Reflexões

O que eu espero de dezembro.

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Fim de ano a gente já vai desacelerando, acalmando, parando, colocando projetos em pausa.
Parece que as coisas não precisam nem acontecer direito porque afinal é dezembro! rs
Pra mim, diferente de tudo isto, eu quero mais que as coisas aconteçam, que o ritmo não caia e que seja como um mês qualquer.

Eu espero que dezembro ainda me traga alguns presentes, fruto do meu trabalho até agora. Espero ainda conseguir ver minha dedicação e meu esforço em prática, sem cair só porque é mês de festas.

Eu espero que em dezembro eu ainda esteja empenhada em fazer as coisas darem certo e que eu dê os primeiros passos para algum projeto novo.
Não quero esperar 2018 chegar, muito menos, o carnaval passar para começar a trabalhar.

Espero que em dezembro eu esteja mais focada do que nunca, porque pode ser o fim do ano, mas não é o fim da caminhada. Ainda tenho muito chão pra correr e muita barreira pra pular.

Espero que dezembro marque minha vida por coisas que atingi, sucessos que alcancei e que não seja como um mês qualquer, mas que também não seja um mês especial. Quero que seja dezembro de 2017, único, com risos e choros, com acontecimentos novos e com rotinas, com o que vier de bom ou de ruim, afinal ninguém vive um romance (e até os romances têm seus momentos conturbados).

Espero que as pessoas continuem lutando por seus sonhos e que não usem a desculpa que o ano acabou para dizer que acabou seu ânimo para seguir tentando.

Espero que as pessoas vivam dezembro como vivem janeiro, fevereiro, março, etc. E que  vejam o ano não como uma linha, mas como um ciclo. Não acaba, mas se renova. Não é limitante, mas se transforma.

Dezembro é um mês lindo, assim como maio, outubro, novembro…

 

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Mais, Reflexões

Por que você precisa de um passo a passo?

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Há alguns dias atrás recebi um comentário de uma pessoa me pedindo para dar um passo a passo para vencer a dificuldade dela. Confesso que na hora eu ri. Eu ri e li novamente porque pra mim não fez muito sentido.

Quando reli percebi que havia lido corretamente. Ela realmente estava pedindo um passo a passo para conseguir vencer uma dificuldade dela.

O que me impressionou não foi só o pedido do “passo a passo”, mas foi o fato de que o que eu mais falo pra vocês é como é importante fazermos nossa parte, como é imprescindível buscarmos a solução e encontrarmos nossas respostas, sendo assim pedir um passo a passo pra mim vai contra tudo o que compartilho com vocês.

Quando pensei em compartilhar dicas foi porque eu mesma pastei um pouco para encontrar a resposta, mas de forma alguma eu considero ruim o fato de que tive de correr atrás. O que eu consigo com ajuda de outros me dá um sentimento de acolhimento. É o pit stop necessário para respirar e conseguir seguir adiante sozinha; mas conseguir sozinha aumenta a sensação de ser forte, de empoderamento, de que consigo.

Esta não é a primeira vez que recebo comentário de alguém me pedindo “exatamente” o que fazer. E não é a primeira vez que me impressionou, cheguei a escrever sobre isto neste post mas desta vez eu quis ser mais clara porque o meu maior desejo é tornar cada um de vocês que me seguem, independentes.

Não gostaria que vocês esperassem de mim um passo a passo. Não gostaria que vocês esperassem de mim as palavras certas ou o que vocês precisam para fazerem algo. O que eu mais desejo é que vocês reflitam em cima de cada dica e tracem os próprios caminhos, planejando, refletindo e não tenham medo caso algo dê errado.

Quero que vocês sejam donos das próprias escolhas e tomem as decisões que acharem necessárias de acordo com os objetivos que querem alcançar.
Imaginem a minha responsabilidade em falar um passo a passo e, de repente, dá errado?! Provavelmente você falará que a culpa é minha. Mas quando você mesmo se decide, você assume seus riscos e tira seus aprendizados. Você vai conseguir entender o que, no meio do caminho, poderia ter sido diferente e se tornará mais “cascudo”, ou seja, mais resistente. Isso é incrível!

O que te impede de traçar seus próprios passos? O que te impede de decidir por si mesmo e alcançar o que você tanto quer? Pense nisto e dê o primeiro passo.

Mais

O amor está no ar…

lovesongs

Esse ano foi um presente pra mim em relação à relacionamento.
É estranho dizer mas eu quero me casar, sinto que já está na hora para acontecer, pois já tenho realizado muitas coisas sozinha e agora quero realizar novas coisas com alguém comigo. Mas ao mesmo tempo sinto que ainda não estou pronta, por motivos que não cabem escrever aqui, são bem pessoais.

Ao mesmo tempo, sou romântica por natureza. Amo o amor, acredito no amor, fico feliz quando vejo pessoas se casando; acho lindo olhar fotos onde as pessoas, sem querer, sem posar, demonstram amor em um olhar, na forma como abraça, como ri junto, enfim.

Então resolvi separar algumas músicas românticas que escutei muito – e ainda estou escutando rs – para você entrar no clima comigo! 🙂

A primeira eu já indiquei em algum outro post onde falei sobre as músicas que estava escutando na época. Confesso que não queria que muita gente conhecesse porque, se eu casasse na igreja, gostaria que cantassem ela. hehehe
1. Eles se amam – Vocal Livre

Esta segunda eu já tinha escutado, mas não consegui salvar; e, de repente, ela aparece como música indicada pelo Spotify:
2. Mais – Amanda Rodrigues

Esta eu também já havia indicado, mas vale a pena repetir para quem não leu o post ou para quem não deu a devida importância!! rs Homens, cantem para sua pretendente! Não tem erro! hahahaha
3.  Se for com você – Estevão Queiroga

A próxima é um pouco triste, mas também é de amor. Um amor que não foi correspondido, que não durou. É pra você ouvir enquanto pensa se vale a pena voltar ou aceitar a pessoa de volta…
4. Canção de quem fica – Felipe Valente

Minimalismo

Minimalize de verdade!

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Uma das melhores coisas que me aconteceram comigo neste ano de 2017 foi conseguir acabar com minhas coisas e acabando com minhas coisas consegui perceber o quanto eu gastava com coisas que eu já tinha. 
Você já parou para fazer esta conta? A gente costuma fazer uma planilha de gastos para descobrir onde está indo nosso dinheiro, mas não paramos para fazer uma análise do quanto gastamos com o que realmente não precisamos porque JÁ TEMOS EM CASA!

Sempre faço a comparação da janela do banheiro. Já reparou nas janelas dos banheiros das casas que você vai? Independente do número de pessoas que moram na casa, sempre têm muito mais produtos do que moradores. São 4 champús, 2 condicionadores para tipos de cabelos variados, 10 cremes para tratamento, hidratantes e sabonetes líquidos… !!! Mas sempre existe algo novo para ser comprado, né?! Aquele creme que promete fazer crescer, aquele champú que dá brilho mais que condicionador, aquele que combate caspa que é sempre bom ter, etc.
Não se assuste se você se identificar com esta ilustração… é mais comum do que parece. Infelizmente.

Bem, neste ano muita coisa mudou quando decidi que não compraria mais nada enquanto ainda tivesse um item dele em casa. Não importa se a minha marca preferida acabou, o que importa é que se ainda tenho outro produto similar, vou usá-lo até acabar e, somente quando todos os produtos daquele segmento acabarem irei voltar a comprar.

Esqueça aquele conceito de que “quando acabar com um posso comprar outro” porque acabamos usando como desculpa para comprar. Se ainda tem outro produto com a mesma utilidade, não tem porque continuar comprando e trazendo mais “entulho” para sua casa.

Não comprar é bom, mas saber que não preciso comprar é muito melhor! É relaxante, é tranquilizante. Eu fico mais consciente do que já tenho e procuro ver utilidade em tudo o que ocupa algum espaço na minha casa.

Comece a fazer uma análise mais profunda. Veja não só o que você tem, mas quanto tem de cada item, e terá uma visão diferente a respeito do desperdício.

Minimalize de verdade!

 

Mais, Reflexões

Escrever é mais por e pra mim…

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Enquanto escrevo este post ainda estou em Petrópolis. Praticamente todos os posts deste mês de novembro foram escritos aqui. Que decisão mais inteligente foi a minha de vir pra cá e aproveitar este feriado de finados para sair de São Paulo!

Às vezes a gente acha que como será feriado iremos descansar em casa, com amigos, mas não é a mesma coisa. É necessário sair um pouco do ‘de sempre’. 

Eu sempre tive um sonho de ter uma casa onde eu teria uma mesa só para escrever, que seria em frente a uma janela que daria para uma paisagem que me levaria para outro mundo, e esse outro mundo me ajudaria a escrever.
É aquela visão romântica de escrever. rs

Aqui em Petrópolis eu cheguei à conclusão que ainda quero minha mesa – de madeira – em frente à uma janela que dê para uma paisagem que me leve para outro mundo. Todos estes posts em Petrópolis foram escritos na área comum do hostel, como se fosse o quintal, com árvores, com vento, com quietude…

Sentada aqui “ganhei” – não sei a palavra certa – a certeza de que quero sempre escrever. Me realizo escrevendo. É uma pena que não consiga escrever tanto quanto antigamente, apesar de o número de ‘leitores’ diminuir e o número de ‘seguidores’ crescer.

Não sei se vai fazer sentido para alguém, mas escrever é mais pra mim e por mim e gravar é unicamente para vocês e por vocês.
Escrever é terapia, é transformação, é repensar é reconstruir, é visualizar o que não consigo explicar. E pretendo fazê-lo. Ainda tenho textos em papel que não compartilho e até costumo escrever algumas das minhas orações quando minha cabeça está tão bagunçada que nem consegue construir uma frase verbalmente.

Não sei se você vai tirar algum aprendizado deste post e tão pouco sei se este é o objetivo deste texto rs, mas espero que faça sentido e te traga algo bom, assim como quando escrevo.

Produtividade

5 vídeos para quem quer empreender

Esta tem sido minha jornada. Para quem me acompanha, não é mistério para ninguém que quero muito trabalhar como palestrante e dar treinamentos pelo Brasil com foco em desenvolvimento humano, enquanto caminho vou me abastecendo com informações que podem me ajudar tanto na estratégia em si, quanto a não perder a motivação.

Compartilho com vocês então alguns vídeos que acho interessantes e te convido a conhecer os canais também, pois são canais que sigo:

Este primeiro vídeo veio por último. Eu já havia planejado este post há semanas atrás, mas acabei assistindo este vídeo e sabia que tinha que incluí-lo na lista:
1. Como superar obstáculos, por Vida Organizada

 

Este próximo vídeo e uma sequência de vídeos com Leila Velez, criadora do Instituto Beleza Natural. Destaco este vídeo, mas convido a ouvir todos os outros, que tem em média cinco minutos.
2.  Leila Velez: Inovação pela Co- Criação, por Endeavor Brasil

 

Não podemos falar em empreendedorismo sem falar sobre finanças, custos, etc. E ninguém melhor que a querida Nathalia Arcuri.
3. 5 Dicas para sobrar dinheiro, por Me Poupe!

 

Eu não poderia deixar de incluir um vídeo do Gustavo Cerbasi. Não sei explicar porquê, mas tenho vontade de dar um abraço nele cada vez que assisto um vídeo dele ou que leio um livro. (Inclusive tem várias Dicas de Leitura dele no canal!)
4. Perfil empreendedor é fundamental para ter um negócio próprio?, por Gustavo Cerbasi

 

Este último vídeo foi de uma pessoa que conheci no Linkedin a pouco tempo. Ela trabalha com gestão de carreira e tem um canal no youtube com várias dicas bacanas para quem está procurando emprego. Neste vídeo que compartilho com vocês, ela fala sua história de como saiu de emprego regime CLT para ser empreendedora.
5. Um pouco da minha história: de CLT à empresária, por Tais Targa.

 

E aí? Está pronto para começar? Qual vídeo você achou mais interessante e por que?

Minimalismo

Destralhar não funciona.

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Destralhar é, de longe, uma farsa. Se você clicou neste post para descobrir como destralhar seu armário, está no lugar errado. Você terá dificuldade em encontrar qualquer coisa aqui mesmo que vagamente parecido com “67 meios de destralhar uma casa bagunçada”. Isto porque destralhar por si só não resolve o problema: discutir como se livrar de suas coisas responde apenas o “o que”, mas não o “porque”.

O “o que”- por exemplo ‘como’ – é fácil. Todos sabemos instintivamente, como destralhar. Você pode começar pequeno: foque em um cômodo por vez, faça progressos a cada dia enquanto você trabalha rumo a simplificar a vida. Você pode ir grande: Alugue uma caçamba e jogue tudo fora, prosseguindo para uma vida mais cheia de significado. Ou você pode tomar o caminho moderado e abraçar o lado divertido de destralhar, aproveitando todo o processo de simplificar.

As pessoas deveriam, no entanto, estar muito mais preocupadas com o porque – o propósito por trás de destralhar – do que com o o que. Enquanto o o que é fácil, o porque é muito mais obscuro porque a natureza do porque é altamente individual. Ultimamente tem a ver com os benefícios que você você vai experienciar quando estiver do outro lado do destralhar.

Destralhar não é o fim do resultado – não é nem mesmo o primeiro passo. Você não se torna instantaneamente feliz somente por se livrar de suas coisas – nem mesmo a longo prazo. Destralhar não funciona assim. Se você simplesmente abraçar o o que sem o porque, não chegará a lugar nenhum. É possível se livrar de tudo que possui e ainda ser completamente miserável, ir para casa, sua casa vazia, e enlouquecer depois de remover todas as suas chupetas.

Quando você se livra da maioria das suas coisas, você é forçado a confrontar seu lado escuro:

  • Quando eu dei tanto significado às coisas?
  • O que é verdadeiramente importante na vida?
  • Por que estou descontente?
  • Quem é a pessoa que quero me tornar?
  • Como irei definir meu próprio sucesso?

Estas são perguntas difíceis com respostas igualmente difíceis, mas estas perguntas são de longe mais importantes do que abandonar seus bens materiais: se você não responde-las cuidadosamente, rigorosamente, então o armário que acabou de destralhar estará cheio com novas compras não depois de muito tempo.

Texto retirado, adaptado e traduzido deste link: https://www.theminimalists.com/decluttering/

Finanças Pessoais, Reflexões

Não é errado ter muito dinheiro!

 

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Eu sei que várias pessoas já disseram isso e que sabemos que o dinheiro não é o mal do século, mas ainda há uma culpa velada, pelo fato de querermos ter dinheiro, querermos uma vida mais confortável. A questão é que temos o transformado em um monstro, por simplesmente esquecermos para que ele serve.

Antes disso quero dizer para que o dinheiro NÃO serve:
– Para separar pessoas;
– Para criar níveis ou classes;
– Para ter até transbordar pela pia e não caber mais “debaixo” do colchão;
– Para termos muito, mesmo que sem objetivo algum.

Lógico que existem muitas outras razões pelas quais o dinheiro não serve, mas estas são algumas bem importantes e que acho que as mais recorrentes e graves.

Refutando cada um destes pontos, quero trabalhar melhor a questão de ter dinheiro. O problema é que ele tomou uma importância maior do que na verdade tem. Temos utilizado como meio de conseguirmos o que queremos, seja o que for, seja quanto for. Temos nos corrompido e nos vendido. Temos “comprado” dinheiro e não o utilizado para comprar. Conseguem ver a diferença?

O dinheiro é um mal necessário. Eu sinceramente não queria depender dele. Eu trabalharia por um teto e por comida. Eu não estou falando de socialismo, mas estou falando que o dinheiro hoje, na forma como é utilizado, me cansa e me desanima.

As pessoas tem perdido a oportunidade de se desenvolverem, de crescerem,  de se motivarem por outras razões, porque de alguma forma é ditado que sem dinheiro não somos nada, que o fim para todos os meios é o dinheiro e que o meio para todos os fins é o dinheiro. Meu Deus!!! Por que?

Não! Não quero queimar o dinheiro e nem acredito que vamos abandonar o capitalismo, afinal, depois de provar de seu gostinho, quem vai querer abandoná-lo?

Mas você pode escolher como usar o seu dinheiro e se você tem um pouco mais que a maioria, pode escolher com sabedoria onde vai utilizá-lo, sem necessariamente ser esbanjar e jogar na cara dos outros que tem menos. Compre suas coisas, realize seus sonhos, viaje, se vista, se dê presentes/ luxos, você tem trabalhado por isso, mas não acredite que você é diferente que os demais. Não aja de forma a diminuir os que não conseguiram o que você conseguiu porque não tem o salário/ renda que você tem.

Um dos segredos da boa administração financeira é que todo dinheiro deve ter um objetivo. Caso contrário gastaremos no que não era tão necessário e não teremos para o que era extremamente necessário.
Então essa ideia de que quanto mais melhor, depende. Mais pra que? Melhor para que/ quem?

Dinheiro parado no lugar não rende. Dinheiro escondido, você morre e ninguém se beneficia, nem mesmo pessoas queridas que você gostaria que usassem.
Coração mesquinho pode ser tão prejudicial que você vai ter muito e não vai querer usá-lo com medo de acabar. E então… pra que?

Pois é… não quero que você dê todo seu dinheiro para quem precisa e abra mão de todas as suas posses. Não quero que você se sinta culpado por ter mais do que eu ou mais que muita gente. Quero que você use bem! Quero que você se dê novas oportunidades e que não se aparte de pessoas.

Para quem tem muito ou para quem tem pouco: criem o hábito de compartilharem, de ajudarem, de dar sem esperar nada em troca, de não anunciarem aos sete ventos os benefícios que fazem, perde toda a beleza do ato.
Promova ações que possibilitem que pessoas possam lutar para chegarem em um nível  onde elas podem ter o que sonham e viverem experiências que dependem exclusivamente de dinheiro para realizarem.

Para os que não tem tanto: Não se limitem por não terem dinheiro. Independente de muitas ou poucas oportunidades que a vida vai te dar, eu gostaria que você continuasse tentando. Pode ser que demore mais do que para outros, mas não tentar consiste em saber que você decidiu que “o dia” nunca vai chegar. Triste, não?

Vivamos nosso propósito, corramos atrás de nossas realizações e sejamos felizes com o que temos, sem esperar sermos felizes pelo ainda podemos ter. 😉

Produtividade

Dê um susto na sua rotina.

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Vamos pular a parte que rotina é chata, que rotina tira a espontaneidade da vida e que nada de bom acontece quando ficamos planejando tudo. Já passamos deste nível e já sabemos o quanto ela é importante para nossa produtividade.

Hoje eu quero falar de alguns hábitos – super saudáveis – que adquirimos, mas que por um tempo não estejam dando certo. Neste caso, precisamos dar um sustinho para depois voltarmos ao ‘de sempre’.

“Dar o susto” não é necessariamente sair da rotina, pois não estou falando de mudar a tarefa em si, mas sim da forma como a realizamos.
Um exemplo simples para você entender: eu separo um tempo para escrever para vocês, que geralmente é quando estou em algum lugar fechado. Na sala, no quarto, em algum lugar assim. Mas, tem vezes que nada rola e que não adianta eu parar, me concentrar, ler, pesquisar, simplesmente não sai uma palavra. Nestas horas eu pego esta minha atividade de escrever e faço em um lugar diferente. Geralmente um lugar aberto com pessoas passando ou com uma paisagem legal, ou um lugar onde eu consiga ficar contemplando o cenário por algum momento até que as primeiras palavras começam a chegar e então, meu texto.

É o que está acontecendo neste exato momento. Eu não queria trazer meu computador, mas eu sabia que saindo do lugar comum, das cenas de sempre, eu conseguiria.
Estou sentada na parte externa do hostel, em Petrópolis, onde tem várias mesas e bancos e pessoas conversando, árvores balançadas pelo vento, ao mesmo tempo barulho de carros passando logo à frente e pássaros voando e pousando.
A mesma atividade, em um cenário diferente, é realizada com sucesso! rs

Já parou para pensar nisso? O problema não é a tarefa em si e o problema não é você. É o seu cérebro que, por algum motivo que não sei te responder, precisa sair do cenário de sempre, que é o que eu chamo de “sustinho” para produzir aquela tarefa que faz parte da sua rotina.

Quando você sentir que está empacado, que não consegue fazer o que sempre fez, tente mudar a forma como o faz: seja o lugar, seja com pessoas diferentes, etc.

Se já reparou isso ou se tentar fazer isto, me conte como foi? Não é possível que seja só comigo! rs
Eu também compartilhei com vocês um vídeo falando sobre construir hábitos.
Muitas pessoas sabem o que devem fazer, sabem o que querem transformar em hábitos mas não conseguem. Espero que ajude. Dá uma olhada!
(Se ainda não é inscrito, é só clicar aqui!)

 

 

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Mais, Reflexões

Eu tenho aprendido que…

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Eu tenho aprendido que não importa quantas pessoas nos deem um ‘não’, alguém em algum momento nos dará um ‘sim’. Tenho aprendido que quando alguém me diz que não conseguirá fazer alo, não quer dizer que não conseguiremos fazer. Eu tenho aprendido a aprender que podemos sempre aprender alguma coisa e que a educação é a chave para ser mais. Eu tenho aprendido a fortalecer minha esperança e ser resiliente. Eu tenho aprendido a nunca desistir.

Eu tenho aprendido que há muito mais do que vemos na superfície e que nós não sabemos o que nós sabemos. Tenho aprendido sobre outros países, outras culturas, outros idioma, e outras pessoas. Tenho aprendido que ‘diferente’ não é ruim, é apenas ‘diferente’, e na maior parte do tempo é bom. Eu tenho aprendido que há sempre algo mais que pode ser feito, algo mais que nós podemos fazer, para nós mesmos, para alguém, para um estranho. Eu tenho aprendido a ser corajoso. Tenho aprendido que a ajuda às vezes vem de quem nunca esperamos. Tenho aprendido que os milagres acontecem e que mesmo quando está muito difícil manter a fé, a coisa mais incrível pode acontecer inesperadamente, no último minuto.

Eu tenho aprendido que não importa quão ruim possamos nos sentir em algum momento, não se compare com alguém que quase nunca sofre. Eu tenho aprendido que há pessoas que podem passar dias sem comer nada. Tenho aprendido que nós valemos a pena. Tenho aprendido que nós podemos sempre ser melhores focando no que realmente nos importa. Tenho aprendido que é muito importante passar mais tempo de qualidade com as pessoas que se importam conosco e que nós nos importamos. Tenho aprendido que nossas famílias são, simplesmente e de longe, a melhor parte de nós. Tenho aprendido que ficar sozinho não é o mesmo que estar sozinho.

Eu tenho aprendido que nós podemos sempre ter mais empatia e mais compaixão pelos outros, que estender uma mão amiga a alguém pode ser uma luz de esperança para alguém se sentindo sozinho. Tenho aprendido que alguns momentos da nossa infância foram muito especiais e continuarão conosco eternamente. Tenho aprendido que mães tem o trabalho mais difícil da terra e que nós nem sempre mostramos a elas a apreciação que elas merecem; tenho aprendido que nós deveríamos demonstrar mais frequentemente.

Eu tenho aprendido que mesmo alguém sorrindo e rindo pode estar ferido por dentro. Tenho aprendido que dar é muito melhor que receber. Que animais podem ser muito leais e não apenas melhorar nossa vida, mas também salvá-la. Tenho aprendido que pessoas podem mesmo amar um país onde nem foram nascidas. Tenho aprendido que quando nós estamos chateados podemos tomar decisões ruins e dizer coisas que ferem e que nunca deveriam ser ditas. Eu tenho aprendido que caminhar em um dia bonito pode nos ajudar a clarear nossas mentes e nos fazer nos sentirmos melhor.

Eu tenho aprendido que não há benefícios em guardar ressentimento em nossos corações e que o espaço é melhor quando preenchido com esperança, amor e alegria. Tenho aprendido que outras pessoas fazendo o bem é bom pra nós também.Tenho aprendido que todos nós temos preconceitos inconscientes que afetam as decisões que tomamos. Tenho aprendido que ter mais dinheiro não é sempre o melhor. Tenho aprendido que os maiores líderes que nos inspiram não são necessariamente aqueles com os maiores títulos mas aqueles com mais integridade, lealdade e compaixão.

Eu tenho aprendido a aceitar a mudança e tirar o melhor disso. Tenho aprendido que algumas pessoas que estão fisicamente longe de nós podem estar mais perto que aquelas que estão próximas de nós fisicamente. Tenho aprendido que a música consegue nos levantar de forma que nada mais consegue. Tenho aprendido quão importante é viver com propósito e valores. Que a coisa mais certa a se fazer é muitas vezes mais difícil de fazer mas é sempre a coisa certa a ser feita.

Tenho aprendido que nós podemos e devemos sempre continuar aprendendo até o último dia. Tenho aprendido que tudo ficará bem. Que cada dia é um presente. Tenho aprendido a aprender a aceitar, a perdoar, a apreciar. Tenho aprendido a amar, incondicionalmente.

Texto traduzido deste link: https://www.linkedin.com/pulse/ive-been-learning-luis-moreno/?trackingId=0O1YkII%2FduhwgioWxLuzoQ%3D%3D