Reflexões

O que eu espero de dezembro.

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Fim de ano a gente já vai desacelerando, acalmando, parando, colocando projetos em pausa.
Parece que as coisas não precisam nem acontecer direito porque afinal é dezembro! rs
Pra mim, diferente de tudo isto, eu quero mais que as coisas aconteçam, que o ritmo não caia e que seja como um mês qualquer.

Eu espero que dezembro ainda me traga alguns presentes, fruto do meu trabalho até agora. Espero ainda conseguir ver minha dedicação e meu esforço em prática, sem cair só porque é mês de festas.

Eu espero que em dezembro eu ainda esteja empenhada em fazer as coisas darem certo e que eu dê os primeiros passos para algum projeto novo.
Não quero esperar 2018 chegar, muito menos, o carnaval passar para começar a trabalhar.

Espero que em dezembro eu esteja mais focada do que nunca, porque pode ser o fim do ano, mas não é o fim da caminhada. Ainda tenho muito chão pra correr e muita barreira pra pular.

Espero que dezembro marque minha vida por coisas que atingi, sucessos que alcancei e que não seja como um mês qualquer, mas que também não seja um mês especial. Quero que seja dezembro de 2017, único, com risos e choros, com acontecimentos novos e com rotinas, com o que vier de bom ou de ruim, afinal ninguém vive um romance (e até os romances têm seus momentos conturbados).

Espero que as pessoas continuem lutando por seus sonhos e que não usem a desculpa que o ano acabou para dizer que acabou seu ânimo para seguir tentando.

Espero que as pessoas vivam dezembro como vivem janeiro, fevereiro, março, etc. E que  vejam o ano não como uma linha, mas como um ciclo. Não acaba, mas se renova. Não é limitante, mas se transforma.

Dezembro é um mês lindo, assim como maio, outubro, novembro…

 

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Por que você precisa de um passo a passo?

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Há alguns dias atrás recebi um comentário de uma pessoa me pedindo para dar um passo a passo para vencer a dificuldade dela. Confesso que na hora eu ri. Eu ri e li novamente porque pra mim não fez muito sentido.

Quando reli percebi que havia lido corretamente. Ela realmente estava pedindo um passo a passo para conseguir vencer uma dificuldade dela.

O que me impressionou não foi só o pedido do “passo a passo”, mas foi o fato de que o que eu mais falo pra vocês é como é importante fazermos nossa parte, como é imprescindível buscarmos a solução e encontrarmos nossas respostas, sendo assim pedir um passo a passo pra mim vai contra tudo o que compartilho com vocês.

Quando pensei em compartilhar dicas foi porque eu mesma pastei um pouco para encontrar a resposta, mas de forma alguma eu considero ruim o fato de que tive de correr atrás. O que eu consigo com ajuda de outros me dá um sentimento de acolhimento. É o pit stop necessário para respirar e conseguir seguir adiante sozinha; mas conseguir sozinha aumenta a sensação de ser forte, de empoderamento, de que consigo.

Esta não é a primeira vez que recebo comentário de alguém me pedindo “exatamente” o que fazer. E não é a primeira vez que me impressionou, cheguei a escrever sobre isto neste post mas desta vez eu quis ser mais clara porque o meu maior desejo é tornar cada um de vocês que me seguem, independentes.

Não gostaria que vocês esperassem de mim um passo a passo. Não gostaria que vocês esperassem de mim as palavras certas ou o que vocês precisam para fazerem algo. O que eu mais desejo é que vocês reflitam em cima de cada dica e tracem os próprios caminhos, planejando, refletindo e não tenham medo caso algo dê errado.

Quero que vocês sejam donos das próprias escolhas e tomem as decisões que acharem necessárias de acordo com os objetivos que querem alcançar.
Imaginem a minha responsabilidade em falar um passo a passo e, de repente, dá errado?! Provavelmente você falará que a culpa é minha. Mas quando você mesmo se decide, você assume seus riscos e tira seus aprendizados. Você vai conseguir entender o que, no meio do caminho, poderia ter sido diferente e se tornará mais “cascudo”, ou seja, mais resistente. Isso é incrível!

O que te impede de traçar seus próprios passos? O que te impede de decidir por si mesmo e alcançar o que você tanto quer? Pense nisto e dê o primeiro passo.

Mais, Reflexões

Escrever é mais por e pra mim…

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Enquanto escrevo este post ainda estou em Petrópolis. Praticamente todos os posts deste mês de novembro foram escritos aqui. Que decisão mais inteligente foi a minha de vir pra cá e aproveitar este feriado de finados para sair de São Paulo!

Às vezes a gente acha que como será feriado iremos descansar em casa, com amigos, mas não é a mesma coisa. É necessário sair um pouco do ‘de sempre’. 

Eu sempre tive um sonho de ter uma casa onde eu teria uma mesa só para escrever, que seria em frente a uma janela que daria para uma paisagem que me levaria para outro mundo, e esse outro mundo me ajudaria a escrever.
É aquela visão romântica de escrever. rs

Aqui em Petrópolis eu cheguei à conclusão que ainda quero minha mesa – de madeira – em frente à uma janela que dê para uma paisagem que me leve para outro mundo. Todos estes posts em Petrópolis foram escritos na área comum do hostel, como se fosse o quintal, com árvores, com vento, com quietude…

Sentada aqui “ganhei” – não sei a palavra certa – a certeza de que quero sempre escrever. Me realizo escrevendo. É uma pena que não consiga escrever tanto quanto antigamente, apesar de o número de ‘leitores’ diminuir e o número de ‘seguidores’ crescer.

Não sei se vai fazer sentido para alguém, mas escrever é mais pra mim e por mim e gravar é unicamente para vocês e por vocês.
Escrever é terapia, é transformação, é repensar é reconstruir, é visualizar o que não consigo explicar. E pretendo fazê-lo. Ainda tenho textos em papel que não compartilho e até costumo escrever algumas das minhas orações quando minha cabeça está tão bagunçada que nem consegue construir uma frase verbalmente.

Não sei se você vai tirar algum aprendizado deste post e tão pouco sei se este é o objetivo deste texto rs, mas espero que faça sentido e te traga algo bom, assim como quando escrevo.

Finanças Pessoais, Reflexões

Não é errado ter muito dinheiro!

 

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Eu sei que várias pessoas já disseram isso e que sabemos que o dinheiro não é o mal do século, mas ainda há uma culpa velada, pelo fato de querermos ter dinheiro, querermos uma vida mais confortável. A questão é que temos o transformado em um monstro, por simplesmente esquecermos para que ele serve.

Antes disso quero dizer para que o dinheiro NÃO serve:
– Para separar pessoas;
– Para criar níveis ou classes;
– Para ter até transbordar pela pia e não caber mais “debaixo” do colchão;
– Para termos muito, mesmo que sem objetivo algum.

Lógico que existem muitas outras razões pelas quais o dinheiro não serve, mas estas são algumas bem importantes e que acho que as mais recorrentes e graves.

Refutando cada um destes pontos, quero trabalhar melhor a questão de ter dinheiro. O problema é que ele tomou uma importância maior do que na verdade tem. Temos utilizado como meio de conseguirmos o que queremos, seja o que for, seja quanto for. Temos nos corrompido e nos vendido. Temos “comprado” dinheiro e não o utilizado para comprar. Conseguem ver a diferença?

O dinheiro é um mal necessário. Eu sinceramente não queria depender dele. Eu trabalharia por um teto e por comida. Eu não estou falando de socialismo, mas estou falando que o dinheiro hoje, na forma como é utilizado, me cansa e me desanima.

As pessoas tem perdido a oportunidade de se desenvolverem, de crescerem,  de se motivarem por outras razões, porque de alguma forma é ditado que sem dinheiro não somos nada, que o fim para todos os meios é o dinheiro e que o meio para todos os fins é o dinheiro. Meu Deus!!! Por que?

Não! Não quero queimar o dinheiro e nem acredito que vamos abandonar o capitalismo, afinal, depois de provar de seu gostinho, quem vai querer abandoná-lo?

Mas você pode escolher como usar o seu dinheiro e se você tem um pouco mais que a maioria, pode escolher com sabedoria onde vai utilizá-lo, sem necessariamente ser esbanjar e jogar na cara dos outros que tem menos. Compre suas coisas, realize seus sonhos, viaje, se vista, se dê presentes/ luxos, você tem trabalhado por isso, mas não acredite que você é diferente que os demais. Não aja de forma a diminuir os que não conseguiram o que você conseguiu porque não tem o salário/ renda que você tem.

Um dos segredos da boa administração financeira é que todo dinheiro deve ter um objetivo. Caso contrário gastaremos no que não era tão necessário e não teremos para o que era extremamente necessário.
Então essa ideia de que quanto mais melhor, depende. Mais pra que? Melhor para que/ quem?

Dinheiro parado no lugar não rende. Dinheiro escondido, você morre e ninguém se beneficia, nem mesmo pessoas queridas que você gostaria que usassem.
Coração mesquinho pode ser tão prejudicial que você vai ter muito e não vai querer usá-lo com medo de acabar. E então… pra que?

Pois é… não quero que você dê todo seu dinheiro para quem precisa e abra mão de todas as suas posses. Não quero que você se sinta culpado por ter mais do que eu ou mais que muita gente. Quero que você use bem! Quero que você se dê novas oportunidades e que não se aparte de pessoas.

Para quem tem muito ou para quem tem pouco: criem o hábito de compartilharem, de ajudarem, de dar sem esperar nada em troca, de não anunciarem aos sete ventos os benefícios que fazem, perde toda a beleza do ato.
Promova ações que possibilitem que pessoas possam lutar para chegarem em um nível  onde elas podem ter o que sonham e viverem experiências que dependem exclusivamente de dinheiro para realizarem.

Para os que não tem tanto: Não se limitem por não terem dinheiro. Independente de muitas ou poucas oportunidades que a vida vai te dar, eu gostaria que você continuasse tentando. Pode ser que demore mais do que para outros, mas não tentar consiste em saber que você decidiu que “o dia” nunca vai chegar. Triste, não?

Vivamos nosso propósito, corramos atrás de nossas realizações e sejamos felizes com o que temos, sem esperar sermos felizes pelo ainda podemos ter. 😉

Mais, Reflexões

Eu tenho aprendido que…

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Eu tenho aprendido que não importa quantas pessoas nos deem um ‘não’, alguém em algum momento nos dará um ‘sim’. Tenho aprendido que quando alguém me diz que não conseguirá fazer alo, não quer dizer que não conseguiremos fazer. Eu tenho aprendido a aprender que podemos sempre aprender alguma coisa e que a educação é a chave para ser mais. Eu tenho aprendido a fortalecer minha esperança e ser resiliente. Eu tenho aprendido a nunca desistir.

Eu tenho aprendido que há muito mais do que vemos na superfície e que nós não sabemos o que nós sabemos. Tenho aprendido sobre outros países, outras culturas, outros idioma, e outras pessoas. Tenho aprendido que ‘diferente’ não é ruim, é apenas ‘diferente’, e na maior parte do tempo é bom. Eu tenho aprendido que há sempre algo mais que pode ser feito, algo mais que nós podemos fazer, para nós mesmos, para alguém, para um estranho. Eu tenho aprendido a ser corajoso. Tenho aprendido que a ajuda às vezes vem de quem nunca esperamos. Tenho aprendido que os milagres acontecem e que mesmo quando está muito difícil manter a fé, a coisa mais incrível pode acontecer inesperadamente, no último minuto.

Eu tenho aprendido que não importa quão ruim possamos nos sentir em algum momento, não se compare com alguém que quase nunca sofre. Eu tenho aprendido que há pessoas que podem passar dias sem comer nada. Tenho aprendido que nós valemos a pena. Tenho aprendido que nós podemos sempre ser melhores focando no que realmente nos importa. Tenho aprendido que é muito importante passar mais tempo de qualidade com as pessoas que se importam conosco e que nós nos importamos. Tenho aprendido que nossas famílias são, simplesmente e de longe, a melhor parte de nós. Tenho aprendido que ficar sozinho não é o mesmo que estar sozinho.

Eu tenho aprendido que nós podemos sempre ter mais empatia e mais compaixão pelos outros, que estender uma mão amiga a alguém pode ser uma luz de esperança para alguém se sentindo sozinho. Tenho aprendido que alguns momentos da nossa infância foram muito especiais e continuarão conosco eternamente. Tenho aprendido que mães tem o trabalho mais difícil da terra e que nós nem sempre mostramos a elas a apreciação que elas merecem; tenho aprendido que nós deveríamos demonstrar mais frequentemente.

Eu tenho aprendido que mesmo alguém sorrindo e rindo pode estar ferido por dentro. Tenho aprendido que dar é muito melhor que receber. Que animais podem ser muito leais e não apenas melhorar nossa vida, mas também salvá-la. Tenho aprendido que pessoas podem mesmo amar um país onde nem foram nascidas. Tenho aprendido que quando nós estamos chateados podemos tomar decisões ruins e dizer coisas que ferem e que nunca deveriam ser ditas. Eu tenho aprendido que caminhar em um dia bonito pode nos ajudar a clarear nossas mentes e nos fazer nos sentirmos melhor.

Eu tenho aprendido que não há benefícios em guardar ressentimento em nossos corações e que o espaço é melhor quando preenchido com esperança, amor e alegria. Tenho aprendido que outras pessoas fazendo o bem é bom pra nós também.Tenho aprendido que todos nós temos preconceitos inconscientes que afetam as decisões que tomamos. Tenho aprendido que ter mais dinheiro não é sempre o melhor. Tenho aprendido que os maiores líderes que nos inspiram não são necessariamente aqueles com os maiores títulos mas aqueles com mais integridade, lealdade e compaixão.

Eu tenho aprendido a aceitar a mudança e tirar o melhor disso. Tenho aprendido que algumas pessoas que estão fisicamente longe de nós podem estar mais perto que aquelas que estão próximas de nós fisicamente. Tenho aprendido que a música consegue nos levantar de forma que nada mais consegue. Tenho aprendido quão importante é viver com propósito e valores. Que a coisa mais certa a se fazer é muitas vezes mais difícil de fazer mas é sempre a coisa certa a ser feita.

Tenho aprendido que nós podemos e devemos sempre continuar aprendendo até o último dia. Tenho aprendido que tudo ficará bem. Que cada dia é um presente. Tenho aprendido a aprender a aceitar, a perdoar, a apreciar. Tenho aprendido a amar, incondicionalmente.

Texto traduzido deste link: https://www.linkedin.com/pulse/ive-been-learning-luis-moreno/?trackingId=0O1YkII%2FduhwgioWxLuzoQ%3D%3D

Reflexões

Por que preciso me decidir?

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Tomar decisões poderia ser algo mais fácil. Deveríamos simplesmente fazer uma lista de prós e contras e o que prevalecesse, seria o decidido. Mas não é bem assim.

A gente faz a lista, mas empata. Ou então mesmo que tenha mais itens em uma lista que na outra, parece que pesam mais. E o pior: quando você finalmente acha que tomou a decisão e começa a ver um monte de notícias contra o que você decidiu.

Pois é. Decidir ainda é pessoal. Conselhos, estatísticas, comparativos e listas só nos ajudam a começar uma reflexão, mas na hora em que a decisão é feita, foi nossa escolha. Nossa!

Muita gente tem medo de decidir por si só e descobrir que decidiu errado. Ou então que a partir daquela decisão terá mais trabalho. Pois é… são consequências. Faz parte da vida adulta.

Deixar de decidir é muito pior. Ficar enrolando em uma situação que não está boa esperando que alguma coisa aconteça, é tortura. Saber o que precisa ser feito e decidir não fazer é colocar um peso de dez quilos no pescoço para correr a meia maratona.

Em algum momento você vai acabar decidindo, porém talvez da forma errada ou em um momento em que não esteja mais aguentando. Sofreu por mais tempo, à toa.

Uma decisão difícil tomada na hora certa é melhor do que qualquer decisão nunca tomada e uma falsa sensação de que está tudo certo.

Podcasts, Reflexões

Millennials, como parar de se comparar com outros.

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Abra qualquer aplicativo de rede social e você é instantaneamente bombardeado com atualizações em tempo-real de seus amigos, família, e outros das suas redes de relacionamento.

Seu amigo do ensino médio acabou de se mudar para um apartamento maravilhoso, seu colega de trabalho está ficando noivo da mulher de sua vida, o efeito do crossfit do seu primo está começando a aparecer… e ele não está nem um pouco tímido em mostrar.

Em um mundo onde você está conectado vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, é incrivelmente fácil tornar-se fixado com as atualizações de todos.

É possível dizer que temos um caso de “Transtorno obsessivo de comparação” ou uma compulsão de constantemente se comparar com outros. Infelizmente, isto pode causar efeitos danosos no seu bem- estar físico e psicológico, tendo as redes sociais lincadas à depressão, ansiedade e solidão.

Além disso, estudos mostram que doenças mentais em millennials são mais frequentes que em qualquer outra geração na história.

Então como é que lidamos com isso?

Veja algumas dicas:

Encontre algo que seja apaixonado
Segundo Dumont, um dos maiores alívios que você pode encontrar da ansiedade que vem com comparação social é fazer alguma atividade que você é apaixonado. “Perceba que quando está se sentindo ansioso, pode escolher não se apegar. Às vezes quando está se sentido ansioso, parece que essa sensação nunca vai acabar, você fica neste pântano – independentemente do que já realizou até agora – e a ansiedade toma conta. Nestes momentos, o que eu diria é se distrair com algo que é apaixonado, alguma coisa que não demande muito esforço e que te coloque em um bom humor. A ansiedade irá passar”, diz Dumont.
A chave em escolher uma atividade é encontrar uma que te dê alívio instantâneo e sem esforço. Assim você conseguirá acessar facilmente em tempos angustiantes.
Ter uma atividade saudável e que te complete você pode recorrer ao invés de gastar tempo excessivamente nas redes sociais e pode ser efetivo para te ajudar a ter uma vida mais positiva e produtiva. A universidade de Yale descobriu que aqueles que passam menos tempo nas redes sociais são mais felizes e saudáveis que que aquelas que usam com mais frequência.

Medite/ Mindfulness
Quando você está ocupado se comparando com outros, pode ser difícil manter o foco em outra coisa. Para ganhar mais clareza e quietude mental, Dumont recomenda praticar uma forma de meditação. “Quando a sua mente está correndo, a meditação pode te dar mais estabilidade. Você pode dizer a si mesmo ‘Vou sentar aqui e relaxar e não vou pensar em nada, apenas neste momento”. Viver o momento pode penetrar pela ilusão das preocupações passadas e futuras, e ajudar a acalmar sua mente e corpo.
Dumont diz para ouvir músicas mais tranquilas e respirar profundamente para colher os melhores benefícios curativos. O objetivo de meditar é se desapegar de seus pensamentos e testemunhá-los objetivamente sem julgamentos, assim você conseguirá cultivar a autoaceitação. Enquanto você se torna mais confortável consigo mesmo, poderá perceber que não sente mais vontade de se comparar com outros.

Seja paciente
Leva tempo para criar novos hábitos, especialmente quando os antigos nos suprem com uma dose de dopamina. Quanto mais você esteve lutando com a comparação social, mais tempo você deverá levar para reforçar o novo hábito, um mais saudável. Isto é normal, e Dumont disse que é importante manter uma perspectiva vem planejada do seu progresso.
“Nada acontece da noite para o dia, a vida é uma maratona, não uma corrida”, Dumon diz. “Estamos tão consumidos com tudo tendo uma gratificação instantânea que queremos que nossos problemas sejam resolvidos logo de cara. Qualquer obstáculo que você tem levará tempo, paciência e trabalho duro”.

 

Trechos retirados e traduzidos deste link: https://www.forbes.com/sites/julesschroeder/2017/08/31/millennials-heres-how-to-stop-comparing-yourselves-to-others/2/#d30b1587daba

Reflexões

Está na hora de deixar pra lá.

Tenho  certeza que se eu te perguntar se você lembra de alguma pessoa que te fez mal, você não levaria nem três segundos para me responder. Temos o hábito de guardarmos estas informações em uma caixinha e de tempos em tempos nos torturarmos.
Alguns acabam revivendo a cena na cabeça dia após dia, e às vezes, ano após ano, tentando mudar, mesmo que só na imaginação, uma coisa ou outra: talvez se tivesse dito alguma frase mais forte ou agido diferente…

A questão é: não importa o que aconteceu no passado e quanto a pessoa te magoou: está na hora de deixar pra lá.

Quanto tempo se passou e você ainda está com este episódio e essa mágoa guardada?
Quantas decisões você vai tomar em prol de querer mostrar pra essa pessoa que você superou?
Quantas postagens no facebook você vai postar para dar indiretas?

Talvez a(s) pessoa(s) não esteja(m) nem mais ligando pra você ou pra situação. Talvez ela(s) nem se lembre(m) mais. Ou talvez esteja dando risada do papel que você está fazendo, tentando mostrar que superou o que, na verdade, não superou.

Cada dia que você carrega esse peso na sua memória e no seu coração, é um dia que você podia ter vivido uma experiência diferente: poderia ter aprendido coisas novas, poderia ter se aberto a novas pessoas. Mas a lembrança ruim te trava, inconscientemente, e você deixa de fazer algo para não se ferir novamente.

Às vezes perdoar em seu coração já basta, outras vezes você vai precisar sentar com a pessoa e resolver. Nem sempre será fácil e nem sempre terá o desfecho que você gostaria, lembre-se disso. Outras vezes, é uma questão de superar, seja por conta própria seja com ajuda de um profissional. Mas pare de viver em função do passado e de querer reafirmar o que não é necessário.

Comece agora mesmo. Não espere o outro e nem dê desculpas. Esta missão é sua. 😉

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Como destravar sua mente e produzir mais.

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Somos seres de fases: temos fases de êxtase e fases de desencanto, fases de paixão e fases de frieza, fases de criatividade e fases de estagnação. É normal. Os picos nos acompanham desde que nascemos.

Muita gente me fala que estava super produtivo e “de repente” entrou em um buraco e não consegue fazer nada. Pois é. Eu fico olhando algumas pessoas e tento imaginar o que elas fazem para se manterem sempre produtivas, criativas, cheias de ideias e, a verdade é que mesmo que eu descubra o que elas fazem, talvez não sirva pra mim.

Justamente porque somos pessoas diferentes uma das outras. O gatilho que te ativa pode não servir pra mim e, ficar procurando no outro a minha solução, pode gerar frustração.

Eu sou naturalmente cheia de ideias. Às vezes tenho tantas, que nem eu mesma consigo acompanhar meu ritmo! rs Se você precisa de uma solução pra um problema ou conselho, sou a pessoa ideal. Juro! Sempre consigo ter um ponto de vista que você não tinha imaginado. E, adivinha?! Às vezes eu travo também.

Geralmente é quando estou muito cansada ou passando por um período de estresse. Então eu sei que preciso sair para um ambiente diferente do que costumo ficar, fazer atividades diferentes também ajuda muito e ter um bloquinho à mão, com certeza fará minha “máquina” (meu cérebro) volta a todo vapor!

Outra coisa que me ajuda muito a voltar a ter ideias é ler. Percebi que quando eu fico muito tempo sem ler ou sem concluir leituras por um certo tempo, é como se meu cérebro atrofiasse e pedisse por mais “comida”.

Ler me anima, me traz novas percepções, novos pontos de vista. Cada vez que termino de ler um livro sinto que minha alma está renovada e não sou mais a mesma pessoa. É incrível como me transformo!

Não foi rápido que percebi isto. Levou um tempo para eu entender como me comporto e porque me comporto deste ou daquele jeito.
Busque se conhecer nos detalhes. Às vezes o que você acha que é desânimo, pode ser a falta de algum estímulo externo e que pode ser mais fácil resolver do que você imagina.

Mais, Reflexões

Não existe manual de instruções.

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Já imaginou se nossa vida tivesse um manual de instruções?
Já pensou se quando você nascesse houve um manual com as melhores formas de te tratar, ou como você prefere que as coisas aconteçam?
Independente de você gostar da ideia ou não, este manual não existe.

Não existe uma fórmula secreta de fazermos as coisas acontecerem como queremos ou então de fazer as situações se encaixarem aos nossos gostos e preferências.

A verdade é que ninguém precisa se encaixar à nossa forma de viver e ninguém é obrigado a fazer o que o outro gostaria.
Não temos 100% de certeza em nada que fazemos pois a vida não é uma caixinha fechada, formatada.

Cada acontecimento, cada pessoa que se vai, cada pessoa que chega, faz parte desta grande engrenagem que é a vida. Não podemos manipulá-la, no máximo conseguimos planejá-la, mas ainda assim, temos que contar com imprevistos.

Na vida não existe manual porque se nascêssemos prontos, com todos os caminhos trilhados ou com todas as informações descritas em uma embalagem, perderíamos a oportunidade de nos alegrarmos ou comemorarmos com as coisas, não seríamos capazes de aprender tantas coisas, pois faríamos tudo conforme o que já sabemos que daria certo.

Não queira que as coisas sejam perfeitas, a perfeição é relativa e geralmente não é como achamos, não é à toa que nunca achamos que as coisas estão como gostaríamos.

Viva sua vida de forma leve e da melhor forma que gostaria. Aproveite todos os momentos. A felicidade é algo possível e não existe ou exige manual para chegar até ela.