Mais, Reflexões

O que aprendi com Steve Jobs

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Eu até pensei em fazer um vídeo com a Dica de Leitura do livro, mas, apesar de super indicar a leitura, gostaria de abordar de uma forma diferente.

Lendo o livro eu fui conhecendo algumas características de Steve Jobs e acho que vale super a pena compartilhar com vocês.

  1. Steve Jobs era ousado
    Em tudo o que fazia, desde negociar com uma pessoa até ter uma ideia. Ele não se limitava.
    Ele se conhecia tão bem que, sabia exatamente o que/quem queria e precisava para chegar lá.

2.  Steve olhava mais além
      Steve não seguia moda, ele criava.
Ele buscava na concorrência ideias (às vezes até imitava…), mas de alguma forma,                 ele fazia ainda melhor.
Quando muitos não davam importância para dispositivos de escutar música, ele                       mostrou o quanto um ipod era útil.

3. Steve enxergava o impossível nas pessoas.
       A frase que mais me chamou atenção no livro e que se repete em diferentes páginas,              por diferentes pessoas, era que, ele tirava o impossível das pessoas.
Muitos tinham dificuldade em lidar com ele por ter um gênio um pouco difícil. Ele                  chegava a ser rude.
Por muitas vezes as pessoas ficavam bravas quando ele pedia algo que, claramente, não        seria possível fazer. Todos se rebelavam, mas ele insistia, dava o prazo e…as coisas                aconteciam.
Quando ele olhava para alguém, sabia o que aquela pessoa poderia oferecer. Ele não via        somente o que a passou já fez anteriormente, mas até onde ela poderia chegar.
Alguns até ficavam mais bravos ainda quando percebiam que conseguiam fazer. Porque        mostrava que ele estava certo.

4. Steve buscava sempre o melhor, por ele mesmo.
Apesar de lidar com a concorrência e depender da aceitação das pessoas para o sucesso          e venda de seu produto, ele buscava o melhor design, os melhores produtos, as                        melhores cores, as melhores formas…porque ele acreditava que dava pra ser melhor.
No livro diz que ele era tão aficionado por perfeição que mesmo as placas, parafusos e            fios eram dispostos dentro das máquinas de forma que ficasse harmonioso. Bonito.                Não importava se ninguém fosse ver por dentro. Ele queria saber que a estética de                  dentro combinava com a estética de fora.

5. Steve era intenso.
       Em tudo o que se propunha a fazer, se jogava.
       Ele não se entregava a algo que não conseguiria dar seu melhor. E seu melhor era                    sempre O melhor!
Era intenso em suas crenças, em suas opiniões, em suas decisões.
Talvez foi incompreendido porque ele via o mundo de forma única. Mas ainda assim, se        mantinha firma e provava que estava certo.

Quero deixar claro que Steve Jobs estava longe de ser perfeito. Ele gerava perfeição em tudo, mas em si mesmo, havia muito para ser melhorado.
Em se tratando de relacionamentos, ele era o pior. Manipulava, mentia, enganava, maltratava, não se apegava…
Como pai e marido, foi muito ausente. Enxergou esta falha somente quando percebeu que estava próximo da morte, mas nem assim conseguiu trabalhar melhor este ponto.
Também chegava a ser desonesto para conseguir manipular a situação.
Enfim, não era perfeito mesmo. E quem é?

O que me chamou a atenção é que  mesmo tanta gente que tinha dificuldade em lidar com ele e pessoas que não gostavam deste jeitão rude e frio, admitia que ele era brilhante.
Seus funcionários gostavam de trabalhar para ele pois sabiam que eram forçados a darem seu melhor e se sentiam orgulhosos de seus feitos.

Com certeza ele marcou gerações e vai ser conhecido por gerações que ainda estão por vir.

Valeu a pena passar minhas noites com ele rs.

E você já leu?
Qual fato,positivo ou negativo, mais te chamou a atenção em sua leitura?
Escreve aqui pra mim, nos comentários.

Um abraço.

 

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3 thoughts on “O que aprendi com Steve Jobs”

  1. Olá, Joyce! Obrigada pelo artigo.
    O que me chamou a atenção foi o fato de ele ser um pai ausente, o que pode ter refletido negativamente em sua família. Penso que pessoas que querem dedicar-se exclusivamente ao trabalho não deveriam constituir família. Mas concordo plenamente com você: ninguém é perfeito.

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    1. Realmente ele não era presente. Tinha uma forma “estranha” de amar rs. Mas os depoimentos da Família, principalmente no fim do livro, mostram admiração e compreensão. Não aprovo as escolhas dele, mas acho que formaram a Família certa. Rs um abraço.

      Gostar

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