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Não sei lidar com conflitos.

Quem gosta de ser contrariado? Quem gosta de ver pessoas brigando ou de estar no meio de uma briga? Quem gosta de se indispor com alguém e correr o risco de ter seu filme queimado ou sua imagem prejudicada?

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Photo by Noelle Otto on Pexels.com

Quase ninguém gosta de passar por estas situações, mas algumas pessoas não gostam tanto que sentem até um mal estar físico. Têm pessoas que quando estão em contextos desconfortáveis fazem o que for necessário para sair dali ou fazer aquela situação passar.

Isto pode ser positivo, pois são pessoas que acabam sendo mais pacificadoras, porém, por outro lado, são pessoas que não resolvem problemas. Não se aprofundam. Não buscam soluções a longo prazo, e sim, apenas o necessário para sair daquele momento de caos.

Pessoas que não conseguem lidar com conflitos acabam também não tendo muitos amigos profundos pois têm medo de que, conhecendo-se profundamente, descubram defeitos que não gosta de encarar ou que a intimidade traga discussões que não está pronto para ter.

Brincar, contar piada, ouvir, são atitudes mais fáceis do que efetivamente dialogar, expor suas opiniões ou discordar.
Como se preocupam extremamente com a opinião alheia, pessoas com esta dificuldade vivem querendo agradar.

Saiba que se você se identificou com algumas ou todas estas características, não corte os pulsos. Muitos brasileiros são assim. Como nossa cultura é mais afetiva, fomos criados a agradar. Brigas são confundidas com “barracos” e não parece algo bom de se fazer.

Mas entenda que este tipo de comportamento não é bom pra você e, a longo prazo, te trará uma tristeza e insatisfação porque você não consegue ser você mesmo, não consegue expressar seus gostos e suas vontades e vive abrindo mão das suas opiniões para não se indispor com a outra pessoa ou para que ninguém fique chateado com você.

Perceba porque você se incomoda tanto com a reprovação alheia. Tente entender quais as sensações que te vêm e busque mudar de atitude.
Aqui vão algumas dicas para conseguir dar os primeiros passos em direção à sua liberdade de ser você mesmo:

  • Entenda que sua personalidade é linda!
    Você tem um jeito todo especial e cuidadoso de lidar com as pessoas. Todos precisam de alguém como você para tornar os ambientes mais equilibrados e as pessoas melhores integradas. Então não foque só no que precisa mudar, mas também perceba o quão precioso seu jeito é!
  • Qual atitude tua mais te incomoda, hoje?
    De tudo o que citei, qual atitude mais te incomoda e gostaria de mudar mais urgentemente? Você precisa saber isto para poder pensar em o que fazer para mudar. Não adianta querer mudar tudo de uma vez. Você não é quem é de uma vez só, você foi sendo construído, por isso, certas desconstruções levam tempo. Pense com cuidado e descubra o ponto de partida.
  • Faça de propósito.
    Como não é algo comum você dizer que não concorda ou escolher ao invés de dizer “O que todo mundo decidir, tá bom”, as pessoas vão estranhar e até tentar te influenciar. Se é o que você realmente te quer, seja o do contro de propósito. Faça questão de dar sua opinião.
    Quando não estiver com vontade de ir, não vá. Normalmente você iria mesmo sem vontade ou mentiria para a pessoa não ficar chateada. Desta vez, diga que não está com vontade e permaneça firme. 
    Enfim, busque situações em que precise se impor ou que sua voz seja ouvida.
  • Esteja pronto para lidar com o incômodo das pessoas
    Você vai ter que sair da sua zona de conforto, literalmente, e começar a ter certas atitudes que normalmente não teria. Isto vai te trazer uma sensação diferente e também vai assustas as pessoas com as quais você convive. Por isso já se prepare para pessoas perguntando se você está bem, só porque você não concordou ou então querendo entender porque não escolheu o voto da maioria. Prepare-se emocionalmente para lidar com a reprovação, mas será por pouco tempo. Só até as pessoas se acostumarem. E se os questionamentos te incomodarem e não conseguir uma resposta, seja sincero. Fale que esta é sua opinião, assim como a de qualquer outra pessoa.
  • Vá com calma!
    O natural é que você saia de um extremo e vá para o outro. Então tome cuidado para não começar a ser do contra desnecessariamente ou para não ser grosso com as pessoas. Entenda que, às vezes, é realmente necessário abrir mão ou ir com a maioria para o bem comum, mas só às vezes. Então, vá com calma para encontrar seu equilíbrio.
    E, se em algum momento, tomar uma decisão ou fizer algo que não queria e perceber que foi para agradar alguém, volte e deixe claro como se sentiu e que está fazendo em consideração à pessoa e que gostaria que, numa próxima ocasião, isto fosse levado em consideração.

Se identificou? Te ajudei?
Espero que sim!

Deixe mais sugestões de temas para os próximos posts.
Quem sabe sua solicitação vira conteúdo aqui no Dica pra Hoje?! 🙂

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Não consigo ficar sozinho.

Você pode estar casado por anos, pode estar no início de um namoro cheio de amor, pode ter vários e vários amigos para sair ou uma família gigante, mesmo assim precisa ter o seu tempo consigo mesmo.

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Parece que, por causa da internet e do excesso de pessoas que acessamos ao mesmo tempo, temos uma falsa sensação de companhia. Se eu estiver sem ninguém pra conversar, chamo alguém no whatsapp. Se não tiver ninguém para contar as novidades, vou no facebook. Caso não tenha alguém para trocar carinhos, recorro Tinder, e nossa vida “internética” parece preencher uma falta, mas esta falta precisa ser curtida também.

A partir do momento que entendemos quem somos, como somos, nossas necessidades e desejos, percebemos que não podemos fugir de nós mesmos. Não podemos nos esconder nos outros. Não devemos esconder nosso silêncio nos barulhos das multidões.

Engana-se quem acha que não ter companhia é triste. Você pode ter seu momento sozinho, mesmo tendo a opção de ter companhia e quando você chega neste nível é sinal que sua maturidade emocional está alta.

Escolher passar uma tarde só com você, curtindo fazer coisas por sua própria vontade, ir a lugares que, teoricamente, são para casais ou para grupos de pessoas irem e nem se incomodar é uma bomba de ânimo para nossa autoestima e um estímulo para continuarmos cuidando de nós, das nossas emoções, do nosso corpo, da nossa alma.

Principalmente as mulheres são pegas com este tipo de sentimento inferiorizado em relação a sair sozinhas. Como foi nos imposto que como mulheres precisamos sair ou com nossos namorados ou com nossas amigas, em alguma ocasião que não houver uma opção ou outra, a sensação de tristeza ou de abandono tomará conta.

Saiba que, para quem nunca teve esta experiência, pode parecer estranho no começo. A sensação de que “falta alguém” virá. Ma, com o tempo, quando você insiste, começa a aprender e ver o número de coisas que consegue fazer justamente porque está sozinho.

E depois, mesmo tendo alguém, mesmo podendo chamar outras pessoas, irá manter o costume de passar um tempo consigo mesmo.

E não estou me referindo só a ficar em casa sozinho, hein. Isto não conta. Estou falando de sair, se arrumar, comer, tomar um café ou ir ao cinema. Andar sem rumo ouvindo alguma música, sentar em um banco e só ficar olhando o movimento, enfim, viver experiências que dificilmente você passaria se tivesse a “distração” de alguém.

Ter pessoas para sair não é ruim! É tão saudável quanto, mas escute o que eu estou falando, você consegue aproveitar muito mais a companhia de outras pessoas quando se sente bem com a sua própria companhia. Você É uma melhor companhia para os outros quando consegue ser uma boa companhia para si mesmo.

Algumas dicas para você que quer começar, mas não tem ideias:

  • Se quiser ir ao cinema, evite o horário da noite;
    Como vão muitos casais e grupos de amigos, você pode se sentir mal e logo desistir. Eu já passei por isto e foi terrível. Então comece indo à tarde, pegando as sessões mais vazias que depois encarará numa boa. Mas eu, até hoje, ainda prefiro ir nas sessões da tarde, sem muito barulho de pipoca, sem muito barulho de beijo ou gente chata hahaha
  • Crie um itinerário;
    No começo você não saberá muito bem o que fazer porque começará a associar com atividades de casal ou de grupos, então saiba para onde vai e o que quer fazer, do contrário, o tempo vai parecer que não passa e você irá ficar entendiado e voltar pra casa.
  • Comece com um café;
    Sair para comer sozinho por opção é diferente de sair para almoçar no horário de almoço do trabalho. Você está acostumado a ter gente pra conversar. Jantar então é mais estranho ainda, parece que pede a companhia de alguém. Então comece indo na padaria perto da sua casa, simplesmente tomar seu café da manhã. Depois, vá para alguma lanchonete ou cafeteria mais longe. Faça esta transição até chegar a almoçar fora e quando menos perceber, irá em todos os lugares!
  • Não comente com as pessoas;
    Por mais que as pessoas tentem te colocar pra cima ou te compreender, elas vão ficar com dó e encher sua cabeça de “discursos motivacionais”, que, na verdade, só te desestimulam. Então, caso se sinta inseguro, quando alguém te perguntar, por exemplo, o que você fez no fim de semana, apenas fale o que fez; não precisa falar com quem. Ainda que perguntem, você pode brincar e falar que é segredo. Crie suas estratégias. Algumas pessoas vão começar a se oferecer para ir ou dar sugestões para te ajudar, ouça com carinho, mas releve. Agradeça e siga sua vida.
  • Tenha a experiência de viajar sozinho.
    Todos no mundo deveriam passar pela experiência de viajar sozinho. Seja para uma cidade ao lado como para outro país. Como é diferente! Eu já viajei com amigos, já viajei com namorado e já viajei sozinha e cada experiência é completamente diferente da outra. A liberdade é indescritível, o amadurecimento também e as histórias do retorno, únicas! Não importa se é uma viagem de fim de semana, de uma semana ou de meses. Passe por isto e depois volte aqui para me agradecer. Parece assustador, mas juro que será um presente!

Quando estiver sozinho e bater uma tristeza, olhe para dentro de você e se faça a pergunta:
-O que me falta para me sentir completo neste momento?
-Por que sinto que me falta a companhia de uma pessoa?
-Por que não consigo aproveitar este momento comigo mesmo?
-Por que preciso de companhia todo o tempo e não somente em alguns momentos/dias?
-Qual seria a diferença se houvesse alguém comigo?

Espero que estas respostas te ajudem a aproveitar mais quem você é!

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Como anda sua comunicação?

Não entendem o que você diz? Geralmente sua fala não traz o efeito que você esperava?

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Um dos maiores problemas que as pessoas encontram, seja em sua vida pessoal como na vida profissional, é a comunicação.
Tendemos a achar que as pessoas estão nos entendendo em todo o tempo e quando não entendem, achamos que a culpa é da pessoa.

Porém, como precisamos nos comunicar eficazmente, até para conseguirmos atingir nossos objetivos, é importante dar mais atenção a este ponto. Cada vez que você não foi bem compreendido e que alguém fez o contrário do que você pediu ou, por exemplo, ficou bravo com alguma fala sua que não teve esta intenção, é o momento de procurar onde está o erro.

Frequentemente pensamos que todos somos iguais, pensamos iguais e temos o mesmo raciocínio. Porém, a verdade é que todos temos uma mente muito complexa e cheia de informações que vão se cruzando e criando sentido para nós.
Tudo o que nos é apresentado é relacionado ao que já fomos expostos anteriormente e, assim, vamos criando nosso “banco de dados” da mente.

Este banco de dados, como é desenvolvido diariamente, possui informações recentes e também antigas. Aquelas que de alguma forma se destacam, como por exemplo traumas ou sucessos, acabam ganhando uma caixinha de destaque e são acessados com mais frequência. É como se, dependendo da informação nova que entra no seu cérebro, desse um match com estas “informações de destaque” e esta associação vai te ajudar a dar sentido à informação recebida.

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Chega de tanta informação complicada e vamos à prática:
Um exemplo bem simples: Imagine que você está em um relacionamento e seu parceiro/sua parceira te manda uma mensagem, dizendo: “Amor, preciso falar com você!”. Universalmente, o que esta informação nos comunica? ‘Algo está errado’ ou ‘Temos alguma problema’ ou então ‘Vamos terminar’.

Vamos ao ponto de vista da pessoa que enviou a mensagem. Ela está em um dia corrido, cheia de problemas para resolver, precisando descansar e, em seu horário de almoço vê uma promoção de uma viagem para o fim de semana. Como já está no fim de seu horário de almoço, para não deixar a ideia passar, envia rapidamente a mensagem: “Amor, preciso falar com você!”

Seria esta uma situação impossível de acontecer? Não! Na verdade, acontece diariamente. Algumas vezes os dois se entendem e percebem que houve um erro de interpretação ou de escolha das palavras da mensagem e em outras vezes termina em brigas pois o receptor da mensagem já chega armado, cheio de argumentos ou com lágrimas, desesperado, com a ansiedade acumulada até o horário da conversa.

De quem foi o erro?
Dos dois: De quem enviou, por não ter prestado atenção que aquelas palavras poderiam gerar um duplo sentido muito ruim e de quem recebeu por, simplesmente, não ter tirado dúvida quanto ao teor da conversa. Uma mensagem como: “Está tudo bem? Algum problema?” poderia ter tirado o peso daquela mensagem.

A questão é que, enquanto não analisarmos as palavras que usamos e em quais

contextos a usamos, continuaremos tendo brigas e climas ruins desnecessários, estresses e desentendimentos que não levarão a lugar nenhum.

Entenda que a responsabilidade é de ambos. Caso haja qualquer tipo de dúvida ou desconforto, é preciso haver um esclarecimento. Não é errado perguntar ou pedir para repetir.

Este erro na comunicação vai se perpetuando e por isso não é estranho você ver pais brigando com seus filhos por não terem feito o que foi pedido ou da forma como foi pedido. (Não estou falando de desobediência, estou falando em relação à não compreensão da informação. À falta de clareza mesmo). Lembre que nossa mente é um banco de dados e que seus filhos tem um banco de dados com menos conteúdos que você, sendo assim, terão menos informações para cruzarem referências e chegarem às conclusões que você gostaria. Então, seja o mais claro possível.

O óbvio não existe. É relativo. O que é óbvio para você, pode não ser para o outro. Então, explique, exemplifique, pergunte se há dúvidas.
Vamos a algumas dicas pontuais que podem auxiliar independente de quem seja o receptor:

  • Utilize palavras que seu receptor entenda. (Analise o perfil de quem vai te ouvir ou ler sua mensagem. Se for criança ou adolescente, se for alguém com menor grau de estudo ou mais elitizado, etc)
  • Explique em tópicos. (É muito mais fácil entender uma informação quando ela é passada através de frases mais objetivas e como passo-a-passo)
  • Caso perceba desconforto ou confusão no olhar da pessoa, pergunte se ficou dúvida ou peça para a pessoa repetir a informação. (Pode parecer uma ofensa, então use um tom de voz e palavras doces para isto)
  • Não esconda detalhes importantes. (Às vezes passamos informações como se fossem charadas e a pessoa tivesse que descobrir o que não foi dito. Pense: “Se fosse comigo, me ajudaria ter esta informação para completar o conhecimento da mensagem?)

Saiba que todos nos comunicamos de formas diferentes, e tudo bem.
Não somos iguais em nenhum aspecto. Temos pontos parecidos, mas cada um no seu estilo.
Avalie como tem sido sua comunicação, tente perceber e se lembrar de quais têm sido os resultados da sua comunicação: causam confusão ou briga? geralmente são mal-interpretados? frequentemente precisam ser explicados mais de uma vez?
Se sim, repense a forma como pede favores, como fala de suas emoções, como tira dúvidas, etc.

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Olhando para dentro.

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Com 21 anos comecei a me dar conta que não conseguiria jamais me desenvolver como pessoa e melhorar em vários aspectos, se não começasse a me enxergar como realmente sou. Este processo não é tão simples e também não tem sim; para a vida toda temos que aprender sobre nós mesmos.

Olhar para dentro é um passo fundamental para nosso autoconhecimento. Nos conhecemos quando olhamos para nossas fragilidades e habilidades, defeitos e qualidades, comportamentos e atitudes. Não tem como olhar para o nosso crescimento se focarmos nos outros ou em situações externas.

Assim como também não temos como trabalhar nosso autoconhecimento sem falarmos em autorresponsabilidade, lidar com conflitos internos, aprender com erros, etc. Então cada mês me aprofundarei em temas pertinentes ao desenvolvimento pessoal, para te ajudar a seguir neste processo comigo.

De junho a dezembro teremos um tema diferente por mês e você poderá enviar perguntas, através dos comentários, até para ajudar no aprofundamento de acordo com as necessidades e dúvidas de vocês.

O mês de junho terá o tema “Olhar para dentro“. O que você gostaria de ler sobre este tema aqui no blog? Qual sua dificuldade em relação a este tema?

Caso ainda não saiba, eu lancei no mês passado um curso sobre Autoconhecimento que, particularmente está perfeito tanto para quem não sabe como começar, quanto para aquelas pessoas que já estão neste processo, mas precisa de exercícios e conteúdo mais focados.

Este é link para o curso:
https://go.hotmart.com/I6877908E

Faça, e depois me deixe sua opinião!

Espero que tenha gostado desta abordagem.
Um abraço e te vejo nas redes sociais e no youtube!

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Hora de maratonar!

Domingo é dia de maratonar.

Se você perdeu algum vídeo, aproveite agora para reparar este erro. rs

1. Qual a pior coisa que pode acontecer…?

2. As dores do autoconhecimento

3. A forma como você vê o mundo precisa mudar hoje.

 

Também gostaria que me ajudasse, lendo o post anterior e deixando seu comentário no que pedi. Pode ser?

LINK: https://dicaprahoje.com/2018/05/16/dica-pra-hoje-e-desenvolvimento-pessoal/

 

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Dica pra Hoje é Desenvolvimento Pessoal!

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Como vocês sabem, o foco do Dica pra Hoje é o desenvolvimento pessoal, através do autoconhecimento.
Tudo o que eu compartilho é visando seu crescimento pessoal. Quero que você busque o autodesenvolvimento colocando minhas dicas em prática e vendo sua transformação.

O blog voltou neste ano, com textos às quartas e tenho gostado porque tem muita gente que curte e interage com os posts, compartilhando e comentando.

Eu quero que este blog seja uma ferramenta útil para o seu dia a dia.
Quero que você acesse na mesma vontade que acessa o canal e que aprenda e cresça tanto quanto aprende e cresce com os vídeos.

Quero trazer textos mais focados ainda no desenvolvimento pessoal e com dicas bem práticas para você acessar e utilizar na sua vida.

Então conta pra mim, em que eu posso te ajudar?
Se você fosse entrar aqui toda semana para buscar alguma dica para te ajudar no seu crescimento pessoal, quais seriam os assuntos, as áreas, os temas que te interessariam?

Conto com seu comentário!

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Meus aprendizados sobre o mês de abril.

O mês de abril foi um mês muito especial com aprendizados bem interessantes. Primeiro que eu aprendi a reconhecer meus limites. Eu sempre soube que não consigo fazer tudo, sempre soube que não posso esperar mais do que deveria sobre mim e sobre os outros, mas sou a rainha das expectativas. Crio expectativas do nada, para nada e sem motivo algum. Isto me frustra e me entristece.

Neste mês tomei algumas decisões tristes e que, mesmo necessárias, não deixaram de ser tristes, mas entendi que precisava. Ao mesmo tempo estas decisões me exigiram recuar e entender que tenho um ritmo que não se ajusta de uma hora para a outra. Preciso me dar uns agrados de vez em quando e preciso acalmar a leoa que mora dentro de mim.

Aceitar que não tenho o controle sobre tudo é bom. É relaxante é confortante. Pensei que seria difícil reconhecer porque o ego é terrível e sempre quer que acreditemos sobre nós mais do que realmente deveríamos. Então só me rendi à realidade e foi como um banho de cachoeira: difícil de entrar por ser muito frio, mas mais difícil de sair, por se tornar tão relaxante.

Aceitar que não podemos tudo não torna a vida mais fácil, mas torna mais “vivível”, mais possível. Quando pensamos sempre nas maiores alturas, olhar pra baixo parece aterrorizante. Quando olhamos de onde realmente estamos, sabemos se realmente é tão assustador assim, já que caminhamos com nossas próprias pernas para chegar até lá.

Quanto mais real é sua visão a respeito de si mesmo e quanto mais reconhece seus limites, é mais fácil encarar-se no espelho e enxergar a realidade.

 

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Hoje eu sou grata por…

gratidão

Neste mês resolvi fazer um exercício de gratidão no instagram.
Estou compartilhando, todos os dias, um motivo para agradecer a respeito do meu dia.

Sabe o que tenho percebido? Em alguns dias parece que o motivo de agradecimento já vem logo pela manhã e em outros dias preciso esperar o dia acabar porque parece que não tenho nada para ser grata.

Nestes dias eu fico pensando comigo mesma: “Não é possível que eu não tenha nada para agradecer….”
Vale destacar que não conta como motivo de agradecimento aqueles “básicos”: pela vida, pelo ar, pela família, pelo trabalho, etc.
Eu me refiro a alguma coisa que aconteceu naquele dia mesmo.

E então quando eu pensava assim, revia todo o meu dia na minha cabeça, repassava os acontecimentos e conseguia ver um motivo de gratidão.

Eu simplesmente tinha deixado passar coisas simples ou um acontecimentos pequenos, mas que eram muito especiais: uma decisão que tomei coragem para tomar, meus colegas do boxe que me animam tanto, o fato de que falo inglês e consigo boas oportunidades por conta disso…

E quantas vezes você já deixou passar estes “detalhes” e acabou seu dia achando que nada de bom aconteceu?
Quantas vezes reclamou que seu dia foi uma porcaria e concluiu que só aconteceram tragédias?

Calma, não é só com você. Temos sido consumido pelo excesso de tarefas e perdemos a habilidade de ver algo bom em nós e ao nosso redor.

Eu gostaria de te convidar a participar deste exercício comigo. Seja você escrevendo em um caderno ou lá no instagram, me contando no stories. Um monte de gente me envia cada coisa linda que acabamos criando uma corrente de momentos bons. Um fortalece o outro.

Se você começasse hoje, qual seria o motivo para ser grato? Não importa que horas esteja lendo este texto. Fora os motivos básicos, o que aconteceu hoje que enche seu coração de gratidão? Não precisa ser nada extraordinário ou que seja ‘UAU’. Apenas algo que te faça se sentir grato.
Conta pra mim! 🙂

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Amizade nos tempos de internet

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Não lembro quem me disse, mas ouvi uma frase e é bem certa que dizia ‘é mais difícil conseguir amigos depois de adulto’.
Esta pessoa estava falando sobre não conseguir mais fazer amizades profundas como antes.
Confesso que fiquei um pouco aliviada porque tenho encontrado a mesma dificuldade, mas achei que era só comigo.

E não estou me referindo a ‘fazer amizade’ em si. Eu sei que quando somos crianças nos abrimos mais às pessoas, mas estou me referindo ao fato de que hoje temos nos fechado mais para as pessoas e nos fechado a amizades de verdade: se abrir, ouvir, procurar, saber se está bem, passar em casa, essas coisas.

As redes sociais acabaram substituindo este contato. Conseguimos conversar por horas em um grupo de whatsapp, mas não conseguimos trocar minutos de conversa cara a cara. Falamos com as pessoas pelas redes sociais mas não nos empenhamos para nos encontrarmos pessoalmente.

Parece que depois de adultos colocamos todas as coisas antes das pessoas, né?!
Nosso trabalho, nossa necessidade de lazer, nossas tarefas do dia a dia, nossa casa, nossos filmes, nossas séries…tudo é mais importante do que o próximo.

Sabe o que é engraçado? Eu tenho o costume de chamar meus amigos pra conversar no whatsapp e descobri que isso é estranho. Mais de uma pessoa me falou que não conversa muito com seus amigos de whatsapp. Mas ao mesmo tempo, mais de uma pessoa também me falou que gosta de conversar comigo. E ainda mais interessante ainda, nenhuma destas pessoas me chama pra conversar comigo. Sempre eu que chamo.

Fiquei tentando entender este dilema. Se é bom conversar comigo, por que não me chamar pra conversar? Por que ficar esperando ser chamado? Isso acaba distanciando os laços e esfriando um pouco a amizade.

Parece um texto meio sem critério, né. Mas o que eu queria que você refletisse é no quanto tem investido nos seus amigos e o quando tem se oferecido. É proporcional com o quanto espera receber?

Entendo que temos tantas obrigações, mas nenhuma delas pode ser mais importante do que as pessoas que queremos que façam parte da nossa vida. 

Cultive seus relacionamentos. Regue um pouquinho, de tempos em tempos.
Não adianta regar a quantidade de uma semana em um dia. A flor morre. E também não adianta regar depois que a flor morreu…
Pense nesta comparação e aplique em seus relacionamentos.

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Para maratonar de domingo!

DICA PRA HOJE blog (2)

Todo domingo vou compartilhar aqui no blog, os vídeos da semana.

É uma forma de quem perdeu ou quer assistir novamente, acessar em todos de uma só vez.

O primeiro vídeo da semana foi sobre gratidão.
Pra quem não sabe, neste mês e abril fiz um exercício de gratidão, compartilhando um motivo de gratidão por dia. Está sendo uma experiência bem interessante. Participe comigo me seguindo! É @blogdicaprahoje

O segundo vídeo foi sobre Minimalismo.
Eu compartilhei que o minimalismo me ajuda a estabelecer prioridades.
Eu recomendo de verdade que você assista, porque vai te ajudar a ter uma nova perspectiva.

E o vídeo de sexta-feira foi sobre rotina.
Eu já havia compartilhado com vocês minha rotina matinal, mas desta vez contei como cheguei até ela. Se você precisa de ajuda para montar a sua, dá uma olhada!

 

E aí? Já assistiu? Qual foi o teu vídeo preferido desta semana?

Conta pra mim! 😉