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Você pode reencontrar seus objetivos!

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O mês de agosto começou e confesso que este mês era muito temido por mim.
Quando eu era professora, ficava um pouco aterrorizada, pois ao mesmo tempo que tinha tido 30 dias de descanso de férias escolares, voltaria neste mês de 365 dias, que é como é conhecido o mês de agosto.

Hoje, continuo achando um mês longo, mas como não estou mais dando aulas, não faz tanta diferença. Começo a enxergar como um mês com mais dias para fazer as coisas acontecerem.

Se você não me segue no insta, não ficou sabendo, mas te conto por aqui: saí da área da educação e agora assumo definitivamente minha carreira como Coach e como produtora de conteúdos online. Não foi fácil sair de vez pois era minha muleta. Eu sabia que enquanto continuasse dando aulas teria uma grana certa na conta, mas também enquanto eu não me desamarrasse disto, não assumiria minha transição de carreira.

Bem-vindos a esta nova fase da minha vida. Estou dando mais alguns passos rumo à carreira da minha vida.

Pretendo contar mais sobre esta transição em vídeo, então sugiro que me siga no canal e, se tem perguntas ou dúvidas a respeito, comente suas perguntas. 😉

Como sempre faço, bolei uma forma de oferecer o que faço e ajudar vocês. Recebo sempre muitos comentários de pessoas que estão perdidas e que não sabem muito bem o que querem da vida ou que rumo querem tomar e me pedem conselhos. Também algumas pessoas já sabem o que querem, mas não conseguem dar mais passos, meio que travaram.

Pensando nestes comentário e em tantas outras pessoas que passam por isso, mas não têm coragem de se abrir, abri a Primeira Turma de Mentoria Online!
Vai ser incrível! Entenda porque:

  • Será uma forma de ouvir pessoas que também estão tendo suas próprias batalhas e você vai ver que não está sozinho;
  • Você terá uma aula sobre encontrar objetivo e traçar sua própria trajetória;
  • Terá minha ajuda em tempo real, ao vivo;
  • Poderá tirar dúvidas e ouvir conselhos de pessoas que, talvez, já tiveram experiências passadas com o que você está passando agora;
  • Como será via hangout, eu poderia ouvir sua voz e ver seu rosto!!! 🙂
  • Como será a primeira turma, e como não será individual, o preço está bem interessante e, com certeza, você poderá fazer este investimento em você!

Gostou? Então se inscreva logo! A mentoria acontecerá no dia 16/08, das 20h às 21h30!
Então não perca sua vaga. Serão apenas 10 participantes para que a gente consiga aproveitar melhor e para que eu consiga dar atenção a todos!

Clique aqui para fazer o pagamento da sua inscrição, mas também preciso que envie para contato@dicaprahoje.com o motivo da sua participação. Conte brevemente em que precisa de ajuda para que eu prepare algo mais personalizado.

Quero muito te ver por lá! 🙂

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Pegue leve consigo mesmo, mas não tão leve.

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Eu costumo pegar pesado comigo. Costumo, de vez em quando, parar e pensar se o que estou exigindo de mim faz sentido, se é justo e se está ao meu alcance.
Algumas vezes percebo realmente que estou achando que posso mais e em outras vezes, percebo que poderia, até, fazer mais ainda.

É tão ruim enxergar esse carrasco interno que parece que só deseja mais, que nunca é o suficiente, mas é tão ruim também quando na tentativa de ser “boazinha” comigo, exijo bem menos.

Cada vez menos tenho cometido este erro porque tenho mergulhado internamente, me dedicando em conhecer mais de mim. Tenho tentado me desafiar para chegar no máximo do meu potencial e sair, para nunca mais voltar, da mediocridade, da zona de conforto.

Tem gente que só vive nos extremos e que não têm nem ideia do que é uma vida equilibrada e aí está o erro.Não podemos achar que temos super-poderes, mas também não podemos achar que o mais fácil é o melhor, que é melhor não arriscar.

A sensação de “Será que vai dar errado?” nos invade e ao invés de tentarmos para descobrir se vai dar errado ou não, não tentamos.

Quanto mais você se conhecer, mais rapidamente vai encontrar o equilíbrio e o contrário é verdadeiro também. Você não deve se medir por baixo, não deve se limitar pelo que pode dar errado. Tudo pode dar errado, até aquilo que você tinha certeza que ia dar certo, podia ter dado errado.

Pegue essas dicas e coloque em prática:

  • Busque se conhecer ao máximo para não se exigir demais ou de menos;
  • Em situações que te exijam um certo esforço, pergunte-se “Fiz tudo o que eu podia?” Ao obter a resposta, fique em paz, caso tenha realmente feito o que podia ou faça algo mais, se sentir que poderia ter recorrido a outras opções;
  • Se der errado, encontre o erro e gere uma ou quantas soluções forem necessárias;
  • Se der certo, encontre uma forma de fazer dar certo melhor ou mais rapidamente, da próxima vez.

E como você é consigo mesmo? Costuma se exigir de mais ou se exigir de menos? (Responda com sinceridade)

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Julho da Autorresponsabilidade

estudos

No mês passado tivemos o tema “Olhando pra dentro” e foi muito interessante escrever sendo guiada por um tema porque senti que fui mais específica e que vocês interagiram muito mais!
Posso estar enganada, mas tive a impressão que vocês gostaram dos posts de Junho.

Bem, vamos a um novo mês que se inicia. Mais 31 dias pela frente em que aprenderemos a sermos responsáveis pela nossa vida e pelo que temos feito dela.

Assista ao vídeo em que falei o que é, porque devemos praticá-la e mais alguns benefícios interessantes:

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Talento nato, você tem?

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Photo by Ba Phi on Pexels.com

Há quem acredite que algumas pessoas têm talento nato em alguma área.
Seja cantar ou escrever, seja na área de comunicação ou na área das exatas; enfim, não é raro você ouvir alguém falando: “Nossa, eu nasci pra isso, sempre fui bom nisso”. E toda sua vida foi guiada na compreensão de que se está fazendo que estava claro que era para ser feito.

Realmente acredito que algumas pessoas desenvolvem-se mais em algumas áreas que outras pessoas. Que destacam-se naturalmente e acabam até sendo consideradas mais inteligentes ou mais talentosas, mas nem sempre isto pode ser algo positivo.

Eu estou lendo o livro “Mindset: A nova psicologia do sucesso” e um dos pontos levantados me chamou muito a minha atenção, por tratar-se de algo que acontece muito comigo.
Logo compartilharei esta dica de leitura, mas darei um spoiler agora.
O livro fala basicamente de dois tipos de mentalidade: O mindset fixo e o mindset de crescimento.
O fixo é prejudicial e o de crescimento é bom.
O fixo, como o nome diz, congela a pessoa, pois ela acredita tanto em determinado potencial que tem medo de tentar coisas novas e ter de lidar com o fracasso. Pessoas com este tipo de mentalidade acabam não tentando ou ficando eternamente na zona de conforto, fazendo apenas aquilo que sabem que são boas, para garantir os elogios de sempre.

Desde pequena me destaquei por minha inteligência. Sempre me falaram que eu sou muito inteligente, minhas notas sempre foram altas, nunca fiquei de recuperação, nunca dei trabalho na escola por não fazer atividades, etc.
Isto pra mim sempre foi um peso muito grande. Não só por sentir que nunca poderia errar ou não me sair tão bem, quanto me impede de tentar coisas novas, não dar certo e eu não receber os elogios que sempre recebo ou ter de explicar que eu não fui tão bem quanto esperavam.

Para você ter uma ideia, nunca prestei nenhum vestibular em universidade pública porque acho que não passaria e ficaria com vergonha de falar para as pessoas que não passei, afinal sou tão inteligente… Consegue me entender?

Onde entra o talento nato nisto tudo?
Bem, quem acha que tem um talento nato, mas tem o mindset fixo pode correr o risco de passar a vida inteira escravo deste talento. Não vai se arriscar porque pode perder o título de talentosa/talentoso e também vai só se garantir naquilo que é bom, sem aprender coisas novas ou sem buscar melhorar pois, quanto maiores os desafios, maiores as chances de erros e “fracassos”.

Mas então não devemos ter talento nato?
Não exatamente. O que tem de ser mudado é o mindset. Se você é deste tipo que acredita que “em time que está ganhando não se meche”, passe a pensar que em time que está ganhando, dá para melhorar em alguma coisa para ganhar com mais rapidez ou mais facilidade ou até dá para melhorar o desempenho.

Não se agarre àquilo que você tem de bom como se fosse sua segurança para a vida inteira, mas busque aprender mais e se arriscar em áreas que talvez não seja tão bom assim.

Ninguém é 100% em tudo e nem em todo o tempo. Permita-se se conhecer em outros pontos de vista, em outras situações.

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Não sei lidar com conflitos.

Quem gosta de ser contrariado? Quem gosta de ver pessoas brigando ou de estar no meio de uma briga? Quem gosta de se indispor com alguém e correr o risco de ter seu filme queimado ou sua imagem prejudicada?

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Photo by Noelle Otto on Pexels.com

Quase ninguém gosta de passar por estas situações, mas algumas pessoas não gostam tanto que sentem até um mal estar físico. Têm pessoas que quando estão em contextos desconfortáveis fazem o que for necessário para sair dali ou fazer aquela situação passar.

Isto pode ser positivo, pois são pessoas que acabam sendo mais pacificadoras, porém, por outro lado, são pessoas que não resolvem problemas. Não se aprofundam. Não buscam soluções a longo prazo, e sim, apenas o necessário para sair daquele momento de caos.

Pessoas que não conseguem lidar com conflitos acabam também não tendo muitos amigos profundos pois têm medo de que, conhecendo-se profundamente, descubram defeitos que não gosta de encarar ou que a intimidade traga discussões que não está pronto para ter.

Brincar, contar piada, ouvir, são atitudes mais fáceis do que efetivamente dialogar, expor suas opiniões ou discordar.
Como se preocupam extremamente com a opinião alheia, pessoas com esta dificuldade vivem querendo agradar.

Saiba que se você se identificou com algumas ou todas estas características, não corte os pulsos. Muitos brasileiros são assim. Como nossa cultura é mais afetiva, fomos criados a agradar. Brigas são confundidas com “barracos” e não parece algo bom de se fazer.

Mas entenda que este tipo de comportamento não é bom pra você e, a longo prazo, te trará uma tristeza e insatisfação porque você não consegue ser você mesmo, não consegue expressar seus gostos e suas vontades e vive abrindo mão das suas opiniões para não se indispor com a outra pessoa ou para que ninguém fique chateado com você.

Perceba porque você se incomoda tanto com a reprovação alheia. Tente entender quais as sensações que te vêm e busque mudar de atitude.
Aqui vão algumas dicas para conseguir dar os primeiros passos em direção à sua liberdade de ser você mesmo:

  • Entenda que sua personalidade é linda!
    Você tem um jeito todo especial e cuidadoso de lidar com as pessoas. Todos precisam de alguém como você para tornar os ambientes mais equilibrados e as pessoas melhores integradas. Então não foque só no que precisa mudar, mas também perceba o quão precioso seu jeito é!
  • Qual atitude tua mais te incomoda, hoje?
    De tudo o que citei, qual atitude mais te incomoda e gostaria de mudar mais urgentemente? Você precisa saber isto para poder pensar em o que fazer para mudar. Não adianta querer mudar tudo de uma vez. Você não é quem é de uma vez só, você foi sendo construído, por isso, certas desconstruções levam tempo. Pense com cuidado e descubra o ponto de partida.
  • Faça de propósito.
    Como não é algo comum você dizer que não concorda ou escolher ao invés de dizer “O que todo mundo decidir, tá bom”, as pessoas vão estranhar e até tentar te influenciar. Se é o que você realmente te quer, seja o do contro de propósito. Faça questão de dar sua opinião.
    Quando não estiver com vontade de ir, não vá. Normalmente você iria mesmo sem vontade ou mentiria para a pessoa não ficar chateada. Desta vez, diga que não está com vontade e permaneça firme. 
    Enfim, busque situações em que precise se impor ou que sua voz seja ouvida.
  • Esteja pronto para lidar com o incômodo das pessoas
    Você vai ter que sair da sua zona de conforto, literalmente, e começar a ter certas atitudes que normalmente não teria. Isto vai te trazer uma sensação diferente e também vai assustas as pessoas com as quais você convive. Por isso já se prepare para pessoas perguntando se você está bem, só porque você não concordou ou então querendo entender porque não escolheu o voto da maioria. Prepare-se emocionalmente para lidar com a reprovação, mas será por pouco tempo. Só até as pessoas se acostumarem. E se os questionamentos te incomodarem e não conseguir uma resposta, seja sincero. Fale que esta é sua opinião, assim como a de qualquer outra pessoa.
  • Vá com calma!
    O natural é que você saia de um extremo e vá para o outro. Então tome cuidado para não começar a ser do contra desnecessariamente ou para não ser grosso com as pessoas. Entenda que, às vezes, é realmente necessário abrir mão ou ir com a maioria para o bem comum, mas só às vezes. Então, vá com calma para encontrar seu equilíbrio.
    E, se em algum momento, tomar uma decisão ou fizer algo que não queria e perceber que foi para agradar alguém, volte e deixe claro como se sentiu e que está fazendo em consideração à pessoa e que gostaria que, numa próxima ocasião, isto fosse levado em consideração.

Se identificou? Te ajudei?
Espero que sim!

Deixe mais sugestões de temas para os próximos posts.
Quem sabe sua solicitação vira conteúdo aqui no Dica pra Hoje?! 🙂

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Não consigo ficar sozinho.

Você pode estar casado por anos, pode estar no início de um namoro cheio de amor, pode ter vários e vários amigos para sair ou uma família gigante, mesmo assim precisa ter o seu tempo consigo mesmo.

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Photo by Pixabay on Pexels.com

Parece que, por causa da internet e do excesso de pessoas que acessamos ao mesmo tempo, temos uma falsa sensação de companhia. Se eu estiver sem ninguém pra conversar, chamo alguém no whatsapp. Se não tiver ninguém para contar as novidades, vou no facebook. Caso não tenha alguém para trocar carinhos, recorro Tinder, e nossa vida “internética” parece preencher uma falta, mas esta falta precisa ser curtida também.

A partir do momento que entendemos quem somos, como somos, nossas necessidades e desejos, percebemos que não podemos fugir de nós mesmos. Não podemos nos esconder nos outros. Não devemos esconder nosso silêncio nos barulhos das multidões.

Engana-se quem acha que não ter companhia é triste. Você pode ter seu momento sozinho, mesmo tendo a opção de ter companhia e quando você chega neste nível é sinal que sua maturidade emocional está alta.

Escolher passar uma tarde só com você, curtindo fazer coisas por sua própria vontade, ir a lugares que, teoricamente, são para casais ou para grupos de pessoas irem e nem se incomodar é uma bomba de ânimo para nossa autoestima e um estímulo para continuarmos cuidando de nós, das nossas emoções, do nosso corpo, da nossa alma.

Principalmente as mulheres são pegas com este tipo de sentimento inferiorizado em relação a sair sozinhas. Como foi nos imposto que como mulheres precisamos sair ou com nossos namorados ou com nossas amigas, em alguma ocasião que não houver uma opção ou outra, a sensação de tristeza ou de abandono tomará conta.

Saiba que, para quem nunca teve esta experiência, pode parecer estranho no começo. A sensação de que “falta alguém” virá. Ma, com o tempo, quando você insiste, começa a aprender e ver o número de coisas que consegue fazer justamente porque está sozinho.

E depois, mesmo tendo alguém, mesmo podendo chamar outras pessoas, irá manter o costume de passar um tempo consigo mesmo.

E não estou me referindo só a ficar em casa sozinho, hein. Isto não conta. Estou falando de sair, se arrumar, comer, tomar um café ou ir ao cinema. Andar sem rumo ouvindo alguma música, sentar em um banco e só ficar olhando o movimento, enfim, viver experiências que dificilmente você passaria se tivesse a “distração” de alguém.

Ter pessoas para sair não é ruim! É tão saudável quanto, mas escute o que eu estou falando, você consegue aproveitar muito mais a companhia de outras pessoas quando se sente bem com a sua própria companhia. Você É uma melhor companhia para os outros quando consegue ser uma boa companhia para si mesmo.

Algumas dicas para você que quer começar, mas não tem ideias:

  • Se quiser ir ao cinema, evite o horário da noite;
    Como vão muitos casais e grupos de amigos, você pode se sentir mal e logo desistir. Eu já passei por isto e foi terrível. Então comece indo à tarde, pegando as sessões mais vazias que depois encarará numa boa. Mas eu, até hoje, ainda prefiro ir nas sessões da tarde, sem muito barulho de pipoca, sem muito barulho de beijo ou gente chata hahaha
  • Crie um itinerário;
    No começo você não saberá muito bem o que fazer porque começará a associar com atividades de casal ou de grupos, então saiba para onde vai e o que quer fazer, do contrário, o tempo vai parecer que não passa e você irá ficar entendiado e voltar pra casa.
  • Comece com um café;
    Sair para comer sozinho por opção é diferente de sair para almoçar no horário de almoço do trabalho. Você está acostumado a ter gente pra conversar. Jantar então é mais estranho ainda, parece que pede a companhia de alguém. Então comece indo na padaria perto da sua casa, simplesmente tomar seu café da manhã. Depois, vá para alguma lanchonete ou cafeteria mais longe. Faça esta transição até chegar a almoçar fora e quando menos perceber, irá em todos os lugares!
  • Não comente com as pessoas;
    Por mais que as pessoas tentem te colocar pra cima ou te compreender, elas vão ficar com dó e encher sua cabeça de “discursos motivacionais”, que, na verdade, só te desestimulam. Então, caso se sinta inseguro, quando alguém te perguntar, por exemplo, o que você fez no fim de semana, apenas fale o que fez; não precisa falar com quem. Ainda que perguntem, você pode brincar e falar que é segredo. Crie suas estratégias. Algumas pessoas vão começar a se oferecer para ir ou dar sugestões para te ajudar, ouça com carinho, mas releve. Agradeça e siga sua vida.
  • Tenha a experiência de viajar sozinho.
    Todos no mundo deveriam passar pela experiência de viajar sozinho. Seja para uma cidade ao lado como para outro país. Como é diferente! Eu já viajei com amigos, já viajei com namorado e já viajei sozinha e cada experiência é completamente diferente da outra. A liberdade é indescritível, o amadurecimento também e as histórias do retorno, únicas! Não importa se é uma viagem de fim de semana, de uma semana ou de meses. Passe por isto e depois volte aqui para me agradecer. Parece assustador, mas juro que será um presente!

Quando estiver sozinho e bater uma tristeza, olhe para dentro de você e se faça a pergunta:
-O que me falta para me sentir completo neste momento?
-Por que sinto que me falta a companhia de uma pessoa?
-Por que não consigo aproveitar este momento comigo mesmo?
-Por que preciso de companhia todo o tempo e não somente em alguns momentos/dias?
-Qual seria a diferença se houvesse alguém comigo?

Espero que estas respostas te ajudem a aproveitar mais quem você é!

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Como anda sua comunicação?

Não entendem o que você diz? Geralmente sua fala não traz o efeito que você esperava?

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Photo by rawpixel.com on Pexels.com

Um dos maiores problemas que as pessoas encontram, seja em sua vida pessoal como na vida profissional, é a comunicação.
Tendemos a achar que as pessoas estão nos entendendo em todo o tempo e quando não entendem, achamos que a culpa é da pessoa.

Porém, como precisamos nos comunicar eficazmente, até para conseguirmos atingir nossos objetivos, é importante dar mais atenção a este ponto. Cada vez que você não foi bem compreendido e que alguém fez o contrário do que você pediu ou, por exemplo, ficou bravo com alguma fala sua que não teve esta intenção, é o momento de procurar onde está o erro.

Frequentemente pensamos que todos somos iguais, pensamos iguais e temos o mesmo raciocínio. Porém, a verdade é que todos temos uma mente muito complexa e cheia de informações que vão se cruzando e criando sentido para nós.
Tudo o que nos é apresentado é relacionado ao que já fomos expostos anteriormente e, assim, vamos criando nosso “banco de dados” da mente.

Este banco de dados, como é desenvolvido diariamente, possui informações recentes e também antigas. Aquelas que de alguma forma se destacam, como por exemplo traumas ou sucessos, acabam ganhando uma caixinha de destaque e são acessados com mais frequência. É como se, dependendo da informação nova que entra no seu cérebro, desse um match com estas “informações de destaque” e esta associação vai te ajudar a dar sentido à informação recebida.

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Chega de tanta informação complicada e vamos à prática:
Um exemplo bem simples: Imagine que você está em um relacionamento e seu parceiro/sua parceira te manda uma mensagem, dizendo: “Amor, preciso falar com você!”. Universalmente, o que esta informação nos comunica? ‘Algo está errado’ ou ‘Temos alguma problema’ ou então ‘Vamos terminar’.

Vamos ao ponto de vista da pessoa que enviou a mensagem. Ela está em um dia corrido, cheia de problemas para resolver, precisando descansar e, em seu horário de almoço vê uma promoção de uma viagem para o fim de semana. Como já está no fim de seu horário de almoço, para não deixar a ideia passar, envia rapidamente a mensagem: “Amor, preciso falar com você!”

Seria esta uma situação impossível de acontecer? Não! Na verdade, acontece diariamente. Algumas vezes os dois se entendem e percebem que houve um erro de interpretação ou de escolha das palavras da mensagem e em outras vezes termina em brigas pois o receptor da mensagem já chega armado, cheio de argumentos ou com lágrimas, desesperado, com a ansiedade acumulada até o horário da conversa.

De quem foi o erro?
Dos dois: De quem enviou, por não ter prestado atenção que aquelas palavras poderiam gerar um duplo sentido muito ruim e de quem recebeu por, simplesmente, não ter tirado dúvida quanto ao teor da conversa. Uma mensagem como: “Está tudo bem? Algum problema?” poderia ter tirado o peso daquela mensagem.

A questão é que, enquanto não analisarmos as palavras que usamos e em quais

contextos a usamos, continuaremos tendo brigas e climas ruins desnecessários, estresses e desentendimentos que não levarão a lugar nenhum.

Entenda que a responsabilidade é de ambos. Caso haja qualquer tipo de dúvida ou desconforto, é preciso haver um esclarecimento. Não é errado perguntar ou pedir para repetir.

Este erro na comunicação vai se perpetuando e por isso não é estranho você ver pais brigando com seus filhos por não terem feito o que foi pedido ou da forma como foi pedido. (Não estou falando de desobediência, estou falando em relação à não compreensão da informação. À falta de clareza mesmo). Lembre que nossa mente é um banco de dados e que seus filhos tem um banco de dados com menos conteúdos que você, sendo assim, terão menos informações para cruzarem referências e chegarem às conclusões que você gostaria. Então, seja o mais claro possível.

O óbvio não existe. É relativo. O que é óbvio para você, pode não ser para o outro. Então, explique, exemplifique, pergunte se há dúvidas.
Vamos a algumas dicas pontuais que podem auxiliar independente de quem seja o receptor:

  • Utilize palavras que seu receptor entenda. (Analise o perfil de quem vai te ouvir ou ler sua mensagem. Se for criança ou adolescente, se for alguém com menor grau de estudo ou mais elitizado, etc)
  • Explique em tópicos. (É muito mais fácil entender uma informação quando ela é passada através de frases mais objetivas e como passo-a-passo)
  • Caso perceba desconforto ou confusão no olhar da pessoa, pergunte se ficou dúvida ou peça para a pessoa repetir a informação. (Pode parecer uma ofensa, então use um tom de voz e palavras doces para isto)
  • Não esconda detalhes importantes. (Às vezes passamos informações como se fossem charadas e a pessoa tivesse que descobrir o que não foi dito. Pense: “Se fosse comigo, me ajudaria ter esta informação para completar o conhecimento da mensagem?)

Saiba que todos nos comunicamos de formas diferentes, e tudo bem.
Não somos iguais em nenhum aspecto. Temos pontos parecidos, mas cada um no seu estilo.
Avalie como tem sido sua comunicação, tente perceber e se lembrar de quais têm sido os resultados da sua comunicação: causam confusão ou briga? geralmente são mal-interpretados? frequentemente precisam ser explicados mais de uma vez?
Se sim, repense a forma como pede favores, como fala de suas emoções, como tira dúvidas, etc.

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Olhando para dentro.

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Com 21 anos comecei a me dar conta que não conseguiria jamais me desenvolver como pessoa e melhorar em vários aspectos, se não começasse a me enxergar como realmente sou. Este processo não é tão simples e também não tem sim; para a vida toda temos que aprender sobre nós mesmos.

Olhar para dentro é um passo fundamental para nosso autoconhecimento. Nos conhecemos quando olhamos para nossas fragilidades e habilidades, defeitos e qualidades, comportamentos e atitudes. Não tem como olhar para o nosso crescimento se focarmos nos outros ou em situações externas.

Assim como também não temos como trabalhar nosso autoconhecimento sem falarmos em autorresponsabilidade, lidar com conflitos internos, aprender com erros, etc. Então cada mês me aprofundarei em temas pertinentes ao desenvolvimento pessoal, para te ajudar a seguir neste processo comigo.

De junho a dezembro teremos um tema diferente por mês e você poderá enviar perguntas, através dos comentários, até para ajudar no aprofundamento de acordo com as necessidades e dúvidas de vocês.

O mês de junho terá o tema “Olhar para dentro“. O que você gostaria de ler sobre este tema aqui no blog? Qual sua dificuldade em relação a este tema?

Caso ainda não saiba, eu lancei no mês passado um curso sobre Autoconhecimento que, particularmente está perfeito tanto para quem não sabe como começar, quanto para aquelas pessoas que já estão neste processo, mas precisa de exercícios e conteúdo mais focados.

Este é link para o curso:
https://go.hotmart.com/I6877908E

Faça, e depois me deixe sua opinião!

Espero que tenha gostado desta abordagem.
Um abraço e te vejo nas redes sociais e no youtube!

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Hora de maratonar!

Domingo é dia de maratonar.

Se você perdeu algum vídeo, aproveite agora para reparar este erro. rs

1. Qual a pior coisa que pode acontecer…?

2. As dores do autoconhecimento

3. A forma como você vê o mundo precisa mudar hoje.

 

Também gostaria que me ajudasse, lendo o post anterior e deixando seu comentário no que pedi. Pode ser?

LINK: https://dicaprahoje.com/2018/05/16/dica-pra-hoje-e-desenvolvimento-pessoal/

 

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Dica pra Hoje é Desenvolvimento Pessoal!

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Como vocês sabem, o foco do Dica pra Hoje é o desenvolvimento pessoal, através do autoconhecimento.
Tudo o que eu compartilho é visando seu crescimento pessoal. Quero que você busque o autodesenvolvimento colocando minhas dicas em prática e vendo sua transformação.

O blog voltou neste ano, com textos às quartas e tenho gostado porque tem muita gente que curte e interage com os posts, compartilhando e comentando.

Eu quero que este blog seja uma ferramenta útil para o seu dia a dia.
Quero que você acesse na mesma vontade que acessa o canal e que aprenda e cresça tanto quanto aprende e cresce com os vídeos.

Quero trazer textos mais focados ainda no desenvolvimento pessoal e com dicas bem práticas para você acessar e utilizar na sua vida.

Então conta pra mim, em que eu posso te ajudar?
Se você fosse entrar aqui toda semana para buscar alguma dica para te ajudar no seu crescimento pessoal, quais seriam os assuntos, as áreas, os temas que te interessariam?

Conto com seu comentário!