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Dica de filme: Uma Mente Brilhante.

Você deve ter lido este título e pensando: Nossa! Mas que filme mais antigo! Está um pouco atrasada para indicá-lo! rs
É verdade, este filme é bem antigo, mas você acredita que nunca tinha assistido?
Se você já acompanha o blog, sabe que quando indico o filme, não indico a história em si, mas algumas lições que consegui tirar e que gosto de compartilhar com você!
Por isso estou indicando este filme que mesmo tão antigo, falou comigo como se acabasse de ter sido lançado.
Talvez quando você assistiu, viu com outros olhos, ou ficou mais presa ao óbvio, ao que é mais forte na trama, então te faço um convite a perceber outros presentes que “Uma Mente Brilhante” nos dá.
Para quem (como eu rs) ainda não tinha assistido, este filme é baseado em uma história real, onde John Nash (Russel Crowe) vive um quadro de esquizofrenia e luta para encontrar a “cura”.
Este é um “resumo bem resumido”apenas para que não se perca no restante do post.
Logo que penso no filme, duas coisas me chamam a atenção:
1. A mulher que nunca desistiu dele.
Alicia Lopez- Harrison (Jennifer Connelly) mostra o que é o amor.
Apesar de tudo e de todos os comentários e sofrimentos, Alicia não o abandona e confia na capacidade de John para encontrar a cura para sua situação.
Hoje em dia, onde os relacionamentos são descartáveis e o divórcio é tão simples quanto terminar um namoro, é lindo ver que existiu alguém que amou a tal ponto que doou sua energia, seu tempo, sua vida por outra pessoa.
Seria muita hipocrisia não comentar sobre este fato no filme, mas mesmo que eu não comentasse você perceberia pois o filme coloca este tema em destaque.
2. A persistência de John.
Este também é um tema muito explorado.
John não queria mais voltar aos tratamentos da época com choques e remédios que o dopavam e decide ele mesmo dominar sua mente.
Até assistir este filme não acharia possível que isto acontecesse, mas foi algo lindo de descobrir.
Nossa cérebro é incrível, não?
Fora o óbvio (que são os temas 1 e 2 que acabei de citar) quero levar sua atenção à uma das frases ditas logo no começo do filme.
John tinha uma grande sede de fazer uma descoberta que desse reconhecimento e status a ele.
Passava dias e dias tentando encontrar alguma fórmula que garantisse seu sucesso.
Em uma cena inteiramente ficcional, ou seja, não aconteceu de verdade, John está conversando com o Reitor da Universidade e vê a cena de um professor recebendo canetas de outros professores.
Este gesto é uma homenagem à quem as recebe.
O Reitor pergunta o que ele está vendo e John responde que está vendo reconhecimento, enquanto o Reitor responde: “Não é pelo reconhecimento, é pela realização”.

Vocês conseguem captar a essência desta frase?
Para você, qual é a diferença entre reconhecimento e realização?
O que você mais tem buscado?
Quando corremos atrás de apenas reconhecimento, qualquer gesto vazio pode tê-lo. O problema é que da mesma forma que vem, vai.
Mas se corremos atrás de realização, do que sempre falo: daquilo que faz seu coração bater mais forte, sua vida ganha sentido e você sente que fez o que nasceu para fazer, ou seja, você se sente realizado!

O reconhecimento sem realização é vazio.
Mas a realização ainda que sem reconhecimento é eterna!
Busque as melhores coisas, lute pelo que vale a pena e corra atrás daquilo que te dá esperança!
Você não é mais um e não nasceu para ser mais um, então opte sempre pela realização!
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