Minimalismo

Minimalize de verdade!

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Uma das melhores coisas que me aconteceram comigo neste ano de 2017 foi conseguir acabar com minhas coisas e acabando com minhas coisas consegui perceber o quanto eu gastava com coisas que eu já tinha. 
Você já parou para fazer esta conta? A gente costuma fazer uma planilha de gastos para descobrir onde está indo nosso dinheiro, mas não paramos para fazer uma análise do quanto gastamos com o que realmente não precisamos porque JÁ TEMOS EM CASA!

Sempre faço a comparação da janela do banheiro. Já reparou nas janelas dos banheiros das casas que você vai? Independente do número de pessoas que moram na casa, sempre têm muito mais produtos do que moradores. São 4 champús, 2 condicionadores para tipos de cabelos variados, 10 cremes para tratamento, hidratantes e sabonetes líquidos… !!! Mas sempre existe algo novo para ser comprado, né?! Aquele creme que promete fazer crescer, aquele champú que dá brilho mais que condicionador, aquele que combate caspa que é sempre bom ter, etc.
Não se assuste se você se identificar com esta ilustração… é mais comum do que parece. Infelizmente.

Bem, neste ano muita coisa mudou quando decidi que não compraria mais nada enquanto ainda tivesse um item dele em casa. Não importa se a minha marca preferida acabou, o que importa é que se ainda tenho outro produto similar, vou usá-lo até acabar e, somente quando todos os produtos daquele segmento acabarem irei voltar a comprar.

Esqueça aquele conceito de que “quando acabar com um posso comprar outro” porque acabamos usando como desculpa para comprar. Se ainda tem outro produto com a mesma utilidade, não tem porque continuar comprando e trazendo mais “entulho” para sua casa.

Não comprar é bom, mas saber que não preciso comprar é muito melhor! É relaxante, é tranquilizante. Eu fico mais consciente do que já tenho e procuro ver utilidade em tudo o que ocupa algum espaço na minha casa.

Comece a fazer uma análise mais profunda. Veja não só o que você tem, mas quanto tem de cada item, e terá uma visão diferente a respeito do desperdício.

Minimalize de verdade!

 

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Minimalismo

Destralhar não funciona.

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Destralhar é, de longe, uma farsa. Se você clicou neste post para descobrir como destralhar seu armário, está no lugar errado. Você terá dificuldade em encontrar qualquer coisa aqui mesmo que vagamente parecido com “67 meios de destralhar uma casa bagunçada”. Isto porque destralhar por si só não resolve o problema: discutir como se livrar de suas coisas responde apenas o “o que”, mas não o “porque”.

O “o que”- por exemplo ‘como’ – é fácil. Todos sabemos instintivamente, como destralhar. Você pode começar pequeno: foque em um cômodo por vez, faça progressos a cada dia enquanto você trabalha rumo a simplificar a vida. Você pode ir grande: Alugue uma caçamba e jogue tudo fora, prosseguindo para uma vida mais cheia de significado. Ou você pode tomar o caminho moderado e abraçar o lado divertido de destralhar, aproveitando todo o processo de simplificar.

As pessoas deveriam, no entanto, estar muito mais preocupadas com o porque – o propósito por trás de destralhar – do que com o o que. Enquanto o o que é fácil, o porque é muito mais obscuro porque a natureza do porque é altamente individual. Ultimamente tem a ver com os benefícios que você você vai experienciar quando estiver do outro lado do destralhar.

Destralhar não é o fim do resultado – não é nem mesmo o primeiro passo. Você não se torna instantaneamente feliz somente por se livrar de suas coisas – nem mesmo a longo prazo. Destralhar não funciona assim. Se você simplesmente abraçar o o que sem o porque, não chegará a lugar nenhum. É possível se livrar de tudo que possui e ainda ser completamente miserável, ir para casa, sua casa vazia, e enlouquecer depois de remover todas as suas chupetas.

Quando você se livra da maioria das suas coisas, você é forçado a confrontar seu lado escuro:

  • Quando eu dei tanto significado às coisas?
  • O que é verdadeiramente importante na vida?
  • Por que estou descontente?
  • Quem é a pessoa que quero me tornar?
  • Como irei definir meu próprio sucesso?

Estas são perguntas difíceis com respostas igualmente difíceis, mas estas perguntas são de longe mais importantes do que abandonar seus bens materiais: se você não responde-las cuidadosamente, rigorosamente, então o armário que acabou de destralhar estará cheio com novas compras não depois de muito tempo.

Texto retirado, adaptado e traduzido deste link: https://www.theminimalists.com/decluttering/

Minimalismo

Porque abraçar o minimalismo.

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Há algum tempo atrás a netflix lançou um documentário chamado “The Minimalist” que, enquanto muitos amaram, outros detestaram.
O argumento que muitos ficaram contrariados foi o fato de pessoas alegarem a plena felicidade apenas quando se desfizeram de tudo ou com o fato de que quanto menos tiver coisas, mais felizes serão.

Não é bem assim. Não é que devemos vender tudo e vivermos em uma cabana ou em trailer, etc.
O minimalismo tem uma essência muito clara: Ter menos para experimentar mais, porque entende-se que temos muitas coisas. Temos excessos.

Este excesso não se restringe apenas ao que é material, mas você pode levar o minimalismo para todos os “cômodos” da sua vida: suas emoções, seus hábitos, seus relacionamentos, etc.

Abraçar o minimalismo é reter apenas aquilo que te fará bem. Não é apenas desfazer-se, mas é também nem agarrar.

Como receberemos o novo, as novas possibilidades que a vida nos coloca, se estamos agarrando o velho, o desnecessário?

O minimalismo pode te trazer um equilíbrio que há muito tempo você não experimenta. É possível você ter uma estante cheia de livros e ser minimalista, pois você sabe que têm exatamente aqueles livros que são importantes, que você vai reler ou que quer consultar. É possível ter “mais que 27 peças” no guarda-roupa e ser minimalista, porque você sabe que, de acordo com a sua rotina, sua vida social, etc,  você tem exatamente o que precisa. Nem mais, nem menos. Como também é possível que, com o tempo, perceba que está na hora de fazer uma limpa e passar para frente, mesmo que ainda goste muito de alguma coisa, mas para que esta “coisa” comece um novo ciclo na vida de alguém.

Equilíbrio é a chave. Ter o necessário. Não pensar no que vai mostrar, mas no que você vai enxergar e como vai se sentir. É andar no contra-fluxo e não consumir por imposição da mídia. É ver que não tem 12364478 amigos no seu facebook e ficar feliz pois tem apenas aqueles que se sente à vontade em compartilhar suas experiências.

Vale a pena abraçar o minimalismo. Abrace forte, tão forte que ele se torne parte de você, instintivamente e naturalmente.

Minimalismo

Um incentivo para você destralhar.

perpetual-decluttering
Fonte

E hoje temos nosso primeiro post sobre minimalismo de 2017!
Eu gosto muito de conversar sobre isso porque sempre temos o que diminuir.

Li o livro “O poder dos inquietos”, se você não assistiu a Dica de Leitura, só dar o play:

Foi nossa primeira Dica de Leitura…e QUE-LIVRO-MA-RA-VI-LHO-SO!

Em dos capítulos ele fala sobre como é possível viver cada dia com menos.
Ele dá um exemplo de um cara (ou ele mesmo, não lembro) que resolveu que iria usar somente as roupas que tivesse em seu armário.
Então ele pegou tudo o que tinha e passou para outro quarto da casa. À medida que ele usava alguma peça, coloca em seu guarda-roupas, até que chegou uma hora que ele não precisava mais pegar nenhum outra roupa ou calçado no outro quarto.
Foi aí que ele percebeu que usava uma pequena parte de tudo que tinha e se desfez daquele “excesso”.

A gente sempre cai na história do “um dia eu uso”, quando no fundo a gente sabe que nunca vai usar.
2017 precisa ser um ano leve, então comece se desfazendo. Quem sabe este não é o incentivo que você precisa para fazer a limpa na sua casa.

Sei que não é fácil. Enquanto a gente consegue se virar com o espaço que tem, não tem problema. Mas o problema é que demoramos pra nos dar conta de que realmente é necessário fazer “a limpa”.

Também recomendo a leitura deste livro. Tenho certeza que não se arrependerá! 😉

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Minimalismo, Produtividade

Meu estilo minimalista melhorou minha produtividade.

Eu li este post do blog “Minimalism is simple” (Minimalismo é simples) e gostei tanto que resolvi traduzir pra vocês.

Espresso_WhiteDesk.jpg
Fonte

“Sempre foi mais fácil pra mim trabalhar em um ambiente sem tralhas, mas eu nunca havia percebido quão mais produtiva este estilo minimalista poderia me fazer. Como a maioria das pessoas, eu ainda tinha algumas “tralhas” na minha mesa e no meu escritório antes de ingressar nesta jornada. Estas tralhas incluem copo com lápis, telefone, cestas para fazer de caixa de entrada, calculadora, fita e, claro, o monitor do meu computador, teclado, mouse, telefone, rascunho com minha lista de tarefas para o dia, caneta e meu copo de água. É isto. Eu tenho uma mesa grande de carvalho com um credenza (não sei a tradução. Para saber o que é clique aqui) que fica atrás e isto é tudo o que fica na área de trabalho. Ah! E mais uma coisa. Uma pedra macia que tem a palavra “acredite” gravada. E eu amo do jeito que está.

Enquanto estou escrevendo este post, que a propósito era a tarefa número 2 na minha lista pra hoje, eu estou com a mente calma e clara. As palavras fluem facilmente para mim e meu foco está 100% em escrever. Quando você foca toda sua atenção E intenção na direção do seu objetivo, você consegue completá-lo rapidamente e sem esforço.

Como muitos de vocês sabem, eu atualmente possuo vários negócios. Sem minha lista de tarefas diárias e a minha mesa limpa eu não seria capaz de cumprir as muitas coisas em apenas um dia. E eu geralmente faço vários intervalos durante o dia para ver probabilidades e finalizações a respeito da casa e da fazenda, e saio do escritório antes das 5 todos os dias. Muitos dias eu consigo sair do escritório antes das 3. Eu não trabalho aos fins de semana. Muitas pessoas não compreendem como eu consigo fazer tantas coisas em um dia e eu posso te dizer honestamente que é devido à uma mente sem tralhas que por sua vez vem de um ambiente sem tralhas.

Eu chego no escritório antes das 7 todas as manhãs depois de eu acordar naturalmente e ter alimentado os animais que eu tenho. Eu não coloco o alarme para despertar. A primeira coisa que eu faço quando caminho até o escritório é rever a lista de tarefas que escrevi ANTES de ter ido embora do escritório no dia anterior. Este é um fator importante na minha organização. Eu trabalho baseado em uma lista de tarefas que escrevo no dia anterior. Não somente limpa minha mente destes itens quando saio do escritório, mas também sei por onde vou começar pela manhã.

Para mim, a facilidade do meu dia começa com um escritório organizado. Quando seu escritório é organizado, sua programação está organizada. Quando o trabalho flui suavemente, você tem tempo para focar completamente na sua vida pessoal e em seus relacionamentos. Nem todas estas dicas podem funcionar pra você mas te encorajo a tentar um pouco. Você pode ser agradavelmente surpreso com o quão facilmente seu dia flui.

Eu acabei de checar outra tarefa na minha lista. 🙂

Bençãos,

Denise.”

Se você entende inglês e quer ler o post original, clique no link: http://minimalismissimple.com/my-minimalist-lifestyle-increased-my-productivity

 

Minimalismo

Minha casa é muito pequena

rebeca

Quem é que já não falou isto: “Minha casa é muito pequena!” ou “Preciso de um guarda-roupas maior!”ou então “Nossa! Vamos precisar comprar um gaveteiro para as outras coisas!”

Estas frases são tão comuns nos dias de hoje… as pessoas compram tantas coisas que não param para pensar no espaço que têm em casa. Ou então acabam deixando tudo “socado” em alguma gaveta ou lugar que não é o apropriado e reclama da bagunça.
A verdade é que não é bagunça. É acúmulo.

Eu ouvi uma frase há algumas semanas atrás, não me lembro de quem, me desculpem, e achei bem interessante: “Se não cabe não é pra ficar”. A culpa não é do espaço que é menor, afinal você já sabia o espaço disponível. O problema está em ter muitas coisas. Tantas que nem cabe onde deveria.

Cada cantinho da nossa casa, de cada cômodo, de nosso trabalho, do nosso carro, enfim, cada cantinho da nossa vida precisa estar leve. Se você olha e se sente bem, em paz, leve, então tudo bem. Mas se por um momento você olhar para algum cantinho e se sentir irritado, bagunçado, com vontade de jogar algo (ou alguém) pela janela, então acho que está na hora de ver melhores maneiras de organizar suas coisas ou desfazer-se delas.

Para os fãs da Marie Kondo ou curiosos a respeito do método dela de organização, eu encontrei esses guias no blog amandaarruda.com que te darão uma ideia bem interessante do que fazer com os seus objetos:

  • Faça o declutter todo de uma vez só. Marie defende que o declutter e a arrumação é um trabalho pontual, não um trabalho para a vida inteira. Se você tem sempre que destralhar é porque tem algo errado no seu método – e, segundo a autora, é tanto o modo quanto o tempo que se leva para fazer essa limpa. Kondo diz que o tempo que se leva para destralhar uma casa deve ser o mais curto possível – o que quer dizer que você deve adaptar para as suas possibilidades, porém fazendo o esforço óbvio de que tudo seja feito no período mais curto que você puder.
  • O limite é você quem diz. Marie conta, no livro, que ao destralhar, a gente nota um ‘clique’ quando chega ao nosso número ideal de pertences.
  • Mantenha consigo apenas os itens que te trazem alegria. Nem precisa comentar muito, né? Se desfaça de tudo o que não te traz felicidade. Isso inclui aquelas roupas que você acha que vai usar – mas nunca usa – e aqueles livros que você comprou, não leu e só te fazem sentir culpado. Eles já cumpriram o seu papel na sua vida (te mostrar do que você não gosta ou o que não encaixa no seu estilo, por exemplo) e, se você não sente mais alegria ao vê-los ou tocá-los, é melhor deixar que sigam seu caminho.
  • Destralhe por categorias, não por cômodos. Organizar por cômodo é um erro, porque muitas vezes  a gente esquece coisas que estão em outros cômodos, mas pertencem à mesma categoria (por exemplo, roupas podem estar no guarda-roupa, no cesto de roupa suja, na máquina de lavar e no cesto de roupas limpas – e, geralmente, esses itens não habitam os mesmos cômodos). Daí você vai achar que fez o declutter certinho, porém não fez, porque você não juntou todos os seus itens e, assim, não tem uma noção correta do todo.
  • A ordem faz diferença. A ordem em que você faz seu declutter faz toda a diferença, uma vez que ela vai influenciar na rapidez e na fluidez do seu destralhamento. Se você começar com itens de valor sentimental, por exemplo, tudo vai demorar mais (e pode ser até que não vá pra frente). Sabe quando você se empolgava pra arrumar o quarto e caía naquela boa e velha caixa de fotos e cartas e a arrumação ficava pra depois (nunca)? Pois é, é bem por aí. Deve-se começar por itens mais simples e, depois, fazer a limpa nos mais complexos. Marie indica a seguinte ordem de organização: roupas, livros, papelada, miscelâneas (basicamente, todo o resto da casa que não encaixe nas outras categorias) e coisas com valor sentimental.
  • Destralhe antes, organize depois. Desnecessário dizer, mas todo mundo sabe que não se deve organizar tralha. Portanto: jogue fora ou doe tudo primeiro e, só então, pense em como vai organizar o que restou.
  • Não se iluda com métodos estrambólicos de organização. Métodos devem ser simples. Segundo Marie, se você precisa de zilhões de etiquetas e métodos inteligentes para guardar seus pertences, isso é um prova que você ainda não simplificou o suficiente. Uma caixa deve servir, uma cesta deve resolver, nada muito extraordinário é necessário, na hora de compartimentalizar o que você tem.
  • Cuide bem de seus pertences. Marie também dá dicas de como cuidar de nossos pertences, fazendo-os se sentir amados e queridos pela gente. É curiosa a forma como ela diz que devemos lidar com nossos objetos, desde de agradecê-los por terem cumprido seu papel no nosso dia até a forma como os guardamos, que deve ser ‘confortável’ para eles. Por exemplo, meias, segundo Marie, não devem ser estocadas em formato de bola, pois isso não seria justo com elas, já que o momento em que não estão sendo usadas é um momento de descanso para elas – e, quando estão enroladas numa bola, elas estão tensas e não conseguem descansar. É engraçado pensar assim, mas acredito que, no fim, o que quer dizer é que precisamos cuidar direitinho dos nossos pertences, pra que eles durem mais e continuem nos trazendo alegria.

E aí? Será que sua casa é realmente pequeno? Será que você precisa de um armário maior? Será que precisa colocar tanta coisa embaixo da cama?
Vamos “construir” mais espaços ao invés de diminuí-los?

Minimalismo

5 coisas que aprendi com o minimalismo

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Não é fácil se desfazer das coisas e muito menos ainda parar de comprar o que você gosta de comprar, mas depois que adquire este hábito é quase impossível voltar atrás.
Nesta busca pelo auto-conhecimento e por uma vida mais equilibrada descobri que o minimalismo é uma ferramenta imprescindível.
Quero contar 5 benefícios que obtive com ele:

1. Valorizei mais o que tenho.
Uma das regras principais do minimalismo é o destralhar. É deixar de lado TUDO o que está  em excesso: sentimentos, objetos, roupas, relacionamentos, amizades, etc. A partir disto vi que só tenho o que é realmente importante e que tenho exatamente o que preciso.
Gosto das coisas que tenho, das pessoas que ando. Consigo filtrar o que me afeta.
Vejo que minha vida está cercada apenas do que quero.

2. Percebi o real valor do dinheiro.
Como comprar compulsivamente não faz parte das práticas minimalistas, cada vez que meu dinheiro vai ser gasto penso duas vezes: Será que preciso? Se eu comprar agora, existe uma chance de me arrepender? Estou comprando pela necessidade e pela qualidade ou porque estou com vontade de gastar?
Cada centavo que sai da minha conta está relacionada à forma como o valorizo. Eu possuo o meu dinheiro, não é o dinheiro que me possui.

3. Tenho mais tempo livre.
Como consegui filtrar o que entra na minha vida, não perco tempo com o que é desnecessário.
Se quero fazer algo, me planejo para fazer. Não fico perdida entre desculpas e compromissos vazios assumidos para agradar outros ou para postar no face.
Meu tempo é gerido de forma mais leve. As coisas não tiram mais meu foco.

4. Vivo mais o presente.
Meu passado está onde deveria estar: no passado. O que precisa, está nas minhas lembranças. Meu futuro está sendo planejado, sem excessos e sem ansiedade.
Meu presente eu vivo intensamente. Quero aproveitar mais porque sei que meu tempo é precioso demais!
Consigo aproveitar mais as pessoas ao meu redor, as oportunidades que me aparecem, os objetos que me cercam, os sentimentos que entram no meu coração.
O presente é algo maravilhoso e o fato de que tirei todos os excessos me ajuda a não ter distrações.

5. Sempre tem algo que pode ser destralhado.
Não importa o quanto eu doe coisas, o quanto deixe hábitos, sempre terei excessos em minha vida.
Não quero dizer que vou viver em um ambiente completamente vazio, sem cores e sem graça. Devo ter sim objetos que me lembre momentos felizes, fotos que registrem o que não quero deixar passar.As cores influenciam no nosso humor.
Mas quanto mais eu olho pra dentro, percebo que não são as coisas que vão me proporcionar mais felicidade.
Me mudei e vi minha vida cabendo em 13 caixas. E sei que quando desencaixotar tudo, ainda vou me desfazer de mais outras coisas. E é maravilhoso!
Sem pena, sem arrependimentos. Apenas com o que é realmente importante.

Topa seguir nessa comigo?
Até agora nenhum arrependimento. 🙂

Veja aqui outros posts a respeito do Minimalismo, aqui no Dica pra Hoje:

 

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Minimalismo, Reflexões

Consumo consciente: App Moda Livre

Não dá pra falar de minimalismo sem falar sobre consumo consciente.
A partir do momento que assumimos ter apenas aquilo que precisamos, indiretamente assumimos que vamos comprar apenas aquilo que realmente precisamos.
A primeira parte já foi entendida.

Vamos à segunda parte: De onde vem o que compramos?
É fácil pensar em necessidade e preço. Mas será que refletimos sobre de onde vem o que compramos?
Vamos falar hoje sobre nossas roupas. Há um tempo atrás estourou na mídia notícias sobre o trabalho escravo.

zara
Zara

Em reportagem feita pelo site Repórter Brasil em agosto de 2012: “Equipes de fiscalização trabalhista flagraram, pela terceira vez, trabalhadores estrangeiros submetidos a condições análogas à escravidão produzindo peças de roupa para a Zara, do grupo espanhol Inditex. A equipe registrou contratações ilegais, trabalho infantil, condições degradantes, jornadas de até 16h diárias, cobrança e desconto irregular de dívidas dos salários e proibição de deixar o local de trabalho. Um dos trabalhadores confirmou que a autorização do dono da oficina para sair da casa era concedida apenas em casos urgentes. A investigação se iniciou em outra fiscalização, realizada em maio do mesmo ano. Na ocasião, 52 trabalhadores foram encontrados em condições degradantes”.

Renner

“A Renner foi responsabilizada por autoridades trabalhistas pela exploração de 37 costureiros bolivianos em regime de escravidão contemporânea. O flagrante aconteceu em novembro de 2014 em uma oficina de costura terceirizada localizada na periferia de São Paulo. Os trabalhadores viviam sob condições degradantes em alojamentos, cumpriam jornadas exaustivas e parte deles estava submetida à servidão por dívida. Tais condições constam no artigo 149 do Código Penal Brasileiro como suficientes – mesmo que isoladas – para se configurar o crime de utilização de trabalho escravo. A fiscalização responsabilizou a Renner também por aliciamento e tráfico de pessoas.”

Nesta reportagem, também mostram outras lojas, como: Marisa, Pernambucanas, M.Officer, Le Lis Blanc, Gregory, e mais.

No ano seguinte, o site fez outras reportagem, leia aqui.

Creio que tão importante quanto comprar somente aquilo que realmente precisamos é saber que o que compramos não está fazendo mal a ninguém.
Então, como saber se a loja onde eu compro minhas roupas apoia/ utiliza o trabalho escravo?
Encontrei um aplicativo que conta exatamente isto!
Se chama Moda Livre.

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Este aplicativo monitora cerca de 77 grifes e varejistas e, através de cores, como as do semáforo, mostra se elas participam ou já participaram de trabalho escravo.
Como você pode ver na imagem acima, à direita, as marcas recebem classificações por cor:

Vermelha: Se a marca não controla as condições laborais das fábricas, já foi autuada por trabalho escravo ou se negou a responder o questionário.
Amarela: Se ela monitora seus fornecedores, mas de forma insuficiente ou se já foi flagrada anteriormente com mão de obra escrava.
Verde: Se a empresa tem mecanismos de acompanhamento da cadeia produtiva e não tem histórico de uso de mão de obra escrava.

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Fonte

Nesta imagem mostra os outros recursos disponíveis: No menu de baixo, você encontra notícias sobre o assunto e assim fica por dentro do que não sai na mídia!

Roupas de qualidade precisam ser feitas por pessoas reconhecidas legalmente e moralmente por seu serviço!
Não faça parte dos que alimentam o trabalho escravo.
Seja consciente com seus gastos e a origem do que você leva para sua casa! 😉

Um abraço.

Minimalismo

Benefícios do Minimalismo

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Li um post a respeito do minimalismo, em um site chamado “theminimalists.com” e uma parte deste post me chamou tanto a atenção que resolvi traduzir pra vocês.
Ele fala sobre os benefícios sobre o Minimalismo.

O Minimalismo nos ajuda a…

  • Eliminar nosso descontentamento
  • Ter nosso tempo de volta
  • Viver o momento
  • Perseguir nossa paixões
  • Descobrir nossa missão
  • Experimental uma liberdade real
  • Criar mais, consumir menos
  • Focar em nossa saúde
  • Crescer como indivíduo
  • Contribuir com algo além de nós mesmos
  • Nos livrarmos de excessos
  • Descobrir propósito em nossas vidas

Incorporando o minimalismo em nossas vidas, nós finalmente vamos encontrar a felicidade duradoura – e é isso que estamos procurando, não é mesmo? Todos queremos ser felizes. Os minimalistas procuram por felicidade não através das coisas, mas através da vida em si mesma; e além disso, cabe a você determinar o que é necessário e o que é supérfluo em sua vida.

Bem, traduzi apenas um trecho, mas recomendo a leitura do site, para quem fala inglês. (Quem sabe é um incentivo pra você começar a estudar?!)
Creio que esta é uma solução para aqueles que se sentem rodeados de excessos e que quer encontrar leveza na vida.

Não é algo “de outro mundo”, é simples.
O que você acha de começar ainda hoje?
O que você acha de ver estes benefícios te alcançando? 😉

Um abraço.

(Link do texto original)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Minimalismo

Armário Capsula|Minimalismo

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Fonte

O Instagram do Dica pra Hoje está no ar e está lindo!

Depois de algum tempo pesquisando vários perfis e tentando encontrar o estilo do Dica, encontrei exatamente o que eu estava procurando e agora já está disponível para vocês.

Uma das coisas que me incomodava é que, na verdade, não haviam dicas no insta. Eu estava perdida entre coisas sobre mim e sobre o blog. Que dicas eu daria? Repetiria o que já está nas outras redes sociais? Tornaria completamente pessoal?
Sempre quis que em cada uma das mídias vocês encontrassem um conteúdo diferenciado, e finalmente consegui!
Estou tão feliz! 🙂

Então quero te convidar a seguir @blogdicaprahoje e não perder mais nenhum conteúdo! Se você é uma pessoa mais ligada em fotos e imagens irá se identificar! Vale a pena!

Um dos diferenciais é que já comecei a compartilhar por lá meu “armário cápsula“. Sabe o que é isso?
É um armário compacto, contendo somente as peças realmente usadas e que todas elas se combinem entre si para que você não tenha alguma roupa parada, simplesmente porque comprou sem pensar nas possibilidades de uso.

Desta forma você pensa melhor nas compras futuras. Não só na usabilidade quanto na qualidade. Dentro disto, abordaremos temas como fast-fashion slow-fashion, sustentabilidade, trabalho escravo, etc.
Espero que goste de acompanhar.

Como eu já disse anteriormente, vou tentar mesclar o tema minimalismo entre o blog e o canal também. Dependendo do que for falar, vejo qual seria a melhor forma de abordar o assunto, pode ser? 😉

Já existem vários vídeos e posts sobre armário capsula, mas eu quero mostrar pra vocês esta mudança no meu próprio guarda-roupa, até porque tenho pensado em definir meu estilo de roupa a fim de passar a imagem que quero.

Veja algumas imagens de armário cápsula para se inspirar e, quem sabe, começar a montar o seu e acompanhe os posts sobre o assunto para saber mais detalhes!

 

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