Por que eu nasci?

Muitas pessoas falam que uma vida só foi bem vivida se você “plantou uma árvore, escreveu um livro e teve um filho”.
Acho interessante, inclusive já fiz o primeiro “item” e morro de vontade de fazer os outros dois.

Mas, eu encontrei uma razão muito mais especial que pode determinar se sua vida foi bem vivida ou não.
Quer pegar papel e caneta? Vai lá…

Quer saber?

Nossa vida só é bem vivida se fazemos diferença na vida do outro.

Quantas vezes fazemos planos e olhando nosso check list só existem planos pra nós mesmos?
Quantas vezes estamos tão seduzidos pelo que vemos na televisão que achamos que vida mesmo é a vida que tal artista tem?

Você já se pegou se sentindo seca? Sem motivação? Parecendo que alguma coisa não está fazendo sentido?
Então reveja suas metas de vida.

Você sabe que eu sou super a favor de transformar seus sonhos em realidade, já fiz vários posts sobre organizar suas prioridades, etc. Mas nada disso trará completude em sua vida se você viver em função de… você mesma.

Qual foi a última vez que você ajudou alguém ou que elogiou alguém?
Qual a última vez que deu um presente sem nenhuma data especial ou que deu aquele seu item preferido mas que sua amiga tanto queria?
E mais ainda… qual foi a última vez que você fez estas ou qualquer outra coisa sem pensar em receber elogios?

Você já viu aquelas pessoas que só faltam soltar fogos quando fazem alguma coisa “boa”?
Nossa, isso me irrita profundamente!

Fazer o bem deve ser algo tão natural que você não “pensa em fazê-lo”, não planeja, não “arquiteta”, simplesmente faz, entende?

Daí você deve estar se perguntando: “Por que este título: Por que eu nasci?”

Muitas pessoas não sabem direito porque nasceram, porque existem, de onde vieram, para onde vão.
Mas eu tenho esta resposta: você veio para este mundo para fazer diferença, para ser exemplo, para influenciar.

É impossível você fazer o bem a alguém e não sentir seu coração maior!
Posso te dar duas dicas um pouco estranhas? rs

1. Não importa se você está passando por dificuldades financeiras e nem o quanto possa dar, mas tente por algum tempo, doar seu dinheiro para alguma organização que você admira. Não importa qual seja. Pode ser da sua religião ou ONG’s. Você escolhe. Não precisa ser R$ 100,00. Geralmente você pode doar R$ 10,00 ou R$ 20,00.
Você vai reparar que este dinheiro não te fará falta e que você vai se sentir diferente. É algo que não se explica. Simplesmente se experimenta. Tente.

2. A segunda dica é que você pense em uma pessoa diferente por semana e faça algo bom pra ela, sem falar que foi você. Por exemplo, um bilhetinho de bom dia, uma flor, um chocolate, etc. Use sua criatividade.
Seu orgulho vai gritar pra você contar pras pessoas que foi você quem fez o gesto, mas a graça é fazer a pessoa se sentir especial, não você!

A proposta é que a opção 1 você faça por 3 meses e a opção dois por 1 mês. 1 pessoa diferente por semana.
Eu coloco um tempo porque creio que, na verdade, você vai querer continuar por conta própria e vai se sentir contagiada. Será algo natural, entende?

Quando você entender que você existe para o outro e não pra si mesma, todas as suas ações serão transformadas sem que perceba e você se sentirá mais completa e feliz do que plantar uma árvore e escrever um livro. Não digo ter um filho, porque isto deve ser realmente MUUUITO especial! rsrs

O que acha?

Comece hoje!

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