Mais, Reflexões

Por que você precisa de um passo a passo?

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Há alguns dias atrás recebi um comentário de uma pessoa me pedindo para dar um passo a passo para vencer a dificuldade dela. Confesso que na hora eu ri. Eu ri e li novamente porque pra mim não fez muito sentido.

Quando reli percebi que havia lido corretamente. Ela realmente estava pedindo um passo a passo para conseguir vencer uma dificuldade dela.

O que me impressionou não foi só o pedido do “passo a passo”, mas foi o fato de que o que eu mais falo pra vocês é como é importante fazermos nossa parte, como é imprescindível buscarmos a solução e encontrarmos nossas respostas, sendo assim pedir um passo a passo pra mim vai contra tudo o que compartilho com vocês.

Quando pensei em compartilhar dicas foi porque eu mesma pastei um pouco para encontrar a resposta, mas de forma alguma eu considero ruim o fato de que tive de correr atrás. O que eu consigo com ajuda de outros me dá um sentimento de acolhimento. É o pit stop necessário para respirar e conseguir seguir adiante sozinha; mas conseguir sozinha aumenta a sensação de ser forte, de empoderamento, de que consigo.

Esta não é a primeira vez que recebo comentário de alguém me pedindo “exatamente” o que fazer. E não é a primeira vez que me impressionou, cheguei a escrever sobre isto neste post mas desta vez eu quis ser mais clara porque o meu maior desejo é tornar cada um de vocês que me seguem, independentes.

Não gostaria que vocês esperassem de mim um passo a passo. Não gostaria que vocês esperassem de mim as palavras certas ou o que vocês precisam para fazerem algo. O que eu mais desejo é que vocês reflitam em cima de cada dica e tracem os próprios caminhos, planejando, refletindo e não tenham medo caso algo dê errado.

Quero que vocês sejam donos das próprias escolhas e tomem as decisões que acharem necessárias de acordo com os objetivos que querem alcançar.
Imaginem a minha responsabilidade em falar um passo a passo e, de repente, dá errado?! Provavelmente você falará que a culpa é minha. Mas quando você mesmo se decide, você assume seus riscos e tira seus aprendizados. Você vai conseguir entender o que, no meio do caminho, poderia ter sido diferente e se tornará mais “cascudo”, ou seja, mais resistente. Isso é incrível!

O que te impede de traçar seus próprios passos? O que te impede de decidir por si mesmo e alcançar o que você tanto quer? Pense nisto e dê o primeiro passo.

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O amor está no ar…

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Esse ano foi um presente pra mim em relação à relacionamento.
É estranho dizer mas eu quero me casar, sinto que já está na hora para acontecer, pois já tenho realizado muitas coisas sozinha e agora quero realizar novas coisas com alguém comigo. Mas ao mesmo tempo sinto que ainda não estou pronta, por motivos que não cabem escrever aqui, são bem pessoais.

Ao mesmo tempo, sou romântica por natureza. Amo o amor, acredito no amor, fico feliz quando vejo pessoas se casando; acho lindo olhar fotos onde as pessoas, sem querer, sem posar, demonstram amor em um olhar, na forma como abraça, como ri junto, enfim.

Então resolvi separar algumas músicas românticas que escutei muito – e ainda estou escutando rs – para você entrar no clima comigo! 🙂

A primeira eu já indiquei em algum outro post onde falei sobre as músicas que estava escutando na época. Confesso que não queria que muita gente conhecesse porque, se eu casasse na igreja, gostaria que cantassem ela. hehehe
1. Eles se amam – Vocal Livre

Esta segunda eu já tinha escutado, mas não consegui salvar; e, de repente, ela aparece como música indicada pelo Spotify:
2. Mais – Amanda Rodrigues

Esta eu também já havia indicado, mas vale a pena repetir para quem não leu o post ou para quem não deu a devida importância!! rs Homens, cantem para sua pretendente! Não tem erro! hahahaha
3.  Se for com você – Estevão Queiroga

A próxima é um pouco triste, mas também é de amor. Um amor que não foi correspondido, que não durou. É pra você ouvir enquanto pensa se vale a pena voltar ou aceitar a pessoa de volta…
4. Canção de quem fica – Felipe Valente

Mais, Reflexões

Escrever é mais por e pra mim…

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Enquanto escrevo este post ainda estou em Petrópolis. Praticamente todos os posts deste mês de novembro foram escritos aqui. Que decisão mais inteligente foi a minha de vir pra cá e aproveitar este feriado de finados para sair de São Paulo!

Às vezes a gente acha que como será feriado iremos descansar em casa, com amigos, mas não é a mesma coisa. É necessário sair um pouco do ‘de sempre’. 

Eu sempre tive um sonho de ter uma casa onde eu teria uma mesa só para escrever, que seria em frente a uma janela que daria para uma paisagem que me levaria para outro mundo, e esse outro mundo me ajudaria a escrever.
É aquela visão romântica de escrever. rs

Aqui em Petrópolis eu cheguei à conclusão que ainda quero minha mesa – de madeira – em frente à uma janela que dê para uma paisagem que me leve para outro mundo. Todos estes posts em Petrópolis foram escritos na área comum do hostel, como se fosse o quintal, com árvores, com vento, com quietude…

Sentada aqui “ganhei” – não sei a palavra certa – a certeza de que quero sempre escrever. Me realizo escrevendo. É uma pena que não consiga escrever tanto quanto antigamente, apesar de o número de ‘leitores’ diminuir e o número de ‘seguidores’ crescer.

Não sei se vai fazer sentido para alguém, mas escrever é mais pra mim e por mim e gravar é unicamente para vocês e por vocês.
Escrever é terapia, é transformação, é repensar é reconstruir, é visualizar o que não consigo explicar. E pretendo fazê-lo. Ainda tenho textos em papel que não compartilho e até costumo escrever algumas das minhas orações quando minha cabeça está tão bagunçada que nem consegue construir uma frase verbalmente.

Não sei se você vai tirar algum aprendizado deste post e tão pouco sei se este é o objetivo deste texto rs, mas espero que faça sentido e te traga algo bom, assim como quando escrevo.

Mais, Reflexões

Eu tenho aprendido que…

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Eu tenho aprendido que não importa quantas pessoas nos deem um ‘não’, alguém em algum momento nos dará um ‘sim’. Tenho aprendido que quando alguém me diz que não conseguirá fazer alo, não quer dizer que não conseguiremos fazer. Eu tenho aprendido a aprender que podemos sempre aprender alguma coisa e que a educação é a chave para ser mais. Eu tenho aprendido a fortalecer minha esperança e ser resiliente. Eu tenho aprendido a nunca desistir.

Eu tenho aprendido que há muito mais do que vemos na superfície e que nós não sabemos o que nós sabemos. Tenho aprendido sobre outros países, outras culturas, outros idioma, e outras pessoas. Tenho aprendido que ‘diferente’ não é ruim, é apenas ‘diferente’, e na maior parte do tempo é bom. Eu tenho aprendido que há sempre algo mais que pode ser feito, algo mais que nós podemos fazer, para nós mesmos, para alguém, para um estranho. Eu tenho aprendido a ser corajoso. Tenho aprendido que a ajuda às vezes vem de quem nunca esperamos. Tenho aprendido que os milagres acontecem e que mesmo quando está muito difícil manter a fé, a coisa mais incrível pode acontecer inesperadamente, no último minuto.

Eu tenho aprendido que não importa quão ruim possamos nos sentir em algum momento, não se compare com alguém que quase nunca sofre. Eu tenho aprendido que há pessoas que podem passar dias sem comer nada. Tenho aprendido que nós valemos a pena. Tenho aprendido que nós podemos sempre ser melhores focando no que realmente nos importa. Tenho aprendido que é muito importante passar mais tempo de qualidade com as pessoas que se importam conosco e que nós nos importamos. Tenho aprendido que nossas famílias são, simplesmente e de longe, a melhor parte de nós. Tenho aprendido que ficar sozinho não é o mesmo que estar sozinho.

Eu tenho aprendido que nós podemos sempre ter mais empatia e mais compaixão pelos outros, que estender uma mão amiga a alguém pode ser uma luz de esperança para alguém se sentindo sozinho. Tenho aprendido que alguns momentos da nossa infância foram muito especiais e continuarão conosco eternamente. Tenho aprendido que mães tem o trabalho mais difícil da terra e que nós nem sempre mostramos a elas a apreciação que elas merecem; tenho aprendido que nós deveríamos demonstrar mais frequentemente.

Eu tenho aprendido que mesmo alguém sorrindo e rindo pode estar ferido por dentro. Tenho aprendido que dar é muito melhor que receber. Que animais podem ser muito leais e não apenas melhorar nossa vida, mas também salvá-la. Tenho aprendido que pessoas podem mesmo amar um país onde nem foram nascidas. Tenho aprendido que quando nós estamos chateados podemos tomar decisões ruins e dizer coisas que ferem e que nunca deveriam ser ditas. Eu tenho aprendido que caminhar em um dia bonito pode nos ajudar a clarear nossas mentes e nos fazer nos sentirmos melhor.

Eu tenho aprendido que não há benefícios em guardar ressentimento em nossos corações e que o espaço é melhor quando preenchido com esperança, amor e alegria. Tenho aprendido que outras pessoas fazendo o bem é bom pra nós também.Tenho aprendido que todos nós temos preconceitos inconscientes que afetam as decisões que tomamos. Tenho aprendido que ter mais dinheiro não é sempre o melhor. Tenho aprendido que os maiores líderes que nos inspiram não são necessariamente aqueles com os maiores títulos mas aqueles com mais integridade, lealdade e compaixão.

Eu tenho aprendido a aceitar a mudança e tirar o melhor disso. Tenho aprendido que algumas pessoas que estão fisicamente longe de nós podem estar mais perto que aquelas que estão próximas de nós fisicamente. Tenho aprendido que a música consegue nos levantar de forma que nada mais consegue. Tenho aprendido quão importante é viver com propósito e valores. Que a coisa mais certa a se fazer é muitas vezes mais difícil de fazer mas é sempre a coisa certa a ser feita.

Tenho aprendido que nós podemos e devemos sempre continuar aprendendo até o último dia. Tenho aprendido que tudo ficará bem. Que cada dia é um presente. Tenho aprendido a aprender a aceitar, a perdoar, a apreciar. Tenho aprendido a amar, incondicionalmente.

Texto traduzido deste link: https://www.linkedin.com/pulse/ive-been-learning-luis-moreno/?trackingId=0O1YkII%2FduhwgioWxLuzoQ%3D%3D

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Curso Vida equilibrada

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De tempos em tempos faço cursos online para me atualizar ou para aprender coisas novas e geralmente escolho as mesmas instituições porque já conheço e sei que são sérias; então será um valor bem investido.

Nesta busca por cursos encontrei o Curso Vida Equilibrada, da Juliana Goes.
A Juliana começou falando sobre beleza, maquiagem, etc e com o tempo foi focando em mindfulness e autoconhecimento. Li a grade do curso e achei super interessante. Ia bem de acordo com o que eu estava interessante, e como nunca havia feito curso de alguma blogueira, seria bom pela experiência.

Confesso que tinha um certo preconceito porque achei que ia ser superficial, muito puxado pro “zen”, mas tive uma surpresa super positiva!
Assista o vídeo de apresentação do curso:

 

São 35 vídeo aulas, por um preço super acessível (R$67,00) e tem emissão de certificado. Legal, né?

O formato é diferente do que costumo fazer, confesso que me senti um pouco assistindo ao youtube. Não me pareceu um curso formal, mas o conteúdo é muito interessante:

  • Seja sua melhor companhia
  • Roda da Vida
  • Introdução à nutrição
  • E mais clicando aqui

Se você está procurando um curso leve que te direcione mais pra dentro de você, indico. Não me arrependi, já indiquei pra amigos e agora estou indicando a vocês.

Quem já fez, me deixe sua opinião!

Ah! E fique ligado porque ainda neste ano teremos o lançamento do primeiro curso do Dica pra Hoje, sobre autoconhecimento!

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O perigo de perder tempo.

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Eu sou muito intensa. Vivo cada dia como se fosse o último, de verdade. Tenho um medo desesperador de sentir que perdi tempo e que não consegui aproveitar todos os momentos.
Minha maior angústia é olhar pra trás, depois de velhinha, e perceber que não fiz tudo o que podia. Sabe aquela sensação de olhar pra trás e perceber que podia ter aproveitado mais oportunidades?

Às vezes me faz mal porque sempre estou com expectativas altas em relação a tudo, e às vezes me faz bem porque consigo perceber oportunidades que muita gente não consegue. Tudo pra mim é aprendizado. Toda hora é hora.

O perigo de não vivermos tão intensamente, de deixarmos a vida rolar, é que realmente podemos deixar de viver coisas importantes por acharmos que “ainda dá tempo”. Só que esse ‘tempo’ nunca é aproveitado.

E como sempre achamos que vai dar tempo, que ainda será possível, não nos planejamos e passamos a viver à sombra dos nossos sonhos: Continuamos em empregos que não nos realizam, nos mantemos em relacionamentos abusivos ou sem amor, vivemos acumulando dívidas ou jogando dinheiro fora com coisas não importantes, não tentamos novos projetos inspiradores, etc.

São tantos os malefícios de não percebermos que o tempo se perde sim, que não quero nem perder tempo te falando desse ponto de vista. Quero te convencer a olhar para o seu tempo como uma moeda. Como algo de valor. Como um benefício que não sabemos até quando teremos.

Vale a pena aproveitar a vida, porque mesmo que você acredite em outras vidas, a vida que você está vivendo neste exato momento é ESTA! Você não sabe como será a próxima.

Certas coisas são inegociáveis: pessoas que amamos, nossos valores e nosso tempo. 

Não perca tempo com o que não vale a pena e não perca tempo porque não tem coragem de fazer o que sabe que tem de ser feito.

Lembre-se: Ainda dá tempo! 😉

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A leitura e o autodesenvolvimento na era da tecnologia.

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O hábito da leitura é muito valorizado pelas pessoas. Mesmo aquelas que falam que não gostam de ler assumem que é algo importante.
Você pode aprender diferentes assuntos, se aprofundar em temas que não imaginava poder, e tudo através de um livro.

Na época da internet, as pessoas falam que todos os conteúdos em papel são descartáveis e serão substituídos por conteúdos online, mas a verdade é que nem online, nem em papel. As pessoas estão perdendo o hábito da leitura.

Cada vez mais os blogs diminuem a frequência de posts ou diminuem o tamanho de seus posts, capricham mais nas imagens para chamar a atenção, tudo para tentar salvar aquele leitor que está dormindo ou quase desmaiando dentro das pessoas. rs

Eu sempre serei a favor da leitura porque acredito muito na transformação de comportamentos através dela e já falei em alguns posts pra vocês sobre isso. Não é à toa que temos dicas de leituras, porque quero muito que acreditem em mim e pratiquem.

O que eu quero com este post é que você não menospreze qualquer ferramenta útil para seu desenvolvimento. Que não considere nenhum método ultrapassado porque pode não ser o mais usado, mas tem seu valor.

Todas as ideias inovadoras partiram de alguma do passado ou então serviram para melhorar algo que estava ultrapassado, então não tenha medo de se aventurar.

Livros, revistas, apostilas, materiais impressos, etc são ainda super atuais, principalmente para pessoas da minha geração que ainda estão na transição entre o físico e o virtual. Assuma seu lado “vintage” (risos) e use-o como ferramenta para seu crescimento.

 

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As 4 questões para viver de forma minimalista

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Aqui está uma grande estratégia para simplificar qualquer área de sua vida ou reduzir qualquer lista de tarefas que estão comendo seu tempo e te estressando loucamente. Tudo o que você precisa fazer é perguntar-se estas 4 questões:

1. Eu posso eliminar? Honestamente, às vezes você só precisa parar de fazer. Cortar da sua lista e ver como as coisas ficam. Na maioria dos casos, o mundo não vai acabar. Então tenha certeza de tentar fazer isto, ao menos uma vez.

2. Eu posso automatizar? Existem tarefas que você consegue colocar no piloto automático? Consegue usar a tecnologia, aplicativos ou serviços para cortar os números das tarefas que você faz manualmente? Suponho que a resposta é sim. Mais informações, na próxima pergunta.

3. Eu posso delegar? Você precisa fazer tudo? Talvez haja alguém que você pode direcionar esta tarefa em específico. Não tenha medo de perguntar – a maioria das pessoas se sentem lisonjeadas quando são confiadas trabalhos importantes para fazer.

4. Eu posso terceirizar? Faz sentido pagar alguém para fazer esta tarefa? Pense nas roupas para lavar, trabalhos de casa e outras coisas. Outra opção é contratar uma assistente virtual para administrar remotamente os trabalhos para você. Você precisa pesar o custo contra o tempo extra que terá em retorno para gastar em coisas mais importantes e que prazerosas.

Trecho retirado e traduzido deste link: http://www.redesignmyexistence.com/minimalist-living-tips-to-organize-your-life

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A matemática mais simples do mundo.

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Tem gente que tem dificuldade para lidar com dinheiro por causa da criação que recebeu: talvez os pais ou responsáveis não sabiam lidar muito bem e os mesmos comportamentos foram reproduzidos pelos filhos.

Outras pessoas tiveram um período muito restrito e quando receberam um pouco a mais ou então quando ficaram independentes, quiseram esbanjar ou comprar o que não tinham condições anteriormente.

Há aquelas pessoas que têm dificuldade porque não planejam e seus gastos refletem esta realidade. Como pensam apenas no hoje, não entendem que precisam guardar ou fracionar seu salário pelo período necessário.

O que estes três cenários têm em comum: São realmente motivos fortes, porém podem ser transformados. 
E o que a gente geralmente faz: usa estes motivos como muleta e continua gastando como se não houvesse amanhã e reclamando que nunca tem dinheiro.

Quem se identifica, levanta a mão aí!!! \0/ rsrs

Eu ouço muita gente falando que não consegue parar de gastar por este ou aquele motivo, mas quando pergunto o que tem feito a respeito, rola aquele silêncio ou aquele sorriso nervoso… que na verdade é admitindo que não tem feito nada.

Cuidar de finanças é a matemática mais simples que tem: Precisa sair menos dinheiro do que entra ou fazer entrar mais dinheiro do que sai.
Na prática que a gente se confunde.

A gente acaba deixando o mês passar, vamos gastando com tudo o que vai aparecendo e esquecemos dos gastos seguintes. Não avaliamos a necessidade (realmente preciso?) e o valor (é realmente importante?) de cada coisa.

Independente de como foi criado, dos apertos que já passou ou da sua dificuldade em se planejar, nada vai mudar o fato de que você precisa tomar uma atitude e começar a fazer todo o necessário para alcançar seus objetivos financeiros.

Afinal, quando você realmente quer alguma coisa, move mundos e fundos para conseguir, né?!

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Como introduzir o minimalismo na sua vida profissional

O minimalismo virou uma moda. Todos falam sobre como se fosse algo “inventado” agora, mas já existe desde o século passado. Começou através das artes e do design e agora já virou filosofia de vida para muita gente.
Minimalismo é a redução de elementos. É diminuir até possuir o mínimo possível. Mas calma! Deixe todos os seus preconceitos em uma caixinha e continue lendo com atenção.
Se você jogar na busca da internet o termo ‘minimalismo’ vai encontrar pessoas contando o número de peças no guarda-roupa ou então depoimentos de como largaram tudo para viverem como nômades, vivendo “de amor”. Mas não é exatamente isto.

Minimalismo é tirar os excessos, reduzir o desnecessário e investir no que perdura.

Como introduzir, então, este conceito na sua vida profissional?

1.REDUZA O NÚMERO DE COISAS DESNECESSÁRIAS DO SEU ESPAÇO DE TRABALHO.
Hiroshi Nittono, pesquisador da Universidade de Hiroshima, comprovou que

“Se as pessoas podem se concentrar na tarefa que têm em mãos sem se distrair com as coisas, sua produtividade aumenta”.

Isto não quer dizer que seu ambiente precisa ser todo branco, sua mesa vazia e seu fundo de tela com uma paisagem paradisíaca, só quer dizer que os entulhos que você só deixa porque não sabe o que fazer com eles precisam ter um destino. Afinal sua mesa/ sala não é depósito.

 

2. ELIMINE REUNIÕES E TAREFAS QUE NÃO SÃO IMPORTANTES.
De acordo com o estudo “Quatro caminhos para uma organização focada”, da Bain & Company , em muitas empresas perde-se 25% ou mais do tempo de trabalho com atividades de baixo valor ou completamente ineficientes.
Sabendo disto, não marque reuniões que podem ser resolvidas com uma ligação ou com um e-mail, não aceite tarefas que não tem a ver com sua função ou que vão tirar teu foco do que é realmente importante, aprenda a delegar, não aceite tarefas apenas para mostrar o quanto você é capaz; isto se chama insegurança e pode te sobrecarregar a ponto de não dar conta nem do que era sua função.

 

3. DESTRALHE SEUS SENTIMENTOS.
“Como assim, Joyce? Destralhar meus sentimentos? Pensei que estávamos falando de ambiente de trabalho.”
É isto mesmo. Ou você vira um robô quando entra na empresa?
Quantas vezes guardamos raiva por alguém que nos trata de forma injusta ou superior? Ou então nos sentimos inseguros em relação a alguém ou à crise? Quantas vezes deixamos nossa imaturidade tomar espaço e guiar nossas decisões?
Destralhar os sentimentos é, racionalmente, filtrar o que deve ir e o que deve ficar. Sentimentos que nos atrapalham precisam ir embora. Não dá para nos deixarmos levar por eles e perdermos o foco ou tratarmos alguém de forma fria ou injusta.

 

4. USE MELHOR SEU TEMPO.
A melhor desculpa para não fazer algo é a falta de tempo. Já virou até sinal de status. Não ter tempo é sinal de gente ocupada. Eu já escrevi pra vocês a diferença entre estar ocupado e ser produtivo (clique aqui para reler) e falta de tempo não é coisa boa. É sinal que você está priorizando o que não é prioritário.
Então escolhe o que fazer com seu tempo: onde estar, com quem estar, o que fazer, o que não fazer, quando dizer sim ou não, quando permanecer e quando sair, etc. Tudo isto só depende de você.
O fluxo da empresa pode até te empurrar para algumas situações sem saída, mas para as outras, você é o condutor.
Entrar mais cedo e sair mais tarde não são mais sinal de profissionais eficazes, e sim, de profissionais que não conseguem fazer o que precisam fazer no tempo disponível.
O objetivo não é te rotular como minimalista, mas te mostrar os benefícios: uma vida mais equilibrada e consciente e um ser humano que não se deixa perder-se entre excessos.