Finanças Pessoais, Reflexões

Não é errado ter muito dinheiro!

 

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Eu sei que várias pessoas já disseram isso e que sabemos que o dinheiro não é o mal do século, mas ainda há uma culpa velada, pelo fato de querermos ter dinheiro, querermos uma vida mais confortável. A questão é que temos o transformado em um monstro, por simplesmente esquecermos para que ele serve.

Antes disso quero dizer para que o dinheiro NÃO serve:
– Para separar pessoas;
– Para criar níveis ou classes;
– Para ter até transbordar pela pia e não caber mais “debaixo” do colchão;
– Para termos muito, mesmo que sem objetivo algum.

Lógico que existem muitas outras razões pelas quais o dinheiro não serve, mas estas são algumas bem importantes e que acho que as mais recorrentes e graves.

Refutando cada um destes pontos, quero trabalhar melhor a questão de ter dinheiro. O problema é que ele tomou uma importância maior do que na verdade tem. Temos utilizado como meio de conseguirmos o que queremos, seja o que for, seja quanto for. Temos nos corrompido e nos vendido. Temos “comprado” dinheiro e não o utilizado para comprar. Conseguem ver a diferença?

O dinheiro é um mal necessário. Eu sinceramente não queria depender dele. Eu trabalharia por um teto e por comida. Eu não estou falando de socialismo, mas estou falando que o dinheiro hoje, na forma como é utilizado, me cansa e me desanima.

As pessoas tem perdido a oportunidade de se desenvolverem, de crescerem,  de se motivarem por outras razões, porque de alguma forma é ditado que sem dinheiro não somos nada, que o fim para todos os meios é o dinheiro e que o meio para todos os fins é o dinheiro. Meu Deus!!! Por que?

Não! Não quero queimar o dinheiro e nem acredito que vamos abandonar o capitalismo, afinal, depois de provar de seu gostinho, quem vai querer abandoná-lo?

Mas você pode escolher como usar o seu dinheiro e se você tem um pouco mais que a maioria, pode escolher com sabedoria onde vai utilizá-lo, sem necessariamente ser esbanjar e jogar na cara dos outros que tem menos. Compre suas coisas, realize seus sonhos, viaje, se vista, se dê presentes/ luxos, você tem trabalhado por isso, mas não acredite que você é diferente que os demais. Não aja de forma a diminuir os que não conseguiram o que você conseguiu porque não tem o salário/ renda que você tem.

Um dos segredos da boa administração financeira é que todo dinheiro deve ter um objetivo. Caso contrário gastaremos no que não era tão necessário e não teremos para o que era extremamente necessário.
Então essa ideia de que quanto mais melhor, depende. Mais pra que? Melhor para que/ quem?

Dinheiro parado no lugar não rende. Dinheiro escondido, você morre e ninguém se beneficia, nem mesmo pessoas queridas que você gostaria que usassem.
Coração mesquinho pode ser tão prejudicial que você vai ter muito e não vai querer usá-lo com medo de acabar. E então… pra que?

Pois é… não quero que você dê todo seu dinheiro para quem precisa e abra mão de todas as suas posses. Não quero que você se sinta culpado por ter mais do que eu ou mais que muita gente. Quero que você use bem! Quero que você se dê novas oportunidades e que não se aparte de pessoas.

Para quem tem muito ou para quem tem pouco: criem o hábito de compartilharem, de ajudarem, de dar sem esperar nada em troca, de não anunciarem aos sete ventos os benefícios que fazem, perde toda a beleza do ato.
Promova ações que possibilitem que pessoas possam lutar para chegarem em um nível  onde elas podem ter o que sonham e viverem experiências que dependem exclusivamente de dinheiro para realizarem.

Para os que não tem tanto: Não se limitem por não terem dinheiro. Independente de muitas ou poucas oportunidades que a vida vai te dar, eu gostaria que você continuasse tentando. Pode ser que demore mais do que para outros, mas não tentar consiste em saber que você decidiu que “o dia” nunca vai chegar. Triste, não?

Vivamos nosso propósito, corramos atrás de nossas realizações e sejamos felizes com o que temos, sem esperar sermos felizes pelo ainda podemos ter. 😉

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Finanças Pessoais

Dica valiosa para construir sua riqueza.

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Quem quer ter muito dinheiro?
Quem sonha com a casa na praia, o helicóptero, a cobertura?
É muito bom pensar em uma época em que não precisará ficar cortando tantos gastos e que poderá gastar um pouco mais e ter algum conforto, não é mesmo?
Eu acho super justo!

Eu parei para pensar nisto há alguns dias atrás e, por mais que, lá no meu subconsciente eu já tivesse esta resposta, a “chave virou” e eu me dei conta de que posso alcançar esta riqueza que tanto sonho.

Sabe qual o segredo? A dica valiosa? Pense em longo prazo.

Nós somos muito imediatistas. Por ganharmos mensalmente, pensamos mensalmente.
Planejamos as compras do mês ou da semana. Queremos viajar no fim do mês, planejamos as férias em cima da hora. E, quando juntamos dinheiro, no máximo, é pensando no fim do ano.

É difícil para nós pensarmos em construir riqueza para daqui a alguns anos, porque como não vemos “a riqueza” em si, na nossa mente ela nunca vai existir. Então é melhor viver o hoje porque vai que amanhã eu nem esteja vivo…

… mas, e se estiver?
E se você viver até os 120 anos? Vai trabalhar até lá?
Não estou falando em relação à sua saúde, estou falando em relação a qualidade de vida e realização.Você quer passar toda a sua vida trabalhando por necessidade e não por opção/ prazer?

Eu quero me aposentar mais cedo, quero viajar para alguns lugares, quero ter uma vida confortável, quero não me preocupar com o salário que vai cair na conta, quero não estar presa à uma empresa, quero poder ter poder de escolha em relação à gestão do meu tempo.

Tudo isto só vai acontecer se eu começar a tomar atitudes importantes hoje!

  1. O que quero conquistar?
  2. Quando quero ter conquistado?
  3. Quanto posso – ou devo – juntar mensalmente?
  4. Onde posso investir?
  5. Quem pode me fornecer informações mais aprofundadas em relação a investimentos de longo prazo?

Planeje para este mês, planeje para este ano, mas planeje também para daqui a cinco anos, dez anos, quinze anos.

  1. Você quer alcançar sua independências financeira?
  2. Com quantos anos?
  3. Quantos anos faltam?
  4. Quanto quer receber quando chegar este período?
  5. Quanto precisa juntar para que isso aconteça?
  6. Qual o melhor tipo de investimento?

O termo independência financeira parece que está atrelado a pessoas ricas apenas, mas não! Ele pode ser real na sua vida se você levá-lo para sua rotina. Se fizer parte do seu planejamento financeiro.
Traga-o pra pertinho que logo se surpreenderá com o quanto conseguiu juntar no passar dos anos.

Quer conquistar sua riqueza? Então lembre-se que conquista não é presente, é mérito de quem age!
Comece hoje mesmo! 😉

Finanças Pessoais, Produtividade

Tempo não é dinheiro.

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Fonte

Você não leu errado!
Eu realmente escrevi que tempo NÃO é dinheiro.

Ao contrário do que nós falamos e ouvimos, descobri há poucas semanas que tempo não é dinheiro.
Participei de um workshop online com Christian Barbosa e Gustavo Cerbasi e o Gustavo disse esta frase que, na hora, não fez muito sentido. Agora, depois de analisar e também de pesquisar, percebi que realmente são coisas diferentes.

Se você faz um mau gasto ou um mau investimento do seu dinheiro, não consegue recuperar aquele valor em si, mas consegue trabalhar e correr atrás para recuperar o prejuízo.
Mas, se você gasta o seu tempo de forma errada, não há nada que você possa fazer. Perdeu aquele tempo e terá que gastar mais para conseguir fazer outras coisas.
Vai precisar tirar o tempo de outra tarefa, para fazer aquela que deveria ter sido sua prioridade.

Pensando assim, tempo é uma moeda, assim como o dinheiro, e quando somadas, dão um novo sentido à palavra riqueza.

Desperdiçar dinheiro não é só comprar itens supérfluos e desperdiçar tempo não é só aquelas horas na internet sem um propósito.

Desperdiçar dinheiro é quando você investe em coisas que sabe que vão dar errado ou que não é o que vai te fazer feliz. Desperdiçar tempo é quando você faz um curso errado, quando você fica tanto tempo no trabalho, que não dá atenção aos seus amigos e família.

O tempo e o dinheiro devem ser utilizados para colecionar boas experiências.
Como eu sempre falo pra vocês, tenham bons momentos para se lembrarem.
Usem com sabedoria todo o tempo que recebem nesta vida e todo o dinheiro que chega em suas mãos.
Mas, o mais importante: É possível ser feliz com menos dinheiro e mais tempo. Mas o contrário, já não posso afirmar.
O tempo nos possibilita aproveitar as pessoas e os momentos com mais intensidade, sem a necessidade de ter algo para oferecer. Já o dinheiro, estando tendo mais importância que a devida, pode nos tirar o foco.

Perceba que o tempo em si, já é um belo presente para oferecer.

Já havia pensando nisso?

Um abraço.