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Nesta semana aprendi que…

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Hoje tenho muita coisa para compartilhar com vocês!
Na verdade, tenho aprendido muita coisa durante este tempo.
Mas quero falar mais especificamente sobre problemas do coração…quem nunca? rs
Tenho 29 anos e até hoje só tive um namorado. Não é isso de só um namorado e dez mil casinhos, não. Só tive tive um cara que senti que realmente valeria a pena entregar meu coração e meu tempo.
Terminamos nosso namoro e pra mim foi bem difícil. Eu não sabia como seria. Era o primeiro término. Era uma primeira experiência e foi muito doloroso.
O tempo passou e meu coração foi sendo limpo.
Limpo de mágoas causadas por ele e por mim mesma, limpo de culpa e de martírios, limpo de arrependimentos desnecessários.
Há algum tempo tenho trabalhado esta questão dentro de mim e comecei a trabalhar minha mente no sentido de me sentir satisfeita solteira.
Cheguei ao extremo de não querer mais nenhum relacionamento. O que acho que é normal depois de um término.
Até um certo medo de me entregar a alguém tão intensamente e de repente descobrir que não era, novamente, a pessoa certa.
Conheci algumas pessoas que me chamaram muito a atenção e que até despertaram em mim um desejo de conhecer melhor, mas conheci um lado meio estranho dessa nova era…rsrs
Não sei se é normal, mas este joguinho que existe até chegar à resposta final, me cansa.
Sempre fui muito clara e muito objetiva em tudo.
Se gosto, falo que gosto. Se não gosto, falo que não gosto.
Se quero, assumo. Se não quero, também assumo e, se estou em dúvida, não tenho vergonha de admitir.
Mas descobrir que hoje em dia as pessoas não conhecem ou não assumem seus sentimentos, sejam eles quais forem, é muito cansativo.
Gostaria que essas coisas tão simples, como um relacionamento é (ou deveria ser), fossem levados de forma mais leve. Sem joguinhos ou negociações.
Que as palavras fossem faladas sem medida para que os dois chegassem a um ponto em comum.
Os assuntos ligados ao coração são tão bonitos, seja um simples interesse ou o desejo de um relacionamento sério, que o processo precisa ser tão bonito quanto, e não tão desgastante e comedido.
Parem de jogar e se entreguem. Não dar certo é um risco e não existe nem um problema nisso, mas não dar certo por medo ou por insegurança e ausência de tentar é muito triste.
Dediquemo-nos aos relacionamentos. Abramos mais nosso coração sem jogos e códigos.
É isso que eu desejo para todos nós!
Um abraço
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