas falam que todos os conteúdos em papel são descartáveis e serão substituídos por conteúdos online, mas a verdade é que nem online, nem em papel. As pessoas estão perdendo o hábito da leitura.

Cada vez mais os blogs diminuem a frequência de posts ou diminuem o tamanho de seus posts, capricham mais nas imagens para chamar a atenção, tudo para tentar salvar aquele leitor que está dormindo ou quase desmaiando dentro das pessoas. rs

Eu sempre serei a favor da leitura porque acredito muito na transformação de comportamentos através dela e já falei em alguns posts pra vocês sobre isso. Não é à toa que temos dicas de leituras, porque quero muito que acreditem em mim e pratiquem.

O que eu quero com este post é que você não menospreze qualquer ferramenta útil para seu desenvolvimento. Que não considere nenhum método ultrapassado porque pode não ser o mais usado, mas tem seu valor.

Todas as ideias inovadoras partiram de alguma do passado ou então serviram para melhorar algo que estava ultrapassado, então não tenha medo de se aventurar.

Livros, revistas, apostilas, materiais impressos, etc são ainda super atuais, principalmente para pessoas da minha geração que ainda estão na transição entre o físico e o virtual. Assuma seu lado “vintage” (risos) e use-o como ferramenta para seu crescimento.

 

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As 4 questões para viver de forma minimalista

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Aqui está uma grande estratégia para simplificar qualquer área de sua vida ou reduzir qualquer lista de tarefas que estão comendo seu tempo e te estressando loucamente. Tudo o que você precisa fazer é perguntar-se estas 4 questões:

1. Eu posso eliminar? Honestamente, às vezes você só precisa parar de fazer. Cortar da sua lista e ver como as coisas ficam. Na maioria dos casos, o mundo não vai acabar. Então tenha certeza de tentar fazer isto, ao menos uma vez.

2. Eu posso automatizar? Existem tarefas que você consegue colocar no piloto automático? Consegue usar a tecnologia, aplicativos ou serviços para cortar os números das tarefas que você faz manualmente? Suponho que a resposta é sim. Mais informações, na próxima pergunta.

3. Eu posso delegar? Você precisa fazer tudo? Talvez haja alguém que você pode direcionar esta tarefa em específico. Não tenha medo de perguntar – a maioria das pessoas se sentem lisonjeadas quando são confiadas trabalhos importantes para fazer.

4. Eu posso terceirizar? Faz sentido pagar alguém para fazer esta tarefa? Pense nas roupas para lavar, trabalhos de casa e outras coisas. Outra opção é contratar uma assistente virtual para administrar remotamente os trabalhos para você. Você precisa pesar o custo contra o tempo extra que terá em retorno para gastar em coisas mais importantes e que prazerosas.

Trecho retirado e traduzido deste link: http://www.redesignmyexistence.com/minimalist-living-tips-to-organize-your-life

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A matemática mais simples do mundo.

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Tem gente que tem dificuldade para lidar com dinheiro por causa da criação que recebeu: talvez os pais ou responsáveis não sabiam lidar muito bem e os mesmos comportamentos foram reproduzidos pelos filhos.

Outras pessoas tiveram um período muito restrito e quando receberam um pouco a mais ou então quando ficaram independentes, quiseram esbanjar ou comprar o que não tinham condições anteriormente.

Há aquelas pessoas que têm dificuldade porque não planejam e seus gastos refletem esta realidade. Como pensam apenas no hoje, não entendem que precisam guardar ou fracionar seu salário pelo período necessário.

O que estes três cenários têm em comum: São realmente motivos fortes, porém podem ser transformados. 
E o que a gente geralmente faz: usa estes motivos como muleta e continua gastando como se não houvesse amanhã e reclamando que nunca tem dinheiro.

Quem se identifica, levanta a mão aí!!! \0/ rsrs

Eu ouço muita gente falando que não consegue parar de gastar por este ou aquele motivo, mas quando pergunto o que tem feito a respeito, rola aquele silêncio ou aquele sorriso nervoso… que na verdade é admitindo que não tem feito nada.

Cuidar de finanças é a matemática mais simples que tem: Precisa sair menos dinheiro do que entra ou fazer entrar mais dinheiro do que sai.
Na prática que a gente se confunde.

A gente acaba deixando o mês passar, vamos gastando com tudo o que vai aparecendo e esquecemos dos gastos seguintes. Não avaliamos a necessidade (realmente preciso?) e o valor (é realmente importante?) de cada coisa.

Independente de como foi criado, dos apertos que já passou ou da sua dificuldade em se planejar, nada vai mudar o fato de que você precisa tomar uma atitude e começar a fazer todo o necessário para alcançar seus objetivos financeiros.

Afinal, quando você realmente quer alguma coisa, move mundos e fundos para conseguir, né?!

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Como introduzir o minimalismo na sua vida profissional

O minimalismo virou uma moda. Todos falam sobre como se fosse algo “inventado” agora, mas já existe desde o século passado. Começou através das artes e do design e agora já virou filosofia de vida para muita gente.
Minimalismo é a redução de elementos. É diminuir até possuir o mínimo possível. Mas calma! Deixe todos os seus preconceitos em uma caixinha e continue lendo com atenção.
Se você jogar na busca da internet o termo ‘minimalismo’ vai encontrar pessoas contando o número de peças no guarda-roupa ou então depoimentos de como largaram tudo para viverem como nômades, vivendo “de amor”. Mas não é exatamente isto.

Minimalismo é tirar os excessos, reduzir o desnecessário e investir no que perdura.

Como introduzir, então, este conceito na sua vida profissional?

1.REDUZA O NÚMERO DE COISAS DESNECESSÁRIAS DO SEU ESPAÇO DE TRABALHO.
Hiroshi Nittono, pesquisador da Universidade de Hiroshima, comprovou que

“Se as pessoas podem se concentrar na tarefa que têm em mãos sem se distrair com as coisas, sua produtividade aumenta”.

Isto não quer dizer que seu ambiente precisa ser todo branco, sua mesa vazia e seu fundo de tela com uma paisagem paradisíaca, só quer dizer que os entulhos que você só deixa porque não sabe o que fazer com eles precisam ter um destino. Afinal sua mesa/ sala não é depósito.

 

2. ELIMINE REUNIÕES E TAREFAS QUE NÃO SÃO IMPORTANTES.
De acordo com o estudo “Quatro caminhos para uma organização focada”, da Bain & Company , em muitas empresas perde-se 25% ou mais do tempo de trabalho com atividades de baixo valor ou completamente ineficientes.
Sabendo disto, não marque reuniões que podem ser resolvidas com uma ligação ou com um e-mail, não aceite tarefas que não tem a ver com sua função ou que vão tirar teu foco do que é realmente importante, aprenda a delegar, não aceite tarefas apenas para mostrar o quanto você é capaz; isto se chama insegurança e pode te sobrecarregar a ponto de não dar conta nem do que era sua função.

 

3. DESTRALHE SEUS SENTIMENTOS.
“Como assim, Joyce? Destralhar meus sentimentos? Pensei que estávamos falando de ambiente de trabalho.”
É isto mesmo. Ou você vira um robô quando entra na empresa?
Quantas vezes guardamos raiva por alguém que nos trata de forma injusta ou superior? Ou então nos sentimos inseguros em relação a alguém ou à crise? Quantas vezes deixamos nossa imaturidade tomar espaço e guiar nossas decisões?
Destralhar os sentimentos é, racionalmente, filtrar o que deve ir e o que deve ficar. Sentimentos que nos atrapalham precisam ir embora. Não dá para nos deixarmos levar por eles e perdermos o foco ou tratarmos alguém de forma fria ou injusta.

 

4. USE MELHOR SEU TEMPO.
A melhor desculpa para não fazer algo é a falta de tempo. Já virou até sinal de status. Não ter tempo é sinal de gente ocupada. Eu já escrevi pra vocês a diferença entre estar ocupado e ser produtivo (clique aqui para reler) e falta de tempo não é coisa boa. É sinal que você está priorizando o que não é prioritário.
Então escolhe o que fazer com seu tempo: onde estar, com quem estar, o que fazer, o que não fazer, quando dizer sim ou não, quando permanecer e quando sair, etc. Tudo isto só depende de você.
O fluxo da empresa pode até te empurrar para algumas situações sem saída, mas para as outras, você é o condutor.
Entrar mais cedo e sair mais tarde não são mais sinal de profissionais eficazes, e sim, de profissionais que não conseguem fazer o que precisam fazer no tempo disponível.
O objetivo não é te rotular como minimalista, mas te mostrar os benefícios: uma vida mais equilibrada e consciente e um ser humano que não se deixa perder-se entre excessos.

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Conhece o milagre das fadas encantadas?

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Eu costumo falar que a gente gosta muito do que é mais difícil.
Costumamos esperar milagres que nos exijam maior esforço e deixamos passar as oportunidades que, de repente, não tenham um nível de dificuldade tão alto.

Um exemplo muito simples é aprender inglês. Várias pessoas me pedem dicas para aprender inglês. Quando eu falo aquelas que não são segredo nenhum: ouvir músicas em inglês, assistir filmes, etc. a feição deles muda e percebo que no fundo acontece uma decepção. É como se eles esperassem algo do tipo: Vá para um  canto escuro, fale algumas palavras mágicas, beba uma poção que você só compra no vale das fadas encantadas e durma por 24 horas seguidas, que acordará montando suas primeiras frases.
Com certeza se eu falasse isso, um monte de gente começaria a buscar a poção e faria todo o ritual.

E é por isso que a gente não consegue conquistar várias coisas. Por ser simples a gente acaba diminuindo a importância ou inventando desculpa da falta de tempo ou da falta de dinheiro, por exemplo.

Gosto de exemplificar para você conseguir se enxergar melhor nas situações e de repente perceber se está cometendo este erro ou não. Então vamos lá: Você quer viajar nas suas férias e tem 1 ano para juntar dinheiro. Tecnicamente é uma coisa simples. O que fazer: escolher pra onde vai, escolher o período e cotar valores do que vai precisar (passagem, hotel, carro, etc). A partir disto separar quanto vai precisar juntar por mês para levar para sua viagem e se vai parcelar e qual o valor da parcela. Depois disso, acabou.

Se você me perguntar qual o passo mais difícil desses que descrevi, não tem! Não! Não tem! São etapas simples, sem nenhum nível de complexidade muito alto. O que você deve ter pensado como difícil é o valor, mas não é uma etapa, é só um “mal necessário”. Sem dinheiro você não viaja. Mas se você perguntar pra alguém porque não viaja, ela vai te dizer que é pelo dinheiro, quando na verdade, é porque não há a sequência de tarefas descritas anteriormente. Existe um desejo do “milagre das fadas encantadas” para te trazerem a viagem na sua mão.

O que você acha sobre isto? Faz sentido pra você?

Precisamos parar de complicar o que é simples e parar de valorizar o inalcançável. Pense nisto. 😉

Minimalismo

Porque abraçar o minimalismo.

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Há algum tempo atrás a netflix lançou um documentário chamado “The Minimalist” que, enquanto muitos amaram, outros detestaram.
O argumento que muitos ficaram contrariados foi o fato de pessoas alegarem a plena felicidade apenas quando se desfizeram de tudo ou com o fato de que quanto menos tiver coisas, mais felizes serão.

Não é bem assim. Não é que devemos vender tudo e vivermos em uma cabana ou em trailer, etc.
O minimalismo tem uma essência muito clara: Ter menos para experimentar mais, porque entende-se que temos muitas coisas. Temos excessos.

Este excesso não se restringe apenas ao que é material, mas você pode levar o minimalismo para todos os “cômodos” da sua vida: suas emoções, seus hábitos, seus relacionamentos, etc.

Abraçar o minimalismo é reter apenas aquilo que te fará bem. Não é apenas desfazer-se, mas é também nem agarrar.

Como receberemos o novo, as novas possibilidades que a vida nos coloca, se estamos agarrando o velho, o desnecessário?

O minimalismo pode te trazer um equilíbrio que há muito tempo você não experimenta. É possível você ter uma estante cheia de livros e ser minimalista, pois você sabe que têm exatamente aqueles livros que são importantes, que você vai reler ou que quer consultar. É possível ter “mais que 27 peças” no guarda-roupa e ser minimalista, porque você sabe que, de acordo com a sua rotina, sua vida social, etc,  você tem exatamente o que precisa. Nem mais, nem menos. Como também é possível que, com o tempo, perceba que está na hora de fazer uma limpa e passar para frente, mesmo que ainda goste muito de alguma coisa, mas para que esta “coisa” comece um novo ciclo na vida de alguém.

Equilíbrio é a chave. Ter o necessário. Não pensar no que vai mostrar, mas no que você vai enxergar e como vai se sentir. É andar no contra-fluxo e não consumir por imposição da mídia. É ver que não tem 12364478 amigos no seu facebook e ficar feliz pois tem apenas aqueles que se sente à vontade em compartilhar suas experiências.

Vale a pena abraçar o minimalismo. Abrace forte, tão forte que ele se torne parte de você, instintivamente e naturalmente.