Podcasts, Reflexões

Millennials, como parar de se comparar com outros.

Millenials.jpg

Abra qualquer aplicativo de rede social e você é instantaneamente bombardeado com atualizações em tempo-real de seus amigos, família, e outros das suas redes de relacionamento.

Seu amigo do ensino médio acabou de se mudar para um apartamento maravilhoso, seu colega de trabalho está ficando noivo da mulher de sua vida, o efeito do crossfit do seu primo está começando a aparecer… e ele não está nem um pouco tímido em mostrar.

Em um mundo onde você está conectado vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, é incrivelmente fácil tornar-se fixado com as atualizações de todos.

É possível dizer que temos um caso de “Transtorno obsessivo de comparação” ou uma compulsão de constantemente se comparar com outros. Infelizmente, isto pode causar efeitos danosos no seu bem- estar físico e psicológico, tendo as redes sociais lincadas à depressão, ansiedade e solidão.

Além disso, estudos mostram que doenças mentais em millennials são mais frequentes que em qualquer outra geração na história.

Então como é que lidamos com isso?

Veja algumas dicas:

Encontre algo que seja apaixonado
Segundo Dumont, um dos maiores alívios que você pode encontrar da ansiedade que vem com comparação social é fazer alguma atividade que você é apaixonado. “Perceba que quando está se sentindo ansioso, pode escolher não se apegar. Às vezes quando está se sentido ansioso, parece que essa sensação nunca vai acabar, você fica neste pântano – independentemente do que já realizou até agora – e a ansiedade toma conta. Nestes momentos, o que eu diria é se distrair com algo que é apaixonado, alguma coisa que não demande muito esforço e que te coloque em um bom humor. A ansiedade irá passar”, diz Dumont.
A chave em escolher uma atividade é encontrar uma que te dê alívio instantâneo e sem esforço. Assim você conseguirá acessar facilmente em tempos angustiantes.
Ter uma atividade saudável e que te complete você pode recorrer ao invés de gastar tempo excessivamente nas redes sociais e pode ser efetivo para te ajudar a ter uma vida mais positiva e produtiva. A universidade de Yale descobriu que aqueles que passam menos tempo nas redes sociais são mais felizes e saudáveis que que aquelas que usam com mais frequência.

Medite/ Mindfulness
Quando você está ocupado se comparando com outros, pode ser difícil manter o foco em outra coisa. Para ganhar mais clareza e quietude mental, Dumont recomenda praticar uma forma de meditação. “Quando a sua mente está correndo, a meditação pode te dar mais estabilidade. Você pode dizer a si mesmo ‘Vou sentar aqui e relaxar e não vou pensar em nada, apenas neste momento”. Viver o momento pode penetrar pela ilusão das preocupações passadas e futuras, e ajudar a acalmar sua mente e corpo.
Dumont diz para ouvir músicas mais tranquilas e respirar profundamente para colher os melhores benefícios curativos. O objetivo de meditar é se desapegar de seus pensamentos e testemunhá-los objetivamente sem julgamentos, assim você conseguirá cultivar a autoaceitação. Enquanto você se torna mais confortável consigo mesmo, poderá perceber que não sente mais vontade de se comparar com outros.

Seja paciente
Leva tempo para criar novos hábitos, especialmente quando os antigos nos suprem com uma dose de dopamina. Quanto mais você esteve lutando com a comparação social, mais tempo você deverá levar para reforçar o novo hábito, um mais saudável. Isto é normal, e Dumont disse que é importante manter uma perspectiva vem planejada do seu progresso.
“Nada acontece da noite para o dia, a vida é uma maratona, não uma corrida”, Dumon diz. “Estamos tão consumidos com tudo tendo uma gratificação instantânea que queremos que nossos problemas sejam resolvidos logo de cara. Qualquer obstáculo que você tem levará tempo, paciência e trabalho duro”.

 

Trechos retirados e traduzidos deste link: https://www.forbes.com/sites/julesschroeder/2017/08/31/millennials-heres-how-to-stop-comparing-yourselves-to-others/2/#d30b1587daba

Anúncios
Reflexões

Está na hora de deixar pra lá.

Tenho  certeza que se eu te perguntar se você lembra de alguma pessoa que te fez mal, você não levaria nem três segundos para me responder. Temos o hábito de guardarmos estas informações em uma caixinha e de tempos em tempos nos torturarmos.
Alguns acabam revivendo a cena na cabeça dia após dia, e às vezes, ano após ano, tentando mudar, mesmo que só na imaginação, uma coisa ou outra: talvez se tivesse dito alguma frase mais forte ou agido diferente…

A questão é: não importa o que aconteceu no passado e quanto a pessoa te magoou: está na hora de deixar pra lá.

Quanto tempo se passou e você ainda está com este episódio e essa mágoa guardada?
Quantas decisões você vai tomar em prol de querer mostrar pra essa pessoa que você superou?
Quantas postagens no facebook você vai postar para dar indiretas?

Talvez a(s) pessoa(s) não esteja(m) nem mais ligando pra você ou pra situação. Talvez ela(s) nem se lembre(m) mais. Ou talvez esteja dando risada do papel que você está fazendo, tentando mostrar que superou o que, na verdade, não superou.

Cada dia que você carrega esse peso na sua memória e no seu coração, é um dia que você podia ter vivido uma experiência diferente: poderia ter aprendido coisas novas, poderia ter se aberto a novas pessoas. Mas a lembrança ruim te trava, inconscientemente, e você deixa de fazer algo para não se ferir novamente.

Às vezes perdoar em seu coração já basta, outras vezes você vai precisar sentar com a pessoa e resolver. Nem sempre será fácil e nem sempre terá o desfecho que você gostaria, lembre-se disso. Outras vezes, é uma questão de superar, seja por conta própria seja com ajuda de um profissional. Mas pare de viver em função do passado e de querer reafirmar o que não é necessário.

Comece agora mesmo. Não espere o outro e nem dê desculpas. Esta missão é sua. 😉

68960812-freedom-wallpapers

Mais, Reflexões

Como destravar sua mente e produzir mais.

open-door

Somos seres de fases: temos fases de êxtase e fases de desencanto, fases de paixão e fases de frieza, fases de criatividade e fases de estagnação. É normal. Os picos nos acompanham desde que nascemos.

Muita gente me fala que estava super produtivo e “de repente” entrou em um buraco e não consegue fazer nada. Pois é. Eu fico olhando algumas pessoas e tento imaginar o que elas fazem para se manterem sempre produtivas, criativas, cheias de ideias e, a verdade é que mesmo que eu descubra o que elas fazem, talvez não sirva pra mim.

Justamente porque somos pessoas diferentes uma das outras. O gatilho que te ativa pode não servir pra mim e, ficar procurando no outro a minha solução, pode gerar frustração.

Eu sou naturalmente cheia de ideias. Às vezes tenho tantas, que nem eu mesma consigo acompanhar meu ritmo! rs Se você precisa de uma solução pra um problema ou conselho, sou a pessoa ideal. Juro! Sempre consigo ter um ponto de vista que você não tinha imaginado. E, adivinha?! Às vezes eu travo também.

Geralmente é quando estou muito cansada ou passando por um período de estresse. Então eu sei que preciso sair para um ambiente diferente do que costumo ficar, fazer atividades diferentes também ajuda muito e ter um bloquinho à mão, com certeza fará minha “máquina” (meu cérebro) volta a todo vapor!

Outra coisa que me ajuda muito a voltar a ter ideias é ler. Percebi que quando eu fico muito tempo sem ler ou sem concluir leituras por um certo tempo, é como se meu cérebro atrofiasse e pedisse por mais “comida”.

Ler me anima, me traz novas percepções, novos pontos de vista. Cada vez que termino de ler um livro sinto que minha alma está renovada e não sou mais a mesma pessoa. É incrível como me transformo!

Não foi rápido que percebi isto. Levou um tempo para eu entender como me comporto e porque me comporto deste ou daquele jeito.
Busque se conhecer nos detalhes. Às vezes o que você acha que é desânimo, pode ser a falta de algum estímulo externo e que pode ser mais fácil resolver do que você imagina.

Mais, Reflexões

Não existe manual de instruções.

caminho-para-felicidade.jpg

Já imaginou se nossa vida tivesse um manual de instruções?
Já pensou se quando você nascesse houve um manual com as melhores formas de te tratar, ou como você prefere que as coisas aconteçam?
Independente de você gostar da ideia ou não, este manual não existe.

Não existe uma fórmula secreta de fazermos as coisas acontecerem como queremos ou então de fazer as situações se encaixarem aos nossos gostos e preferências.

A verdade é que ninguém precisa se encaixar à nossa forma de viver e ninguém é obrigado a fazer o que o outro gostaria.
Não temos 100% de certeza em nada que fazemos pois a vida não é uma caixinha fechada, formatada.

Cada acontecimento, cada pessoa que se vai, cada pessoa que chega, faz parte desta grande engrenagem que é a vida. Não podemos manipulá-la, no máximo conseguimos planejá-la, mas ainda assim, temos que contar com imprevistos.

Na vida não existe manual porque se nascêssemos prontos, com todos os caminhos trilhados ou com todas as informações descritas em uma embalagem, perderíamos a oportunidade de nos alegrarmos ou comemorarmos com as coisas, não seríamos capazes de aprender tantas coisas, pois faríamos tudo conforme o que já sabemos que daria certo.

Não queira que as coisas sejam perfeitas, a perfeição é relativa e geralmente não é como achamos, não é à toa que nunca achamos que as coisas estão como gostaríamos.

Viva sua vida de forma leve e da melhor forma que gostaria. Aproveite todos os momentos. A felicidade é algo possível e não existe ou exige manual para chegar até ela.

 

Mais, Reflexões

5 coisas que ganhei com minha pós.

850b7d3a-9832-4437-aac3-4c632af55735-original

A cada sábado que passa, descubro que tomei a decisão certa em fazer minha pós e também quanto ao tema que escolhi: Gestão de Pessoas.
Talvez você esteja em dúvida quanto a continuar estudando por motivos financeiros, por falta de tempo ou por qualquer outro motivo, mas é necessário pensar na importância disto pra você. Até porque, se não for importante, você não vai querer desembolsar algum valor ou tão pouco liberar sua agenda.

Quero te contar 5 coisas que ganhei (ou que tenho ganhado) fazendo minha pós:

  1. Conheço pessoas com os mesmos objetivos.
    Como é bom, saber que tem gente que pensa parecido, que tem sonhos parecidos ou ideologias parecidas. Isto acaba me fortalecendo e não me acho tão “louca” assim quando tenho certas ideias.
  2. Vejo que estamos no mesmo barco.
    Durante a aula compartilhamos várias experiências e situações que passamos no nosso dia a dia, no trabalho, e percebo que, temos muito em comum. Mesmo empresas grandes têm seus problemas e, no fim, não existe empresa perfeita. Infelizmente.

3. Aprendo coisas novas.
Eu não poderia deixar de falar do aprendizado em si! Lógico que este é meu objetivo principal! Descobrir formas de fazer o que faço, só que melhor e também conhecer recursos e ferramentas que nem sabia que existiam. Que delícia!

4. Conheço pessoas legais.
Este é outro presente inigualável! Já fomos divididos em equipe para fazermos nosso trabalho final e que bom que minha equipe é sen-sa-cio-nal! Graças a Deus, além de serem super esforçados e interessados, também são bem-humorados e divertidos! Rio horrores com eles!

5. Me ajudou a me disciplinar financeiramente.
Que coisa estranha… fazer uma pós ajuda a ter disciplina financeira? Lógico! Quando na vida que eu conseguiria guardar mais de R$8000,00 em dez meses? Dificilmente. Sempre viriam algumas desculpas ou compromissos irrevogáveis e eu acharia o tempo muito curto. Mas como me comprometi em fazer esta pós, logo que começa o mês a mensalidade é minha prioridade. E se eu consigo guardar uma quantia tão alta (pelo menos pra mim é rs) pela pós, conseguirei guardar para outros objetivos também.

E aí? O que achou deste post? O que você fez ou tem feito que acaba ganhando muito mais do que simplesmente o conteúdo da atividade?

Conte pra mim! 😉

Reflexões

Como se ajustar às mudanças

making-changes-without-harming-your-brand-1920x800.jpg

Algumas mudanças não são previstas. Acontecem sem que percebamos e, de repente, não sabemos o que fazer.
Mudanças podem ser positivas ou negativas e mudanças podem chegar em um bom momento ou em um mau momento.
Não podemos impedi-las de acontecerem, mas podemos impedi-las que nos desestabilizem.

  1. Aceite
    Não adianta enlouquecer ou perder a linha. Não adianta tentar adiar. Primeiro é importante saber que estas mudanças terão de acontecer sim e que, dependendo do que você fizer, pode até piorar o processo; então o negócio é seguir o fluxo.
  2. Pare para pensar
    Quando nos sentimos assustados com as mudanças tendemos anos agitarmos e agimos no automático. Não conseguimos refletir. Isto é péssimo pois quanto menos pensamos, mais parece que a situação é difícil e que esta fase nunca  vai passar.
  3. Baixe a guarda.
    Não bata de frente, não tente logo de cara, mostrar seu ponto de vista ou mostrar que está descontente. O processo de mudança em si já é difícil, não torne-o mais difícil ainda. Baixe a guarda e ouça o que as pessoas têm a dizer.
  4. Converse com alguém.
    Desabafar ajuda bastante. Você consegue, se ouvindo, colocar as ideias em ordem e também ouvir conselhos de alguém que você confiou conversar. Conversar também alivia a carga que você estava carregando sozinho, guardando todas as preocupações para você.

As mudanças são importantes para nos tirar do “de sempre” e nos leva a ter experiências novas. Também passamos a nos enxergar de forma diferente, pois vivemos experiências que antes não tínhamos vivido.

Vai valer a pena. Vai gerar aprendizado! 😉

 

 

 

Reflexões

Agora é com você.

Leading-Through-Conflict.jpg

É engraçado como certas coisas acontecem sem que a gente nem enxerga. A gente olha pra trás, começa a contar os dias e quando percebe, foi engolido pelo tempo.
E não! Não é por desorganização, não é por falta de tempo, não é por não priorizar, é simplesmente por se deixar levar, como se estivesse sem rumo, tentando perceber se dentro de tudo o que está acontecendo, algo “se salva”, algo te salva.

Planejar tudo e fazer nada são quase que melhores amigos. Tem gente que de tanto planejar, não vai para o próximo passo: agir.
Eu sou uma destas pessoas que se deixassem, ficaria planejando o planejamento do planejamento. rs Mas quando percebi que só no papel as coisas não partem para a existência, então comecei a me preocupar que talvez o tempo passar e nada acontecer é minha culpa.

Como você tem enxergado sua vida?
Tem se avaliado de tempos em tempos para perceber o que está acontecendo com ela, ou o rumo que ela está tomando?
Quando percebe que talvez você esteja em um caminho paralelo, não exatamente no que tinha planejado, o que faz? Continua, pois ir para o rumo certo vai dar trabalho ou reformula a rota e segue em direção ao que realmente quer?

Ter ‘mais ou menos’ aquilo que você queria não te trará a mesma felicidade e realização do que ter ‘exatamente’ o que queria.
Ainda que a vida saia do controle e que coisas fora dos planos aconteçam, ainda é possível tomar as rédeas daquilo que é controlável, que é mensurável e adaptável: você.

Não tem nada de errado em perceber que certas coisas não aconteceram conforme a ‘agenda’ e que você viu, mas não percebeu, porém agora, você tem condições de voltar um pouquinho, olhar o cenário e decidir qual será seu próximo ato.

  • O que você quer pra sua vida?
  • O que realmente tem acontecido?
  • Qual atitude sua tem colaborado para que as coisas andem ou desandem?
  • Qual postura você vai adotar daqui pra frente?

Agora é com você!

Produtividade, Reflexões

Escolhas inegociáveis.

Os últimos dias foram muito bons para mim, consegui aproveitar o feriado com amigos muito queridos que fazia tempo  não os via. Além disso também consegui aproveitar a calmaria da cidade e, pela primeira vez, desejei uma vida mais calma. Acho que a idade vai chegando e agente começa a querer deixar a correria de lado. rs

Fiz alguns vídeos lá na cidade, não mostrando nada e nem vlogando a rotina, simplesmente compartilhando os aprendizados que tive. Se você quiser assistir vou deixar os links no fim deste post. 😉

Bem, para ir a esta viagem eu precisei pensar muito bem e pesar na balança duas coisas muito importantes para mim. O feriado caiu em uma quinta-feira, isto quer dizer que na sexta-feira era dia comum de trabalho, mas tivemos a opção de folgar na emenda e depois ir fazendo horas extras para repôr ou, não folgar, e não precisar repôr hora nenhuma.

Para quem chegou agora ou não sabe, minha rotina é bem puxada, como eu trabalho em São Paulo e moro em Santos, dever horas é um terror porque significa que vou ter de ficar até mais tarde no trabalho e chegar em casa mais tarde do que já chego, mas são escolhas.

Eu estava precisando urgentemente de uns dias para descansar e me vi com esta dúvida: descanso e corro atrás para pagar estas horas ou não viajo e não descanso. Mas eu fui. E não me arrependi.

Certas vezes precisamos colocar na balança e entender que não somos seres com super poderes e que temos nossas limitações e, ainda que precisemos nos sacrificar um pouco em prol de algo que nos servirá como benefício, valerá a pena.

Cheguei a falar em vídeo sobre isto, mas como sei que nem todos que me seguem aqui no blog assistem meus vídeos, precisava que vocês recebessem esta mensagem.

Certas escolhas são inegociáveis e precisam ser tomadas em detrimento de outras também importantes.

Isto serve para todos os aspectos da sua vida. Sempre fazemos escolhas e às vezes pendemos para o lado errado porque é socialmente correto ou porque é o que a maioria gostaria que fizéssemos, etc.

A decisão certa sempre valerá à pena quando for tomada de forma bem pensada e equilibrada.

 

Vamos aos links dos vídeos em Carazinho, Rio Grande do Sul:

Você só tem hoje

Saia do seu lugar comum

Certos sacrifícios valem a pena

Tem tudo para ser uma ótima semana

 

 

Mais, Produtividade, Reflexões

Qual é o seu próximo desafio?

Resultado de imagem para break the routine

Segundo dia de junho e chegamos no meio do mês.
O mês passado foi super importante para o Dica pra Hoje e para mim, como pessoa.
Começamos nossa maratona de 365 dias de dicas, todos os dias e isto quer dizer muito mais do que simplesmente ‘vídeos todos os dias’.
Se você quiser entender o porquê de eu ter tomado essa decisão, é só assistir estes três minutos deste vídeo aqui:

Eu gosto muito de desafios e começo a criar alguns quando vejo que já alcancei o limite que queria. Não é nada planejado, é algo que faço instintivamente. Não me sinto bem com marasmos ou ‘tarefas soltas’. Tudo o que faço precisa estar relacionado a um ‘plano maior’, ou projeto.
Adoro metas para medir meus resultados, e como eu sou minha própria chefe no Dica pra Hoje, se não me desafiar ou não correr atrás de maiores/ melhores resultados, ninguém o fará por mim!

Acredito que às vezes o que precisamos é estabelecer desafios para nós.
Em algumas épocas de nossa vida, se não fizermos isto, se não aumentarmos nosso limite e testarmos nossa resiliência, nos sentiremos entediados ou como se a vida estivesse ruim, quando na verdade só está … na mesma.

Mas, calma! Isto também vai de pessoa para pessoa. Eu sou extremamente inquieta. Faz parte da minha personalidade. Já outras pessoas são mais tranquilas e conseguem ficar um pouco mais de tempo na ‘monotonia’ (eu não encontrei outra palavra, mas não entendam como algo ruim, tá?!)
O que muda para uma pessoa ou outra: É que algumas precisam de desafios mais constantemente e outras menos. Mas todos precisam de um certo ‘desconforto’ de tempos em tempo. 😉

Um ponto importante é que desafios em excesso e a falta extrema de rotina ou de ‘continuidade’, pode atrapalhar no alcance dos planos. Então não exagere.

Se você quiser ver o que aconteceu neste mês de maio, gravei um vídeo fazendo alguns destaques, mas também deixei links separados por temas para ficar mais fácil de encontrar o que precisa:

DESTAQUES:
365 dias/ Porque decidi fazer
Respondendo suas perguntas
Tedx Santos Eu Fui!
Arrase na sua apresentação em público
3 hábitos para introduzir na sua vida

Minimalismo:
Conclusão da Roda de Leitura
Pare de só comprar baratinho

Finanças Pessoais:
Eu consegui não gastar
Minha relação de amor e ódeio com o cartão de crédito 
Dicas para pagar à vista, sem se enrolar
Aprenda a gastar com o que importa

Organização do tempo/Produtividade:
Metas coerentes/ Como não se enrolar no seu planejamento
Seja produtivo no seu ritmo
3 truques para não se sabotar
E quando algo dá errado?
Às vezes é preciso deixar na espera

Reflexões:
Aprenda coisa novas/ Expanda sua mente
Falando de Boca Cheia/ Cansei dos negativos
Seja você mesmo
O que aprendi morando em Santos e trabalhando em São Paulo
As pessoas pararam de pensar?
Cansei de gente sem noção!

Carreira:
Vale a pena ter um diploma nos dias de hoje?
Dicas para dar um up no seu inglês

Leitura:
Conclusão da roda de leitura sobre minimalismo
A lógica do consumo

Me diga qual foi o vídeo que você mais gostou!!!
Se tiver sugestão de temas que ainda não foi tratado aqui no canal, é só sugerir! 😉

Siga o Dica pra hoje:
Curta a página: http://www.facebook.com/dicaprahoje
Me siga no insta: http://www.instagram.com/blogdicaprahoje
Converse comigo no twitter: http://www.twitter.com/dicaprahoje

A gente se fala por aí! 😉

 

Reflexões

A situação está favorável?

solitude-bnw

Você já tentou fazer algo que sabe que é bom em fazer, mas sente que não consegue avançar?
Já passou por uma fase em que não consegue concluir muita coisa, nem mesmo aquilo que já fazia com os pés nas costas?
Parece que você senta para fazer e sua cabeça vai a um milhão de lugares, menos no que você precisa. É aí que vem a pergunta título deste post: A situação está favorável?

Você não produz, não conclui, não continua, enfim, e não é sua culpa. Talvez o contexto não esteja te ajudando.
E daí você pode pensar em todos os sentidos: onde você está? como é o ambiente? o que está passando pela sua cabeça? Você está preocupado? Está estressado? Tem todos os recursos necessários para desempenhar esta tarefa? Tem todo o conhecimento requerido?

Pois é. Se você respondeu estas perguntas com sinceridade e percebeu que algo está faltando, recue um pouco e analise o entorno.

Por exemplo, eu não produzo com qualidade quando estou com a cabeça cheia de coisas. Preciso parar, ficar sozinha, em silêncio, anotar tudo o que está me estressando, ou me preocupando, ou pipocando… Respiro fundo algumas vezes, assisto algo, e quando estou com a mente mais tranquila, faço com muito mais rapidez e eficácia.

Ultimamente minha cabeça não está me ajudando. Estou com dificuldade de me concentrar e detesto quando estou assim. Mas também já sei que não voltarei ao meu estado tranquilo tão cedo por motivos que já compartilhei com vocês neste vídeo.

O que recomendo que você faça, se estiver da mesma forma que eu, é entender que certas situações fogem do nosso controle e que nosso ritmo pode sofrer alterações. Isto não quer dizer que vamos deixar de produzir e sentar de braços cruzados, só quer dizer que precisamos de mais paciência conosco mesmo.