Reflexões

Como se ajustar às mudanças

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Algumas mudanças não são previstas. Acontecem sem que percebamos e, de repente, não sabemos o que fazer.
Mudanças podem ser positivas ou negativas e mudanças podem chegar em um bom momento ou em um mau momento.
Não podemos impedi-las de acontecerem, mas podemos impedi-las que nos desestabilizem.

  1. Aceite
    Não adianta enlouquecer ou perder a linha. Não adianta tentar adiar. Primeiro é importante saber que estas mudanças terão de acontecer sim e que, dependendo do que você fizer, pode até piorar o processo; então o negócio é seguir o fluxo.
  2. Pare para pensar
    Quando nos sentimos assustados com as mudanças tendemos anos agitarmos e agimos no automático. Não conseguimos refletir. Isto é péssimo pois quanto menos pensamos, mais parece que a situação é difícil e que esta fase nunca  vai passar.
  3. Baixe a guarda.
    Não bata de frente, não tente logo de cara, mostrar seu ponto de vista ou mostrar que está descontente. O processo de mudança em si já é difícil, não torne-o mais difícil ainda. Baixe a guarda e ouça o que as pessoas têm a dizer.
  4. Converse com alguém.
    Desabafar ajuda bastante. Você consegue, se ouvindo, colocar as ideias em ordem e também ouvir conselhos de alguém que você confiou conversar. Conversar também alivia a carga que você estava carregando sozinho, guardando todas as preocupações para você.

As mudanças são importantes para nos tirar do “de sempre” e nos leva a ter experiências novas. Também passamos a nos enxergar de forma diferente, pois vivemos experiências que antes não tínhamos vivido.

Vai valer a pena. Vai gerar aprendizado! 😉

 

 

 

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Reflexões

O que eu não abro mão para chegar onde quero.

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Eu falo bastante pra vocês sobre missão de vida. Falo que é preciso ter metas e objetivos para saber onde quer ir e é realmente importante até para conseguir medir o seu sucesso. Mas, e a caminhada? Como será?

Quando queremos alcançar algo, chegar em algum lugar, temos, no mínimo, duas opções para  isto. Em alguns casos, temos infinitas opções.
Avaliando todas elas verificamos qual melhor se adapta à nossa realidade. E o que vai nos ajudar a definir qual melhor se adapta à nossa realidade são os nossos valores.

Talvez você nunca tenha parado para refletir quais são os seus valores.
Talvez nunca nem pensou que seria importante pensar nisso.
“Não fazer com o outro o que eu não gostaria que fizessem comigo” parece o suficiente, mas e se não for?

Os nossos valores, são aquelas características específicas que vamos absorvendo durante – principalmente – o período da nossa criação e que influenciam em nossas atitudes, involuntariamente.

Quer um exemplo?
Contar uma mentira para beneficiar o meu chefe.
Pessoa 1 – Se eu contar, posso conseguir o aumento que tanto preciso. Avaliando a mentira, não vai fazer mal à ninguém, foi um erro de processo e já foi resolvido.
Pessoa 2– Não consigo nem pensar em contar um mentira! Mentira tem perna curta e se descobrirem, vai sobrar pra mim.
Pessoa 3– Eu posso até contar a mentira, mas meu chefe vai ficar me devendo esta pro resto da vida dele.

E não só estes. Com certeza alguns de vocês pensaram em soluções diferentes. Cada uma de acordo com seus valores. Com o que você absorveram, sem nem perceber.

Por mais que eles estejam enraizados em nós, não quer dizer que não pode ser reavaliados.
No caso que dei acima, a pessoa 2 pode repensar e decidir que vale a pena mentir porque não prejudicar ninguém e o chefe dela não fez por mal, a pessoa 3 pode se arrepender e não mentir porque correria o risco de ser demitida caso chantageasse seu chefe e a pessoa 1 pode não mentir porque mesmo que não faça mal a ninguém o chefe precisa ser punido pelo erro que fez.

Em todos os momentos estamos refletindo nossos valores. Se recusamos ou aceitamos fazer algo é por causa deles.
É algo tão profundo que, se você nunca parou para pensar em quais são os seus valores, pode estar tomando várias decisões equivocadamente e quebrando a cara sem nem saber o porquê.

Para isto, você vai precisar de alguns minutos do seu dia.
Pense no que você não abre mão na sua vida. Quais as características ‘internas’ que você mais costuma admirar nas pessoas. Estas podem ser boas dicas para identificar os seus valores.

Vamos a mais exemplos:
Você costuma admirar a forma como a pessoa sempre cumpre o que diz.
Você costuma admirar a forma transparente e clara com que tal pessoa lida com os outros.
Você costuma admirar pessoas mais humildes ou pessoas que gostam de ajudar os outros.
Então nestes casos alguns dos seus valores seriam: verdade, transparência, humildade e ajudar o próximo.
Entendeu?

Não é tão difícil quanto parece, mas é tão profundo que, depois que você descobrir quais são, de tempos em tempos você vai começar a se questionar certas atitudes e decisões e é aí que o processo de transformação começa/continua.

Se você se pegar tomando atitudes que reprova é sinal que precisa reavaliar alguns valores e começar a transformá-los.
Talvez você é filho único, o centro das atenções, primeiro neto/ sobrinho e nunca precisou olhar para o próximo. Hoje, você percebeu que tem magoado pessoas que gosta porque sempre se coloca em primeiro lugar. Então precisa começar a exercitar o valor respeito. E assim sucessivamente.

Se você me perguntar os valores que não abro mão para chegar onde quero, logo te respondo:
Fé em Deus, verdade, transparência e justiça.

E quais são os seus?